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Protesto de professores é reprimido com bombas e golpes de cassetete no Rio
Por Geomonsters - quarta, 28 de maio de 2014, às 20:12:57
Categoria: Postagem Obrigatória

Confronto aconteceu depois que uma professora usou um hidrocor para escrever 'Educação em Greve' no muro da Secretaria Estadual de Educação28 de maio de 2014 | 16h 25Felipe Werneck - O Estado de S. Paulo

RIO - Policiais militares reprimiram um protesto de professores com bombas de gás e golpes de cassetetes em frente ao prédio da Secretaria Estadual de Educação, no Santo Cristo, na tarde desta quarta-feira, 28. O confronto aconteceu depois que uma professora usou um hidrocor para escrever "Educação em Greve" no muro da secretaria. Os professores haviam caminhado da Avenida Presidente Vargas até o local, após outra manifestação em frente ao prédio da sede administrativa da prefeitura, em que a polícia também usou bombas de gás para afastar professores que fechavam a via.

Mais cedo, na manifestação da Presidente Vargas, o protético Eron Morais Melo, de 33, que costuma se vestir de Batman nos protestos, foi atingido na cabeça por golpes de cassetete. Nas redes sociais, várias pessoas postaram fotos do manifestante ensanguentado e com a roupa manchada.

Quando perguntado sobre o motivo da prisão que iniciou a confusão, o major identificado como Rivaldo, que comandava o grupo, afirmou: "Foi presa por desobediência". O clima é mais calmo no local e professores voltaram a se agrupar em frente ao prédio. Durante a confusão, pelo menos um manifestante ficou ferido - ele foi carregado sangrando por colegas.O grupo chegou ao Santo Cristo, por volta de 15h30. O prédio da secretaria estava cercado pelo Batalhão de Choque da PM. Manifestantes começaram a colar adesivos em defesa da greve no portão de ferro. Em seguida, uma professora usou um pillot para fazer a inscrição na parede branca, ao lado do portão, quando um policial a agarrou e a arrastou pelo cabelo. Manifestantes tentavam livrá-la e a puxavam pelas pernas. Um grupo maior correu na direção da professora e a polícia lançou bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral para afastar o grupo de cerca de 500 pessoas. Em seguida, pelo menos três policiais usaram gás de pimenta contra o grupo. A professora foi presa e levada em camburão do Choque.

Os professores estavam reunidos desde o início da manhã, em frente à sede da Prefeitura, para acompanhar resultado de reunião com representantes da secretaria de Educação. A greve foi decretada ilegal pela Justiça. "É uma vergonha que na cidade que vai receber a Copa professores precisem fazer greve porque nem o prefeito nem o governador atendem reivindicações", reclamava uma professora, usando o carro de som pouco antes de policiais voltarem a agredir manifestantes.

Comentário: Mais uma vez, professores não têm voz no Brasil. É lamentável que os que deveriam ser considerados como os principais profissionais sejam tratados com tamanho repúdio por parte de um governo que nunca sabe ou vê nada. Até mesmo com o país perto de um evento tão importante como a Copa, aparecem situações como esta. Professores brasileiros têm o direito total e absoluto de protesto, assim como trabalhadores de outras áreas, aliás todo o povo deveria abraçá-los nesta causa.


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Copa tira R$ 1,5 bi de vendas do comércio
Por Geomonsters - segunda, 19 de maio de 2014, às 22:44:36
Categoria: Postagem Obrigatória

Estimativa da CNC considera efeito em junho e julho desde 2002, sem feriados19 de maio de 2014 | 21h 42Márcia De Chiara e Cleide Silva, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - Faltando menos de um mês para o início da Copa do Mundo, o comércio varejista vê um cenário de redução de vendas nos dias de jogos por causa dos inúmeros feriados, especialmente o do jogo de estreia do Brasil no evento, em 12 de junho, que coincide com o Dia dos Namorados.

Segundo Bentes, trata-se de uma projeção conservadora, pois não considera o efeito dos feriados nos dias de jogos. Nos dias de feriado, as lojas que optam por não abrir deixam de faturar. Por outro lado, aquelas que decidem abrir as portas têm suas margens de lucro pressionadas porque arcam com despesas trabalhistas em dobro, entre salários e encargos.Um levantamento preliminar feito pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), desde a Copa de 2002, mostra que as vendas do comércio varejista restrito normalmente diminuem 0,7% no bimestre de Copa em relação a anos normais. Nas contas do economista da CNC, Fabio Bentes, levando-se em conta essa premissa, o varejo nacional deixará de faturar R$ 1,5 bilhão em junho e julho deste ano. O varejo restrito não abrange as vendas de veículos e de materiais de construção.

"Em 2014, a decretação de feriados em diversas cidades durante os jogos poderá agravar o resultado do setor no sentido de que a hora trabalhada deve ser paga em dobro. Assim, além do impacto sobre as vendas decorrente da menor movimentação durante os jogos, os varejistas teriam como opção fechar os estabelecimentos ou abri-los sujeitos a custos maiores e vendas mais fracas."

Já o assessor econômico da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, Altamiro Carvalho, fez a conta de quanto o feriado reduz a venda diária do varejo. "Nos dias de jogos que forem feriados se perdem, no mínimo, 5% da venda diária: são R$ 205 milhões a menos. É uma perda irrecuperável", diz. Nessa estimativa ele considerou que parte dos estabelecimentos fecham, metade das pessoas antecipam compras e a outra metade deixa de consumir.

Indústria. Com estoques altos, boa parte da indústria não teme impactos importantes na produção por causa de paradas na Copa. Recente pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que 52,3% das empresas esperam reflexo pequeno nos custos causados por paralisações nos dias de jogos e 12,4% não preveem nenhum impacto. Já 27,1% trabalham com possibilidade de grande impacto. Foram ouvidas 587 indústrias.

Para 72% das empresas, o reflexo no faturamento será pequeno ou negativo e 13,7% acham que não haverá impacto. "Quando as paradas são programadas, normalmente os impactos não são significativos, pois é possível, por exemplo, compensar antes ou depois", afirma Guilherme Renato Caldo Moreira, gerente do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp.

Moreira ressalta ainda que boa parte das indústrias tem estoques altos "e a situação não é das melhores". Várias empresas do setor automobilístico, por exemplo, devem dispensar os trabalhadores no período dos jogos. A General Motors, por exemplo, deve dispensar os funcionários da fábrica de São Caetano do Sul (SP) e a Ford dará ferias coletivas de 9 a 24 de junho na unidade da Bahia.

A pesquisa da Fiesp foi realizada no fim de março, quando ainda não havia decisão sobre o feriado do dia 12, data da abertura da Copa e do único jogo do Brasil em São Paulo.

Em razão disso, 44% das empresas consultadas informaram na ocasião que ainda não tinham planejamento para suas operações. Outras 8,5% informaram que vão parar e não pretendem compensar as horas paradas e 10,7% disseram que vão operar normalmente.

http://economia.estadao.com.br/not...io,185336,0.htm

Comentário: Devido a falta de infraestrutura do país, o Brasil decretará feriado nos dias de jogos de sua seleção na Copa do Mundo. E isso traz alguns problemas para determinados setores, afetando principalmente o comércio. 


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Rio de Janeiro: 15 de maio decisivo
Por Geomonsters - quinta, 15 de maio de 2014, às 22:03:56
Categoria: Postagem Obrigatória

A rotina de greves, manifestações e problemas no trânsito que o carioca enfrenta há algum tempo podem piorar com uma greve da polícia civilpor Edgard Catoira — publicado 14/05/2014 12:19

Quinta-feira, 15 de maio, passou a ser uma data esotérica que definirá o humor do Rio de Janeiro durante os eventos esportivos da Copa.

O clima geral está conturbado, com o trânsito confuso há semanas, graças a obras – e seus respectivos atrasos – manifestações nas ruas (quase que diárias) pipocam em todas as regiões e greves, que já estão acontecendo ou que estão para vir. Tudo agora se agravou com a greve de motoristas e cobradores de ônibus.

Os bancos estão funcionando precariamente, com a vigilância de braços cruzados há dias. Neste momento, estão paralisados também alguns setores dos serviços públicos. Na prefeitura, desde o dia 13, engenheiros, geólogos e arquitetos, cerca de mil profissionais que dão licenças para obras e as fiscalizam, estão parados, reivindicando um piso salarial de nove salários mínimos. Em reunião no importante dia 15, eles decidirão como continuarão o movimento.

Outra assembleia que marcará a data é a de professores, municipais e estaduais, que decidirão como agir na greve iniciada também no dia 13. O STF autorizou Estado e Prefeitura a cortarem os pontos dos faltosos, que reivindicam aumento salarial de 20%, carga horária semanal de 30 horas de trabalho e um terço do tempo reservado para planejamentos escolares. A Prefeitura já dá sinais de que cumprirá o que tinha sido combinado e não punirá grevistas. Quinta-feira veremos o que acontecerá.

Perigo iminente

Pouco comentado está o movimento da Polícia Civil. Há uma promessa feita pelo governador Sergio Cabral em dezembro, de que até o dia 15 de maio – sempre esta data – o Governo enviaria projeto para a Assembleia Legislativa em que incorporaria ao salário uma gratificação – no valor de R$ 850,00 – que os policiais recebem a título de gratificação, de acordo com o planejamento da modernização da Polícia Judiciária do Rio. Há um mês, cerca de mil policiais se reuniram em assembleia, cobrando uma definição do Estado.

Cabral deixou o governo e seu substituto, e candidato a governador, Luiz Fernando Pezão não dá sinais de ter o projeto em andamento. E está sendo pressionado também pela PM: se cumprir o que Sergio Cabral prometeu ao Sindipol, também se movimentará para melhorar os níveis salariais.

Os deputados também não confirmam como estão as negociações. O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindipol), Francisco Chao, porém, não está bem humorado. Em silêncio, aguarda o fatídico dia 15 de maio para saber o que foi providenciado pelo governador junto à Assembleia Legislativa. Caso o prometido aos policiais não seja cumprido na íntegra, numa reunião na segunda-feira, Chao não terá dúvida em declarar a greve, que já está sendo praticamente pedida por toda a classe. São 11 mil profissionais que poderão parar e, aí sim, comprometer a segurança geral do Estado, em plena época da Copa.

Chao, que completa 45 anos de idade também no dia 15, diz que o governador ainda tem tempo de dar um presente aos policiais, no dia de seu aniversário. Ou, greve. E suas consequências para a população.

Para quem não sabe, o policial civil tem que ter curso superior, como o delegado, mas as diferenças salariais são enormes – piso inicial de R$ 4.500,00 para o inspetor contra 15 mil do titular da delegacia.

Chao promete explicar pormenorizadamente a Carta Capital o que acontecerá a partir da semana que vem, inclusive as origens de um setor importante para a sociedade e está completamente abandonado pelo poder público. No fim de semana volto ao assunto.

http://www.cartacapital.com.br/blo...sivo-7798.html

Comentário: A situação político-econômica brasileira gira em torno da Copa do Mundo. E isso se torna nítido nas manifestações espalhadas pelo país, e o governo teme cada vez mais isso. O povo percebeu que a preocupação dos governantes com a imagem do "país da bunda" durante o evento é muito grande, e, cansado de tentar falar e ser reprimido, resolveu apelar para uma espécie de chantagem, com a seguinte lógica: ou as reivindicações populares são atentidas, ou simplesmente "não vai ter copa".


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Capital paulista registra mais três mortes por dengue
Por Vinicius (C-27) - quinta, 08 de maio de 2014, às 19:21:23
Categoria: Postagem Livre

Vítimas são um homem de 68 anos e duas mulheres, de 34 e 69; já são quatro óbitos pela doença na cidade desde janeiro
08 de maio de 2014 | 17h 53
Fabiana Cambricoli - O Estado de S.Paulo

Mais três pessoas morreram por complicações da dengue na cidade de São Paulo neste ano. Até então, a capital paulista havia registrado apenas uma morte, de um garoto de seis anos, no dia 2 de abril. As quatro mortes já representam o dobro do número de óbitos por dengue registrados na cidade em todo o ano passado.

Segundo balanço divulgado nesta quinta-feira, 8, pela Secretaria Municipal da Saúde, as vítimas são um homem e duas mulheres. O primeiro óbito, de um idoso de 68 anos, morador do Tremembé (zona norte), ocorreu no dia 11 de abril. Dois dias depois, morreram uma mulher de 34 anos e outra de 69. Uma era também moradora do Tremembé e a outra vivia no Jaguaré, na zona oeste.

Os dois distritos têm incidência de dengue acima do normal. Segundo o balanço da Prefeitura, o Jaguaré já teve 733 casos desde janeiro. A incidência da doença no bairro chega a 1.470 casos por 100 mil habitantes. Acima de 300, a ocorrência da doença já é considerada alta.

No Tremembé, já foram 323 casos, com incidência de 163,7 casos por 100 mil habitantes, considerada média pela classificação do Ministério da Saúde.

Casos. De janeiro até o dia 7 de maio, a capital registrou 4.514 casos de dengue. No último balanço, divulgado no dia 30 de abril, eram 3.730. De acordo com a secretaria, a diferença entre os dois números não são necessariamente de casos novos, registrados apenas na última semana. A maioria deles são de casos notificados em outras semanas do ano, mas que só foram confirmados e notificados à Prefeitura agora.

De acordo com a pasta, o aumento de casos de dengue ficou estável no patamar dos 20%. A Prefeitura afirma ainda que desde o início do ano, já visitou mais de 443 mil imóveis na capital. Cerca de 28 mil deles passaram por nebulização para eliminação do mosquitoAedes aegypti.


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Fatah e Hamas reunificam governo e marcam eleição em Gaza e Cisjordânia
Por Vinicius (C-27) - quarta, 30 de abril de 2014, às 13:54:28
Categoria: Postagem Livre

Acordo entre facções palestinas rivais enfurece governo de Israel e é recebido com ‘preocupação’ pelos EUA, que promovem negociação entre árabes e judeus23 de abril de 2014 | 11h 13

(Atualizada às 23h35) CIDADE DE GAZA - As duas principais facções palestinas - o grupo islamista Hamas, que controla a Faixa de Gaza, e o Fatah, braço político da Organização de Libertação da Palestina (OLP), que administra a Cisjordânia - anunciaram na quarta-feira, 23, um acordo de conciliação, sete anos depois do rompimento que provocou a cisão na administração dos territórios.

O pacto determinou a formação de um gabinete provisório, único, e a convocação de eleições para daqui a seis meses.

Em ocasiões anteriores, as facções anunciaram entendimentos parecidos, nunca postos em prática. O atual pacto, porém, foi firmado num momento em que as frágeis negociações entre a Autoridade Palestina (presidida pela OLP) e Israel - mediadas pelos EUA - se aproximam do prazo final, marcado para o dia 29, para que israelenses e palestinos cheguem a um acordo definitivo.

A resolução do conflito entre árabes e judeus, porém, não está no horizonte. Fontes próximas das negociações afirmam que israelenses e palestinos não conseguem chegar a um acordo nem sobre como estender o diálogo após o prazo.

"A boa notícia que temos para o nosso povo é que a era de divisão acabou", afirmou o primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniyeh, em sua casa no campo de refugiados de Shati, na Faixa de Gaza, que foi aplaudido após o anúncio, numa entrevista coletiva que contou com a presença de líderes do Fatah. O governo palestino provisório deverá ser formado em até cinco semanas.

Israel respondeu ao anúncio cancelando a reunião do diálogo com os palestinos que ocorreria nesta quarta à noite. Um israelense em contato com as negociações afirmou que não ficou imediatamente claro como o pacto entre os palestinos afetará a conversa entre a AP e Israel. "Isso introduz uma grande complicação", disse a fonte.

O movimento islâmico Hamas, ao qual os israelenses acusam de receber apoio do Hezbollah, não reconhece Israel.

Antes do anúncio de Haniyeh, o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, acusou o presidente palestino, Mahmoud Abbas, de sabotar as negociações ao buscar a reaproximação com o movimento islâmico que controla Gaza. "Em vez de se mover na direção da paz com Israel, ele (Abbas) está se movendo na direção da paz com o Hamas. Ele tem de escolher. Ele quer paz com Hamas ou paz com Israel? Não se pode ter as duas coisas."

"Não há nenhuma contradição entre a unidade (palestina) e as negociações (com Israel) e estamos comprometidos em estabelecer uma paz justa, com base numa solução de dois Estados", declarou Abbas.

Considerada uma organização terrorista por Israel, EUA e União Europeia, o Hamas expulsou o Fatah, a facção de Abbas, de Gaza em 2007. Cada lado se entrincheirou em seu território, estabelecendo forças de segurança e governos próprios. A divisão representa um grande obstáculo para o objetivo de Abbas de fundar um Estado palestino independente na Cisjordânia e Gaza, com capital em Jerusalém Oriental - regiões que Israel capturou na Guerra dos Seis Dias, em 1967.

O governo dos EUA mostrou-se decepcionado com o pacto de união entre os palestinos. "O momento é atribulado e estamos certamente decepcionados com o anúncio", afirmou a porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki. "Isso poderia complicar seriamente nossos esforços - não apenas os nossos, mas os das partes - em estender suas negociações."

Os governos do Egito e do Catar, por sua vez, elogiaram o pacto de reunificação palestina. / NYT, AP e REUTERS

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,fatah-e-hamas-reunificam-governo-e-marcam-eleicao-em-gaza-e-cisjordania,1157469,0.htm


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