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Alissa (A-1), Gabriela (A-8)
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FOTO - Direito de ir e vir
Por Novosti - terça, 25 de novembro de 2014, às 20:34:58
Categoria: Postagem Obrigatória


categoria - modais
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Operação Porto Seguro: dois anos depois, nada foi resolvido
Por Gabriela (A-8) - domingo, 23 de novembro de 2014, às 20:48:06
Categoria: Postagem Livre

Enquanto o país assiste, estarrecido, ao desenrolar da Operação Lava Jato, que apura o desvio de bilhões de reais da Petrobras para os cofres de partidos políticos, outra investigação que começou com o mesmo estardalhaço caminha a passos lentos, sem que punições tenham sido aplicadas aos principais envolvidos. Trata-se da Operação Porto Seguro, que completa dois anos neste domingo. Segundo a Polícia Federal, o esquema viabilizava a negociação de pareceres técnicos com a ajuda de servidores de diferentes esferas da República: desde o número dois da Advocacia-Geral da União (AGU) até a chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha.

Nesse período, 23 pessoas foram indiciadas pela PF e 24 foram denunciadas pelo Ministério Público. Contudo, entre os 15 funcionários públicos envolvidos, nove continuam recebendo salários do governo. Os que foram exonerados são Rosemary, o nome mais proeminente da turma, o diretor da Antaq,Tiago Lima, o agente da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), Mauro Henrique Costa Souza, e o ouvidor afastado da Antaq, Jailson Santos Soares. O delator do esquema, Cyonil da Cunha Borges, técnico do Tribunal de Contas da União (TCU), pediu a própria exoneração e, hoje, trabalha como servidor do governo do Rio de Janeiro, após ter sido aprovado no concurso de auditor fiscal da Secretaria da Fazenda.

Os demais dez servidores envolvidos continuam recebendo religiosamente seus rendimentos provenientes da União - um custo mais de 2 milhões de reais para os cofres públicos, segundo dados do Portal da Transparência.

A situação dos envolvidos na Operação Porto Seguro é mais um dos casos de imoralidade dentro da legalidade. Segundo a lei nº 8.112/90, que trata do funcionalismo público, os servidores concursados só podem ser demitidos em duas hipóteses: se forem julgados e condenados na esfera criminal por algum crime contra a administração pública, ou se forem alvo de condenação na esfera administrativa, por meio de processos administrativos disciplinares (Pad). Sempre que um servidor é indiciado pela Polícia Federal ou denunciado pelo MPF, o Pad se faz necessário. É o caso dos participantes da trupe de Rosemary.

Segundo a Controladoria Geral da União (CGU), apenas o Pad de Rose, como é conhecida, foi concluído. Os demais ainda estão em aberto — alguns obstruídos pelas defesas dos indiciados. No caso de Rubens Carlos Vieira, ex-diretor da Agência Nacional de Aviação Civil, a conclusão do processo está prejudicada por uma ordem judicial conseguida pela defesa, que exclui Vieira da obrigação de ser interrogado. No caso dos funcionários do Ministério da Educação, Márcio Alexandre Lima e Esmeraldo Malheiros Santos, acusados de fornecer certificados e diplomas a troco de favores, os processos só não foram concluídos porque foram expedidos três mandados de segurança e duas ações cíveis para impedir a exoneração dos servidores. O mesmo ocorreu com a funcionária da SPU, Evangelina Pinho. No caso de José Weber Holanda, que era o então número dois da Advocacia Geral da União (AGU), houve afastamento do cargo, porém, ele continua atuando no órgão para o qual foi concursado, que é o Ministério do Planejamento. Já Ênio Soares Dias, ex-chefe de gabinete da Antaq, continua sua função, porém, loteado em outro órgão: o Ministério dos Transportes.

No âmbito criminal, o processo caminha a passos de tartaruga. Apenas em fevereiro deste ano a Justiça Federal decidiu abrir ação para apurar crime por parte de Rosemary e outros dezessete envolvidos no esquema. A denúncia do Ministério Público havia sido feita em dezembro de 2012, menos de um mês após a deflagração da operação da PF. A investigação foi desmembrada em pelo menos três focos: a atuação de Holanda, da AGU, a do ex-senador Gilberto Miranda, que teria se beneficiado dos pareceres conseguidos com o esquema, e o das empresas portuárias, que podem ter financiado a troca de favores. Os indiciados são acusados de corrupção, formação de quadrilha e tráfico de influência.

Já na área cível, a demora no julgamento da primeira ação de improbidade administrativa contra os investigados ocorre por causa de sua transferência para a Justiça Federal do Distrito Federal, feita a pedido da defesa de Holanda, um dos nomes mais graduados da investigação. Fontes ligadas ao processo afirmaram ao site de VEJA que a medida é procrastinatória, já que todo o esquema foi operado no estado de São Paulo.


http://veja.abril.com.br/not...-foi-resolvido


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Inflação oficial desacelera para 0,42% em outubro, diz IBGE
Por Isabela (A-12) - sexta, 07 de novembro de 2014, às 15:01:48
Categoria: Postagem Livre
IPCA havia ficado em 0,57% no mês anterior.
Em 12 meses, o indicador acumula alta de 6,59%, acima do teto do BC.

Os preços dos alimentos subiram menos e deram um alívio para a inflação oficial do país, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que recuou de 0,57% em setembro para 0,42% no mês seguinte, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 12 meses, o indicador acumula alta de 6,59%, abaixo dos 6,75% no mês anterior, mas ainda acima do teto da meta de inflação do Banco Central, de 6,5%. A taxa, nessa apuração, é a maior para o mês de outubro desde 2011. No ano, de janeiro a outubro, o IPCA tem alta de 5,05%.

A expectativa dos economistas para a inflação deste ano está em 6,45% e para 2015, em 6,32%, segundo o último boletim Focus, do Banco Central.

“Em outubro, apesar de os preços continuarem subindo, a taxa se reduziu em 0,15 ponto percentual. Quando a gente olha as regiões, a maioria delas apresentou redução. Foi mais ou menos generalizada quando consideramos as regiões metropolitanas”, afirmou Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE.

Em outubro, o avanço dos preços de alimentos e bebidas, que respondem pela maior parte do cálculo do IPCA, foi menor e, dessa forma, influenciou o comportamento da inflação oficial. De setembro para o outubro, a variação do indicador foi de 0,78% para 0,46%.

Apesar de o preço do tomate, ex-vilão da inflação, ter voltado a subir (de -9,42% para 12,37%), a alta do custo da carne desacelerou, de 3,17% para 1,46%, trazendo alívio para o bolso do consumidor.

“O principal item que influenciou setembro por causa do nível de variação foram as carnes, com 3,17%, e o peso da carne (2,7%) é muito grande, por isso que mesmo com 1,46% [de IPCA], exerceu impacto forte o índice de outubro. A cebola contribuiu para conter [-12,60% em outubro], mas o peso é menor do que a carne.”

Segundo Eulina, os preços do mercado mundial cederam e influenciaram o custo no mercado interno. "As commodities estão caindo, tem a questão da crise na Europa e, mesmo assim, a carne tem sido exportada. O Brasil tem exportado bastante carne. E pode ter havido também uma redução do mercado interno.”

As passagens aéreas, que no período da Copa do Mundo ficaram mais caras e pressionaram a inflação oficial, mostraram uma alta bem menor de setembro para outubro, de 17,85% para 1,94%. Com isso, a variação do grupo de despesas com transportes, do qual as passagens fazem parte, recuou de 0,63% para 0,39%. Na contramão, ficaram mais caros o etanol e a gasolina: a variação dos dois combustíveis, que estava perto de zero em setembro, subiu para 0,18% no mês seguinte.

“O grupo de transportes perdeu fôlego por causa das passagens aéreas. Aumentou muito na época da Copa, e a expectativa era que a demanda fosse muito forte, mas isso não aconteceu. O Brasil saiu antes e a demanda não foi tão forte. E grande parte de quem viaja, são viagens a negócios e no período da Copa ficaram paralisados, então, os preços caíram muito. Agosto refletiu a queda e setembro as promoções saíram e chegou a 17,85%. Por isso nos parece mais normal o resultado de outubro de 1,94%”.

Entre todas os grupos de despesa pesquisados pelo IBGE, a maior variação, partiu dos preços de habitação (de 0,77% para 0,68%), ainda que o avanço tenha sido menor de um mês para o outro. Subiram menos os preços de energia elétrica (de 1,37% para 1,20%), aluguel (de 0,57% para 0,61%) e mão de obra para pequenos reparos (de 1,04% para 0,82%).

“A energia elétrica também tem peso expressivo, qualquer diferença traz efeito sob a inflação”, disse Eulina.

A variação da taxa de água e esgoto, que havia recuado 0,45% em setembro - influência do Programa de Incentivo à Redução de Consumo de Água do Estado de São Paulo -, voltou a avançar, ficando em 0,26%.

Poucos grupos de despesa mostaram alta de preços: vestuário (de 0,57% para 0,62%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,33% para 0,39%).

"Quando se trata dos grupos de produtos dos serviços pesquisados, a maioria deles também mostrou resultados inferiores abaixo do mês de setembro. Mas dois deles foram fundamentais, que foram o grupo dos alimentos e bebidas e dos transportes. Esses dois são os principais grupos nas despesas das famílias, juntos eles pesam 43,24%”, explicou Eulina Nunes.

Questionada sobre de que maneira o câmbio e a gasolina costumam impactar no comportamento do IPCA, Eulina afirmou que o combustível - reajustado a partir desta sexta-feira, tem impacto direto sobre o próprio item. "Podem haver alguns impactos indiretos por conta do aumento da gasolina, até restaurantes, quem é proprietário, tem custo com a gasolina reajustada.”

“O câmbio tem efeito direto também sobre alguns itens como o milho, adubo e eletrodomésticos. Em que medida o câmbio pode afetar, nós vamos ter que medir. Isso tudo depende também da reação do consumidor. Do nível de atividade do comércio, se o comerciante vai poder passar ou não depende do que os agentes econômicos vão fazer em função da realidade que estamos vivendo.”

Neste ano, até agora, os principais impactos partem de refeição (7,80%), seguido por energia elétrica (14,55%), empregado doméstico (9,29%), que aumenta em função do salário mínimo, e carnes também (13,87%)”.

Onde os preços subiram ou caíram
Os maiores índices foram os de Campo Grande (0,79%) e de Goiânia (0,78%). Na outra ponta, com o menor índice, está Salvador (0,05%).

Inflação pelo INPC
Nesta sexta-feira, o IBGE ainda divulgou o comportamento da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que variou 0,38% em outubro, menos do que o 0,49% de setembro. No ano, o indicar acumula alta de 5,02% e, em 12 meses, de 6,34%.

http://g1.globo.com/eco...-diz-ibge.html


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Balança comercial tem pior resultado para outubro em 16 anos
Por Alissa (A-1) - segunda, 03 de novembro de 2014, às 21:06:13
Categoria: Postagem Livre
Queda de preço de minério de ferro e vendas menores de carro influenciam.
Na parcial do ano, déficit somou US$ 1,87 bilhão e teve pequena melhora.
A balança comercial brasileira teve em outubro o pior resultado para o mês desde 1998 – ou seja, em 16 anos. Segundo informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) nesta segunda-feira (3), as importações superaram as exportações em US$ 1,17 bilhão no mês passado.
De acordo com dados oficiais, as vendas ao exterior somaram US$ 18,33 bilhões, e, com isso, tiveram uma queda de 19,7% sobre outubro de 2013. Todas as categorias de produtos tiveram retração de exportações nessa comparação. As vendas de produtos básicos recuaram 15,4%; os manufaturados registraram queda de 30,3%; e as exportações externas de semimanufaturados caíram 1%.
Ao mesmo tempo, as importações somaram US$ 19,5 bilhões em outubro deste ano, com queda de 15,4% sobre o mesmo mês do ano passado. No mês passado, recuaram as importações de combustíveis e lubrificantes (-36,2%), de bens de consumo (-14%), de matérias-primas e intermediários (-9,3%) e de bens de capital (-12%).
De acordo com o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Daniel Godinho, o resultado da balança comercial em outubro deste ano está relacionado com a forte queda do preço do minério de ferro, de 40% sobre o mesmo mês do ano passado (que levou a China a perder, em outubro, o posto de principal comprador de produtos brasileiros para os Estados Unidos), e, também, com o recuo das vendas externas de automóveis – principalmente por conta das menores compras realizadas pela Argentina, que atravessa grave crise econômica.
Por outro lado, o governo informou que as vendas externas de carne suína bateram recorde para todos os meses em outubro deste ano, quando foram exportados US$ 183 milhões deste produto, principalmente para a Rússia – que proibiu importação de alimentos e produtos agrícolas da União Europeia e dos Estados Unidos - Hong Kong e Venezuela.
Acumulado do ano também está no vermelho
No acumulado dos dez primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, foi contabilizado um déficit de US$ 1,87 bilhão na balança comercial brasileira. Mesmo assim, o saldo deste ano teve leve melhora frente ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado um déficit (importações maiores do que exportações) de US$ 1,99 bilhão.
No acumulado de 2014, as exportações somaram US$ 191,96 bilhões, com média diária de US$ 909 milhões (queda de 3,7% sobre o mesmo período do ano passado). As importações, por sua vez, totalizaram US$ 193,83 bilhões, ou US$ 918 milhões por dia útil, uma queda de 3,7% em relação ao mesmo período de 2013.
"Continuamos trabalhando com um cenário de resultado positivo no final do ano [2014 fechado]. Precisamos aguardar o mês de novembro para confirmar essa expectativa. Dezembro é tradicionalmente superavitário. Do lado das exportações, costuma ocorrer maior esforço exportador para cumprimento de contratos e redução de estoques [em dezembro]", avaliou Godinho, do MDIC.

Resultado de 2013 e previsões para este ano
Em 2013, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 2,56 bilhões, o pior resultado para um ano fechado desde 2000, quando houve déficit de US$ 731 milhões.

De acordo com o governo, a piora do resultado comercial do ano passado aconteceu, principalmente, por conta do serviço de manutenção de plataformas de petróleo no Brasil, que resultou na queda da produção ao longo de 2013, e pelo aumento da importação de combustíveis para atender à demanda da economia brasileira.

A expectativa do mercado financeiro para este ano, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada, é de pequena piora do saldo comercial. A previsão dos analistas dos bancos é de um superávit de US$ 2 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior.

Já o BC prevê um superávit da balança comercial de US$ 3 bilhões para 2014, com exportações em US$ 240 bilhões e compras do exterior no valor de US$ 237 bilhões.

http://g1.globo.com/eco...-em-16-anos.html


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Moscou 'respeita' resultado das eleições separatistas na Ucrânia
Por Alissa (A-1) - domingo, 02 de novembro de 2014, às 20:55:25
Categoria: Postagem Livre
Agências de notícias russas divulgaram nota do Kremlin neste domingo.
Boca de urna após o pleito deu vitória ao principal líder rebelde em Donetsk.

O governo da Rússia anunciou que "respeita" os resultados das eleições presidencial e legislativas realizadas neste domingo (2) no leste separatista da Ucrânia – divulgaram agências russas de notícias. "As eleições nas regiões de Donetsk e de Lugansk transcorreram em calma, com uma taxa de participação elevada", informou o Kremlin, citado pelas três principais agências russas.

"Respeitamos a vontade dos habitantes do sudeste (da Ucrânia)", completou Moscou. Mais cedo, o presidente ucraniano Petro Poroshenko, havia pedido ao governo da Rússia que não validasse o resultado da votação.

Já a União Europeia considerou que a eleição organizada hoje foi ilegal, não será reconhecida e representa um "novo obstáculo" para uma solução pacífica para o conflito.

"Considero (a eleição) de hoje um novo obstáculo no caminho para a paz na Ucrânia", declarou a nova chefe da diplomacia do bloco, Federica Mogherini, em uma nota.

Boca de urna divulgada por Roman Liaguine chefe da Comissão Eleitoral instalada para esse pleito por parte da autoproclamada República Popular de Donetsk (DNR), apontou que o "primeiro-ministro" Alexandre Zakhartchenko foi eleito "presidente" neste domingo, com 81,37% dos votos.

Ainda segundo a enquete, seu partido, o "República de Donetsk", recebeu 65,11% dos votos nas eleições legislativas.

'Construir um novo Estado'
Filho de mineiro, o comandante de unidades rebeldes Zakhartchenko afirmou que seu desejo é "construir um novo Estado, que se tornará legítimo depois das eleições, e recuperar os territórios do leste atualmente sob controle ucraniano".

"A Ucrânia não quer a paz, o que quer que ela diga. Claramente, ela joga um jogo duplo", criticou Zakhartchenko, após ser declarado vencedor das urnas, neste domingo.

'Farsa', diz Ucrânia
Neste domingo (2), o presidente da Ucrânia, Petro Poroschenko, classificou a eleição separatista de "farsa realizada sob a ameaça dos tanques" e garantiu que o governo reagirá a esse desafio.

"Essa farsa realizada sob a ameaça dos tanques e das metralhadoras organizada por duas organizações terroristas na região de Donbass é um acontecimento terrível", declarou o presidente, referindo-se às repúblicas pró-russas de Donetsk e de Lugansk, segundo um comunicado.

"A Ucrânia reagirá a esse desafio de maneira adequada", prometeu.

http://g1.globo.com/mun...na-ucrania.html


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