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Ponte Octávio Frias de Oliveira
Por Geotube - quarta, 26 de novembro de 2014, às 20:40:22
Categoria: Postagem Obrigatória

Foto da ponte estaiada que cruza o Rio Pinheiros, um dos mais importantes rios da cidade de São Paulo.
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Política externa alimenta confronto entre candidatos presidenciáveis
Por Geotube - quarta, 01 de outubro de 2014, às 18:05:30
Categoria: Postagem Obrigatória
Aécio e Marina endurecem críticas à gestão de Dilma Rousseff e sugerem agenda semelhante para relação com outros países

Marca forte do governo petista, principalmente durante a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a condução da política externa virou parte do confronto entre os principais candidatos à Presidência. Embalados pelo recente discurso da presidente Dilma Rousseff na abertura da Assembleia-Geral da ONU, os adversários Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) endureceram o tom contra a petista.

Dilma, que durante seu mandato enfrentou críticas por ter um estilo mais discreto que o de Lula e, por isso, não ter experimentado o protagonismo que o ex-presidente teve na cena internacional, enfrenta agora um contraponto, com posições idênticas das campanhas de Aécio e Marina.

De um lado, Dilma reclama que teve seu discurso “inteiramente distorcido” no ponto em que disse que o melhor caminho para combater conflitos é a negociação e questionou a eficácia dos ataques dos Estados Unidos à Síria e ao Iraque, contra o Estado Islâmico e contra ameaças terroristas.

De outro, Aécio e Marina apontam que o alinhamento ideológico do governo brasileiro dificulta aspectos práticos do comércio exterior. Ao criticar o posicionamento de Dilma na ONU, Aécio a acusou de defender o diálogo com extremistas como o Estado Islâmico, grupo radical da Síria. Aécio chegou a dizer que Dilma “propõe diálogo com um grupo que está decapitando pessoas”.

A campanha de Marina também embarca na acusação, apontando que Dilma não prestigia a diplomacia brasileira, sendo “leniente” com o terrorismo. “O discurso de Dilma na ONU representou um desprestígio para o Brasil. Ela se utilizou de um espaço importantíssimo para falar sobre a política local. Isso foi uma decisão pessoal dela, que não valorizou a diplomacia brasileira”, disse Maurício Rands, um dos coordenadores do programa de governo de Marina.

“Ela passou uma imagem de leniência com o terrorismo e de falta de solidariedade com as nações que estão engajadas na solução de conflitos na Síria, por exemplo. Dilma passou uma imagem no mínimo ingênua”, criticou Rands.

EUA x China

A campanha de Marina avalia que falta ao governo de Dilma “maturidade” para superar os problemas diplomáticos ocorridos com os Estados Unidos. Um exemplo clássico de divergência citado pela campanha é o episódio da espionagem.Marina, em seu programa de governo, reagiu à intensificação ocorrida nos últimos anos das trocas comerciais com a China, que desde 2009 é o principal parceiro comercial do Brasil. A candidata do PSB defende a retomada do comércio mais intenso com os Estados Unidos, tanto é que sua agenda de campanha incluiu uma viagem a Washington, na semana passada, com o objetivo de sinalizar a empresários norte-americanos sua intenção de estabelecer novas parcerias, caso ela vença as eleições.

Para Rands, Dilma tomou a posição correta ao reagir com firmeza em relação à espionagem norte-americana, que atingiu empresas brasileiras e até e-mails pessoais da presidente. No entanto, ele critica a postura da petista ao dizer que ela “não colocou a energia necessária para superar este incidente e não permitir que ele influenciasse nos pontos em que as duas nações têm de convergência”.

“Há um potencial grande a ser explorado na relação entre Brasil e Estados Unidos no campo da tecnologia, do comércio e entendemos que houve um descuido do atual governo em relação a isso. Não houve maturidade para entender que, em diplomacia, é necessário”, disse Rands.

O programa de Marina deixa clara sua proposta de alinhamento preferencial com os Estados Unidos, em detrimento das trocas com a China. “Os Estados Unidos dão sinais de reativação de sua capacidade produtiva, reorientando gradualmente a matriz energética. A China sofre diminuição em sua taxa de crescimento, ainda expressiva, e passa a privilegiar o consumo no lugar do investimento”, diz o texto do programa de governo de Marina.

A presidente Dilma não divulgou programa de governo, no entanto, defende que a prática de seu governo tem sido manter as trocas comerciais com os Estados Unidos. Dilma defende que mantém relações prósperas com o governo americano, apesar das rusgas existentes e explicitadas em seus discursos, inclusive na ONU.

As revelações feitas em 2013 sobre a prática de espionagem, na avaliação do próprio governo, não influenciaram na relação comercial.’

‘Porosidade’

A reação do governo brasileiro foi de propor na ONU a elaboração de um marco civil global para a governança e uso da Internet e de medidas que garantam a proteção dos dados, proposta que contou com apoio da Alemanha.

Ao se contrapor à ideia já anunciada pela presidente Dilma Rousseff de criar um conselho de política externa, Marina Silva propõe em seu programa de governo uma maior “porosidade” do Ministério de Relações Exteriores (MRE), ponto que tem sido entendido como uma abertura da candidata a participação mais efetiva de ongs nas decisões internacionais.

“O Ministério das Relações Exteriores poderia ter sido mais valorizado nos últimos anos. Poderia ter sido fortalecido em diálogo com outros órgãos do Estado brasileiro e instâncias da sociedade civil, mas a instituição foi esvaziada com a partidarização ou ideologização da política externa”, diz o texto divulgado pela candidata do PSB.

“Para colocar outras vozes no debate sobre os rumos de nossa ação externa, não é necessário criar um conselho com atribuições paralelas. Propomos aumentar a porosidade do Itamaraty aos influxos externos, seja do Estado, seja da sociedade, o que começa a ser feito pela gestão atual da Casa de Rio Branco”, diz o texto.

No entanto, a própria campanha de Marina tem se empenhado em desfazer a ideia de que ela delegaria às ongs papel preponderante nas decisões, fama que Marina adquiriu quando conduziu o Ministério do Meio Ambiente, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Isso é uma caricatura”, defendeu Rands.

O que Marina propõe uma abertura maior do governo para o diálogo com ongs, com associações do setor produtivo, com associações de empresários, com ambientalistas, com a academia, com o objetivo de saber das reais necessidades das pessoas, para melhor representa-las na política externa”, justificou.

“O fundamental é resgatar o prestígio do Ministério de Relações Exteriores. Nosso país tem um dos melhores corpos diplomáticos do mundo e isso precisa ser melhor explorado”, justificou Rands.

Comentário: Com a aproximação das eleições, os debates e os confrontos entre os candidatos à presidência começam a ficar mais interessantes. Os principais candidatos exploram os pontos fracos dos adversários. A política externa brasileira, que ficou abalada com o governo Dilma, é o alvo da vez para Marina e Aécio, que buscam conseguir o maior número de votos nessa última semana antes das eleições e, para isso precisam enfraquecer a imagem de seus oponentes.

Rodrigo Caparroz


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EUA precisam de até 15 mil homens para vencer Estado Islâmico na Síria
Por Rodrigo (C-25) - sábado, 27 de setembro de 2014, às 15:59:12
Categoria: Postagem Livre
O número é três vezes maior do que os 5 mil recrutas que devem ser treinados por instrutores norte-americanos

O chefe do Estado Maior das Forças Armadas dos Estados Unidos, general Martin Dempsey, disse que é necessária uma força rebelde síria composta de 12 mil a 15 mil homens para derrotar os combatentes do Estado Islâmico (EI) no Leste da Síria. O número é três vezes maior do que os 5 mil recrutas que devem ser treinados por instrutores norte-americanos.

Dempsey ressaltou que é preciso mais que força aérea para derrotar o Estado Islâmico e indicou a “oposição síria moderada” como o melhor caminho para alcançar sucesso na operação. “Temos de fazer isto bem, não depressa”, destacou. O plano do presidente Barack Obama para treinar e equipar 5 mil rebeldes “moderados” foi aprovado na semana passada pelo Congresso dos EUA. A Arábia Saudita se ofereceu para acolher o treinamento em seu território.Essa foi a primeira vez que o governo dos EUA estimou um número sobre o efetivo necessário para expulsar os extremistas do EI. “Fizemos cálculos e entre 12 mil e 15 mil é o que consideramos que será necessário para que eles retomem o território perdido no Leste da Síria”, disse Dempsey em coletiva de imprensa ontem (26) no Pentágono. O general disse que a formação de uma força rebelde viável no local será essencial para expulsar o grupo radical do território sírio, o que exigirá tempo e paciência.

Os deputados britânicos também aprovaram nesta sexta-feira a participação do Reino Unido nos ataques aéreos da coligação liderada pelos EUA contra as bases do EI. A moção apresentada pelo primeiro-ministro David Cameron foi aprovada com 524 votos a favor e 43, contra. O texto autoriza “o recurso a ataques aéreos” dentro do apoio pedido pelo governo iraquiano e garante que o Reino Unido não enviará nenhum soldado para as zonas de combate. Líder do principal partido da oposição, Ed Miliband apoiou a decisão dizendo que a falta de ação levaria apenas a mais massacres no Iraque.

Hoje, os parlamentos da Bélgica e da Dinamarca também aprovaram a participação nos ataques aéreos contra o EI. Mais cedo, em uma reunião com o primeiro-ministro do Iraque, Haider al-Abadi, à margem da 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que seu país está pronto para apoiar nos esforços iraquianos contra a ameaça terrorista, principalmente a do Estado Islâmico (EI).

No dia com mais adesões à coligação para o combate ao grupo, o Estado Islâmico também teve de interromper a extração de petróleo dos campos situados na província de Deir Ezzor, no Leste da Síria. A interrupção foi causada por causa de diversos ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos em diversas refinarias. O petróleo de refinarias tomadas pelo EI é uma das principais fontes de financiamento das atividades do grupo, entre outras pouco conhecidas, como doações originárias de alguns países árabes.


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Cessar-fogo na Ucrânia é frágil, mas se mantém; mais de 3 mil morreram
Por Geotube - terça, 09 de setembro de 2014, às 08:49:52
Categoria: Postagem Obrigatória

O cessar-fogo alcançado entre as forças do governo ucraniano e separatistas pró-Rússia se manteve de modo geral em vigor nesta segunda-feira (8) no leste daUcrânia, apesar de as autoridades em Kiev acusarem os rebeldes de violações esporádicas durante a noite, especialmente perto do porto de Mariupol.

O cessar-fogo, que entrou em vigor na sexta-feira à noite, faz parte de um plano de paz destinado a acabar com um conflito de cinco meses na região, que já matou mais de 3.000 pessoas, segundo dados da ONU, e se tornou o pior confronto entre o Ocidente e a Rússia desde a Guerra Fria.

Autoridades em Mariupol disseram que o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, iria visitar a região ainda nesta segunda-feira.

Na manhã desta segunda-feira, um repórter da agência de notícias Reuters ouviu uma curta explosão de fogo de artilharia a leste de Mariupol, mas a área depois ficou em silêncio.

Tanto os rebeldes como as forças armadas da Ucrânia insistem que estão observando estritamente o cessar-fogo e culpam um ao outro por esporádicas violações.

A assessoria de imprensa do Exército ucraniano listou cinco violações da trégua por parte dos separatistas de domingo para segunda-feira, enquanto os separatistas acusam as forças do governo de se preparar para invadir uma localidade perto de Donetsk, o pólo industrial da região, seu principal reduto.

Mortes
O número de pessoas mortas no conflito na Ucrânia passa de 3.000 se forem incluídas as vítimas do acidente do voo MH17, que caiu na região, disse uma alta autoridade de direitos humanos da ONU nesta segunda.

Ivan Simonovic, secretário-geral adjunto da ONU para os Direitos Humanos, disse em uma reunião extraordinária da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) que o número registrado de pessoas mortas desde que o conflito começou em abril chegou a 2.729.

O total sobe para mais de 3.000 se as 298 vítimas da queda do avião da Malásia forem incluídas, como deveriam, disse ele.

Em 29 de agosto, balanço divulgado pelo mesmo funcionário da ONU apontava um total de 2.593 mortos no conflito na Ucrânia, incluindo civis, combatentes ucranianos e separatistas.

Sanções
A União Europeia vai seguir em frente com a implementação de novas sanções contra a Rússia nesta segunda, apesar de um frágil cessar-fogo na Ucrânia, informou a Comissão Europeia. "O pacote será formalmente implementado pelos Estados membros por meio de um procedimento por escrito hoje, mais tarde", disse a porta-voz da Comissão Europeia, Pia Ahrenkilde-Hansen, a repórteres.

Os detalhes serão publicados no Diário Oficial da UE na terça-feira, disse ela.

Comentário: Os conflitos que absteram a região da Ucrânia já fez mais 3000 vítimas. As forças separatistas pró Rússia  e o governo Ucrâniano  tentam segurar o cessar fogo que se mostra frágil, porém constantes violações  continuam a existir por parte dos dois lados.

Gabriel Martins

Fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/09/cessar-fogo-na-ucrania-e-fragil-mas-se-mantem-presidente-visitara-o-leste.html


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PT insinua que Marina vai enfraquecer Caixa e BB para depois privatizá-los
Por Rodrigo (C-25) - sexta, 05 de setembro de 2014, às 21:54:02
Categoria: Postagem Livre
Diretório Nacional do partido define candidata do PSB como conservadora nos direitos individuais, regressiva na reforma política e ortodoxa na economia

Com o reconhecimento de que Marina Silva (PSB) é a principal ameaça à reeleição de Dilma Rousseff (PT), o PT vai elevar o tom dos ataques à ex-senadora, definindo-a como conservadora nos direitos individuais, regressiva na reforma política e ortodoxa na economia - termos usados em resolução aprovada nesta sexta-feira (5) pelo Diretório Nacional do partido, e repetido por Rui Falcão, presidente da sigla, após o fim do encontro.

Um dos objetivos é descolar de Marina - que bateria Dilma por 48% a 41% no segundo turno, segundo o Datafolha - o rótulo de representante da nova política que a candidata do PSB tem reclamado para si.

"Para nós, a nova política é a Dilma, por tudo que ela tem feito, pela defesa dela na reforma política, ouvindo o povo através de uma Constituinte, através de um Plebiscito [ambos propostos após as manifestações de junho de 2013, mas que não foram efetivados], o que é diferente de uma proposta que a gente considera regressiva do ponto de vista político", disse Falcão.

A mudança de tom na campanha do PT tem sido cobrada por parte das alas mais à esquerda do partido, que acusaram Dilma Rousseff de dialogar pouco com os movimentos sociais, não entender a voz das ruas de  e de fazer uma campanha "fria", incapaz de mobilizar o eleitorado.

Segundo pesquisa Datafolha feita entre 1 e 3 de setembro, Marina Silva venceria Dilma por 48% a 41% no segundo turno. No primeiro, a petista tem 35% e a pessebista, 34%. 

Privatização

Outro objetivo é conseguir colar a Marina imagens que historicamente o PT colou nos candidatos do PSDB, como a de que a candidata do PSB favoreceria a privatização e daria mais poder ao mercado financeiro no comando da economia.

A proposta de reduzir o papel dos bancos públicos na oferta de crédito, como propõe Marina, poderia facilitar a venda das instituições, argumentou Falcão.

"Enfraquecer a Caixa e o Banco do Brasil pode  mais tarde abrir campo para a privatização dessas instituições", disse o presidente do PT, incluindo a Petrobras na lista de estatais ameaçadas por um eventual governo Marina.

A proposta de autonomia formal ao Banco Central, também defendida pela candidata do PSB, tiraria o controle popular sobre a política econômica, argumentou Falcão.

"No nosso entendimento, [a autonomia formal do BC] significa você suprimir das pessoas que são eleitas pelo povo (...) a formulação da política econômica, das intenções do desenvolvimento para alguém que não é eleito, que vai ter mandato definido e que provavelmente será um represetante do sistema bancário-financeiro", disse Falcão.

Já as propostas de reforma política de Marina - como a implementação de um mandato de cinco anos para presidente e a coincidência das eleições que hoje acontecem a cada dois anos - foram apresentadas como prejudiciais à democracia.

"É um projeto antipopular, antinacional, é um projeto ortodoxo do ponto de vista da economia, conservador do ponto de vista dos direitos individuais, regressivo do ponto de vista da reforma política e prejudicial aos trabalhadores quando fala explicitamente que não viabilizar a terceirização das atividades-fim emperra o desenvolvimento das indústrias."

Falcão aproveitou ainda a declaração de apoio à Marina feita pelo  Clube Militar - associação de oficiais da reserva, e que defende o golpe de 1964 como um movimento democrático - para alfinetar a adversária de Dilma.

"São pessoas que não gostam muito da democracia e alguns até tem o pé na ditadura, nas torturas, em tudo o que aconteceu de violento no regime militar. Espero que não sejam esses, não é? Mas é um direito é é um setor que tem influência em algumas corporações aí. Não sei se a candidata dialogou com eles, se vai dialogar."

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2014-09-05/pt-insinua-que-marina-vai-enfraquecer-caixa-e-bb-para-depois-privatiza-los.html


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