Blog: PanGeo
Você está vendo a Turma 2014 - Ver outros anos

PanGeo Blog: PanGeo
Isabella (A-13), Luiza (A-17)
Marjorie (A-18)

Foto - O urbano como coadjuvante
Por PanGeo - quarta, 26 de novembro de 2014, às 00:03:18
Categoria: Postagem Obrigatória

Categoria: Parques
Local da foto: Parque do Ibirapuera

Lido 335 vezes   Comentários (0)
 
 
Líderes de Albânia e Sérvia se desentendem sobre Kosovo
Por Isabella (A-13) - segunda, 10 de novembro de 2014, às 17:21:45
Categoria: Postagem Livre

Foto: O premiê da Albânia, Edi Rama, e seu colega sérvio, Aleksandar Vuvic, inspecionam a guarda de honra de Belgrado nesta segunda-feira (10)

Propagandeada como um novo capítulo na história dos Bálcãs, a primeira visita de um líder albanês à Sérvia em 68 anos, ocorrida nesta segunda-feira (10), virou um bate-boca televisionado entre os primeiros-ministros a respeito da independência do Kosovo, ex-província sérvia de maioria albanesa.

A Sérvia considera o Kosovo o berço de sua nação e fé, mas a grande maioria dos 1,8 milhão de seus habitantes é de etnia albanesa que se separou em 2008 com apoio do Ocidente, quase uma década depois de a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) ir à guerra para deter uma onda de limpeza étnica.

“Temos duas posições inteireamente diferentes sobre o Kosovo, mas a realidade é uma só, e imutável”, declarou o premiê albanês, Edi Rama, em uma coletiva de imprensa transmitida pela televisão com seu homólogo sérvio,

Aleksandar Vucic. “Um Kosovo independente é uma realidade regional e europeia inegável, e deve ser respeitado.”

Visivelmente irritado, Vucic afirmou não ter esperado tal “provocação”.

“De acordo com a Constituição, o Kosovo é da Sérvia, e sou obrigado a dizer que ninguém pode humilhar a Sérvia.”

Rama respondeu: “Lamento, mais esta é a realidade que muitos reconhecem. Quanto antes vocês reconherem (isso), mais rápido podemos seguir adiante.”

A visita de Rama, a primeira de um representante albanês desde aquela do ditador comunista Enver Hoxha em 1946, já havia sido adiada no dia 22 de outubro, por conta de uma desavença diplomática em função de uma partida de futebol abandonada entre Albânia e Sérvia em Belgrado.

O jogo foi interrompido quando um drone (aeronave não-tripulada) levando uma bandeira com os dizeres “Grande Albânia” sobrevoou o campo, desencadeando uma briga entre os jogadores e a invasão dos torcedores sérvios no gramado.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/11/lideres-de-albania-e-servia-se-desentendem-sobre-kosovo.html


Lido 368 vezes   Comentários (0)
 
 
Com estiagem, SP, MG e RJ batem recorde de queimadas em outubro
Por Luiza (A-17) - sexta, 07 de novembro de 2014, às 12:38:02
Categoria: Postagem Livre

Amazônia? Não. Sudeste, Centro-Oeste e parte do Sul é que estão em chamas.

Ao final de um outubro seco, os Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro bateram recordes de queimadas para o mês.

Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, aliás, já ultrapassaram os totais anuais –faltando ainda dois meses para o fim de 2014– registrados desde 1998. São Paulo e Minas também deverão superar suas marcas históricas.

As 11.867 queimadas de Minas em 2014 se aproximam do recorde anual, 13.853, em 2007.

A prolongada estiagem na região, que resseca a vegetação, favorece a propagação do fogo. Muitos incêndios são acidentais, provocados por queima descuidada de resíduos vegetais e lixo.

Muitas queimadas, porém, são usadas para "limpar" pastos, preparar roças e facilitar a colheita manual da cana-de-açúcar. Outras, ainda, servem para abrir novas áreas para plantio ou preparar desmatamentos.

Minas Gerais é o caso mais sério. Até o último dia 31, o monitoramento do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) registrara 4.735 focos de queima, 106% acima da média para outubro (2.299) e ultrapassando até o máximo para esse mês (4.424).

"Com mais dois meses para fechar o ano e a prolongada estiagem, novos recordes anuais poderão ser confirmados", estima Alberto Setzer, responsável pelo monitoramento dos focos de queima no Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

São Paulo tem números menores, mas não menos preocupantes. Foram 887 em outubro, 124 a mais que o máximo para o mesmo mês na série histórica (763).

É provável que a marca anual seja rompida no Estado, pois 2014 já acumulou em terras paulistas um total de 4.606 focos de calor. Faltam menos de mil eventos para superar o máximo anterior –5.459, de 1999, quando a queima de canaviais ainda predominava (hoje há um acordo para encerrar a prática em 2017).

Em seguida aparece o Estado do Rio de Janeiro, com 1.372 focos até o dia 23, ou 21% além da pior cifra já anotada (1.133, em 2011). O único Estado do Sudeste a passar raspando pela prova de fogo é o Espírito Santo, que só está ligeiramente acima das médias anual e mensal.

Dois Estados do Centro-Oeste sugerem preocupação: Goiás e Tocantins. Embora ainda estejam distantes dos números máximos já registrados, em outubro estouraram todas as marcas. Tocantins teve 4.000 focos, contra o máximo anterior de 3.680, e Goiás presenciou 1.947 queimas, contra o recorde de 1.831.

Os maiores números absolutos de queimadas em 2014, porém, pertencem a Mato Grosso (26.584), Pará (23.816) e Maranhão (19.469). Mato Grosso se destaca porque grande parte desses registros ocorreram mesmo sob um decreto estadual que proibiu o uso do fogo de 15 de julho a 30 de setembro.

O Brasil todo teve até 31 de outubro 156 mil focos, ou uma queima para cada 55 km² de território. A maioria desses casos se deu em contravenção às legislações ambientais federal, estadual e municipal.

Além disso, os dados do Inpe se referem só aos sensores de um satélite, o Aqua, referência para comparar o monitoramento ao longo dos anos. Na realidade, o total de casos de uso do fogo na vegetação é muito superior, talvez até dez vezes maior. Os milhões de reais em multas aplicadas pelo Ibama e secretarias estaduais surtiram pouco efeito.

Por 13 dias, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, na região de Petrópolis (RJ), teve mais de 5.000 hectares (50 km²) atingidos pelo fogo criminoso. Só arrefeceu com a chegada da chuva.

Dezenas de outras áreas de preservação no país também foram afetadas, como o Parque Estadual do Jalapão (TO),com ao menos 40% da área de cerrado queimada neste ano.

No final de outubro, uma nuvem de fumaça com cerca de 1 milhão de quilômetros quadrados cobriu boa parte de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás. Sudeste, Sul e Centro-Oeste ardem.

 Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/amb...-em-outubro.shtml


Lido 372 vezes   Comentários (0)
 
 
Alckmin anuncia construção de estações de água de reúso
Por Marjorie (A-18) - quarta, 05 de novembro de 2014, às 18:03:36
Categoria: Postagem Livre

FOTO: Solo úmido e rachado da represa de Atibainha, que integra o Sistema Cantareira. O nível do sistema, que abastece um terço da população da Grande São Paulo (6,5 milhões de pessoas), voltou a cair na quarta-feira (5), passando de 11,9% para 11,8%, mesmo após chuvas no dia anterior. Para voltar ao normal, a terra rachada precisa ser preenchida pela chuva.

O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta quarta-feira (5) a construção de duas estações de produção de água de reúso que vão abastecer diretamente as bacias dos sistemas Guarapiranga e Alto Cotia. Serão as duas primeiras instalações no Estado que vão captar o esgoto para transformá-lo em água de reúso que servirá mais tarde para consumo.

"Na estação do Guarapiranga, vamos gerar 2 metros cúbicos por segundo de água de reúso. Teremos esse valor a mais sendo devolvido ao Guarapiranga independentemente de chuva", disse ele. A outra estação será feita na região do Rio Cotia e terá capacidade de produção de 1 metro cúbico por segundo. Cada metro cúbico de água é suficiente para abastecer 300 mil pessoas, segundo o governador. As estações estão em projeto e têm previsão de entrega para dezembro de 2015.

Alckmin também anunciou a construção de 29 reservatórios que aumentarão em 10% a capacidade de reserva de água tratada na região metropolitana.

O governador revelou ainda que a Sabesp vai aumentar a água transferida da Represa Billings para o Sistema Guarapiranga. O volume repassado passará dos atuais 2 metros cúbicos para 4 metros cúbicos por segundo. Para isso, foi reduzido há um mês a água enviada da Billings para usina hidrelétrica do litoral.

As medidas de reforço nos demais sistemas de abastecimento da região metropolitana têm como objetivo diminuir a demanda sobre o Sistema Cantareira. Hoje, 2,3 milhões de clientes deste último são atendidos pelo Guarapiranga e Alto Tietê.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ult...euso.htm#fotoNav=259


Lido 372 vezes   Comentários (0)
 
 
Obama enfrenta pressão para renovar equipe e resgatar seu mandato
Por Isabella (A-13) - segunda, 03 de novembro de 2014, às 21:46:41
Categoria: Postagem Livre

Uma reformulação na equipe do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, parece quase certa para depois das eleições legislativas desta terça-feira, que devem trazer perdas substanciais para o Partido Democrata. Pesquisas apontam que os republicanos, que fizeram da impopularidade de Obama uma grande bandeira na campanha, estão em uma forte posição para tomar os seis assentos necessários para tirar o Senado das mãos dos democratas. Eles também devem expandir sua maioria na Câmara dos Deputados. Nesta terça-feira os americanos vão às urnas para elegerem 36 senadores (pouco mais que um terço do total de 100 cadeiras), todos os 435 deputados da Câmara dos Deputados e 36 governadores.

Antigos e atuais assessores da Casa Branca, no entanto, dizem que mesmo que essas previsões se confirmem, Obama deve resistir a pedidos para que faça uma mudança geral para seus últimos dois anos no cargo, uma decisão que difere das rápidas manobras realizadas por seus antecessores após revezes semelhantes nas urnas. Mas ainda não é certo que novos reforços na equipe seriam o suficiente para ajudar o presidente a superar o impasse legislativo em Washington e pressionar por novas iniciativas para salvar o seu legado.

Ao mesmo tempo, também há dúvidas se Obama responderá com uma medida ainda mais crítica: alterar seu solitário estilo de liderança para lidar com a nova realidade do Congresso e com diversas crises internacionais. O presidente pode estar relutante em fazer alguma mudança fundamental de curso nos últimos dois anos de seu mandato, de acordo com pessoas dentro e fora da administração. “Sempre haverá mudança de pessoal aqui e ali”, particularmente entre pessoas que serviram por muito tempo, disse Jay Carney, ex-secretário de imprensa de Obama. Mas ele acrescentou que “não é o estilo de Obama fazer isso, eu não esperaria uma grande mudança”.

‘Bolha’ – Tanto apoiadores quanto críticos dizem que recentes deslizes para lidar com a crise do ebola e conter a insurgência do grupo Estado Islâmico (EI) no Oriente Médio precisam de grandes mudanças dentro da "bolha" que virou a Casa Branca, onde decisões políticas estão sendo concentradas em um grau considerado quase sem precedentes. “Ele deve cogitar ter uma equipe composta de rivais”, disse Jane Harman, ex-congressista da Califórnia regularmente consultada pela Casa Branca. “Ter pessoas com opiniões diferentes na sala seria útil", completou. No entanto, Obama, reconhecidamente leal àqueles que se mantiveram fiéis a ele, tem mostrado resistência em demitir membros mais sêniores de sua equipe. Quase todos os que saíram desde que ele assumiu o cargo fizeram isso voluntariamente. 

Fonte: http://veja.abril.com.br/not...tar-seu-mandato




Lido 373 vezes   Comentários (0)
 
 
  Próxima Página >>