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Caroline (C-5), Gabrielle (C-12)
Luana (C-18), Marcella (C-21)

Foto- Meios de transporte
Por PlanoAtualidade - quarta, 26 de novembro de 2014, às 12:17:40
Categoria: Postagem Obrigatória

Caroline Ribeiro  nº 05
Gabrielle Mancini 
 nº 12
Luana Ribeiro  nº 18
Marcella Miranda  nº 21
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Empreiteira exibe comprovantes de R$ 8,8 mi de propina pagos à Petrobras
Por Caroline (C-5) - segunda, 24 de novembro de 2014, às 21:01:35
Categoria: Postagem Livre

A empreiteira Galvão Engenharia apresentou na tarde desta segunda-feira (24) no inquérito daOperação Lava Jato, na Justiça Federal do Paraná, comprovantes de que pagou R$ 8,8 milhões em propina para uma empresa de consultoria do engenheiro Shinko Nakandakari.

Segundo a empresa, Shinko era encarregado de recolher o dinheiro como "emissário" da diretoria de Serviços da Petrobras, então comandada por Renato de Souza Duque.

Conforme a Folha revelou nesta segunda, o nome de Shinko, novo personagem no escândalo da Petrobras, foi informado à Polícia Federal pelo chefe da divisão industrial da Galvão, Erton Medeiros Fonseca.

Em depoimento concedido à PF no último dia 17, Fonseca disse que estimava em R$ 5 milhões o total pago a Shinko para que a empreiteira obtivesse contratos na Petrobras.

Com os documentos apresentados agora à tarde, subiu para R$ 12,8 milhões o total que a Galvão Engenharia afirma ter pago para o esquema –outros R$ 4 milhões foram destinados ao doleiro Alberto Youssef e ao ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa.

Segundo a empreiteira, os recursos dados a Youssef tinham como destino o PP (Partido Progressista).

Na petição entregue ao juiz Sérgio Moro, responsável pela condução da Lava Jato, os advogados José Luis Oliveira Lima e Camila Torres Cesar afirmaram que os pagamentos para Shinko ocorreram a partir de "uma efetiva ameaça de retaliação das contratações que a Galvão Engenharia tinha com a Petrobras, caso não houvesse o pagamento dos valores estipulados de maneira arbitrária, ameaçadora e ilegal".

Segundo os documentos protocolados hoje pela Galvão, a propina foi paga à empresa LFSN Consultoria Engenharia S/S LTDA., registrada em nome de Shinko Nakandakari e dois parentes, Luis Fernando Nakandakari e Juliana Sendai Nakandakari. De acordo com as notas fiscais, a remuneração se devia a "serviços prestados conforme contrato de prestação de serviços".

O primeiro depósito da Galvão, no valor de R$ 750 mil, ocorreu em 8 de novembro de 2010. O último, de R$ 230 mil, foi feito em 25 de junho de 2014. Sobre as operações incidiu cobrança de impostos. Do total de R$ 8,8 milhões acertado entre Galvão e Shinko, o valor líquido depositado em contas da família de Shinko Nakandakari foi de R$ 8,3 milhões.

"Meu cliente foi vítima dos crimes de extorsão e concussão", diz o advogado José Luis Oliveira Lima, que defende a Galvão. Segundo ele, se a empresa não fizesse os pagamentos exigidos, o ex-diretor Paulo Roberto Costa ameaçava inviabilizar os contratos que a empreiteira tinha com a Petrobras.

Na petição entregue ao juiz Sérgio Moro, os advogados afirmam que os pagamentos para Shinko ocorreram a partir de "uma efetiva ameaça de retaliação das contratações que a Galvão Engenharia tinha com a Petrobras, caso não houvesse o pagamento dos valores estipulados de maneira arbitrária, ameaçadora e ilegal".

Entre 2010 e 2014, a Galvão obteve R$ 3,47 bilhões em contratos com a estatal, de acordo com a Polícia Federal. Os consórcios que a empreiteira fazia parte entre 2007 e 2012 conquistaram mais R$ 4,1 bilhão em negócios com a Petrobras.

De acordo com Oliveira Lima, nenhum dos contratos foi obtido de maneira ilícita –todos foram conquistados pelo menor preço, ainda segundo ele.
A apresentação dos comprovantes, afirma o advogado, é a comprovação de que a empreiteira quer colaborar com a Justiça.

Segundo os documentos protocolados hoje pela Galvão, a propina foi paga à empresa LFSN Consultoria Engenharia S/S Ltda., registrada em nome de Shinko Nakandakari e dois filhos dele, Luis Fernando Nakandakari e Juliana Sendai Nakandakari.

De acordo com as notas fiscais apresentadas pela LFSN, a remuneração se devia a "serviços prestados conforme contrato de prestação de serviços".

O primeiro depósito da Galvão, no valor de R$ 750 mil, ocorreu em 8 de novembro de 2010. O último, de R$ 230 mil, foi feito em 25 de junho de 2014. Sobre as operações incidiu cobrança de impostos. Do total de R$ 8,8 milhões acertado entre Galvão e Shinko, o valor líquido depositado em contas da família de Shinko Nakandakari foi de R$ 8,3 milhões.

Folha não conseguiu localizar o empresário nem seus filhos até este momento.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/11/1552449-empreiteira-exibe-comprovantes-de-r-88-mi-de-propina-pagos-a-petrobras.shtml


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Ministros começam a colocar os cargos à disposição de Dilma
Por Caroline (C-5) - quarta, 12 de novembro de 2014, às 16:06:26
Categoria: Postagem Livre
Eles permanecerão nos postos. Intenção é deixar presidente à vontade.
Dilma pretende dar início à reforma ministerial após voltar da Austrália.

Pelo menos quatro ministros – Aloizio Mercadante (Casa Civil), Mauro Borges (Desenvolvimento e Comércio Exterior), Manoel Dias (Trabalho) e Marcelo Néri (Assuntos Estratégicos) – anunciaram nesta quarta-feira (12) que colocaram os cargos à disposição da presidente Dilma Rousseff.

Embora colocando os cargos à disposição, esses ministros devem permanecer nos postos até o final do atual mandato da presidente. A atitude deles é diferente da de Marta Suplicy (Cultura), que nesta terça entregou carta de demissão e deixou o cargo – o ministério passou a ser conduzido interinamente pela secretária-executiva Ana Cristina Wanzeler.

O movimento para que os ministros coloquem os cargos à disposição foi articulado pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante. A intenção é deixar a presidente à vontade para dar início à reforma ministerial depois que voltar da Austrália, onde participa nesta semana da reunião do G20 (as 20 maiores economias do mundo).

Nesta quarta-feira (12), a presidente comentou o assunto no Catar, onde fez escala antes de seguir para a Austrália. Ela afirmou que todos os ministros deverão entregar uma carta a ela – os que vão sair e os que não vão. "Não estabeleci nenhum prazo. Não vou fazer a reforma imediatamente", declarou.

As assessorias dos ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), Ricardo Berzoini (Relações Institucionais), Miguel Rossetto (Desenvolvimento Agrário) e Paulo Bernardo (Comunicações) informaram que eles não entregarão cartas colocando o cargo à disposição. Com isso, a menos que sejam demitidos, eles permanecem nos cargos até 31 de dezembro, um dia antes da posse da presidente para o segundo mandato.

Fonte: http://g1.globo.com/pol...o-de-dilma.html


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Mantega admite corte de despesas na transição para próximo governo
Por Caroline (C-5) - sexta, 07 de novembro de 2014, às 15:19:25
Categoria: Postagem Livre
Ministro citou ajustes em despesas crescentes como benefícios salariais. Governo também reduzirá subsídios ao crédito privado no BNDES.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta sexta-feira (7) que a transição da equipe econômica será marcada por "ajustes", com a redução de despesas crescentes na política fiscal e monetária. A declaração foi feita durante evento de política fiscal realizado na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo.

"Temos agora que fazer uma redução importante das despesas e procuramos reduzir as que mais crescem, como seguro-desemprego, abonos e auxílio-doença, que representam um gasto de R$ 70 bilhões por ano", disse, assegurando que os ajustes serão feitos ainda antes de deixar o cargo, até o fim do ano, para iniciar 2015 em situação mais confortável.

Mantega deve deixar o comando do Ministério da Fazenda no próximo mandato da presidente Dilma Rousseff. Seu sucessor, no entanto, ainda não foi anunciado.

O ministro também citou a redução de subsídios nos financiamentos, como os empréstimos a baixo custo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) a empresas, como parte da nova política de austeridade. As medidas ainda não foram definidas e serão anunciadas oficialmente, ainda sem previsão de data.

Em setembro, as contas públicas tiveram um inesperado déficit primário em torno de R$ 20 bilhões, o maior da história, aumentando as chances de 2014 fechar no vermelho pela primeira vez.

Mantega atribuiu parte do mau resultado à redução da arrecadação, puxada pelo menor crescimento econômico. "Havendo uma recuperação, teremos aumento da arrecadação novamente", afirmou.

Quanto a mudanças na política monetária, o ministro citou a adoção de uma postura mais flexível, sem especificar como seria feita.

Com o anúncio, o governo abandona a política anticíclica, marcada por desonerações e incentivos pontuais em setores específicos, adotada em reação à crise internacional de 2008, e elogiada por Mantega.


Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/11/mantega-admite-corte-de-despesas-na-transicao-para-proximo-governo.html


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Petrobras despenca e puxa queda da Bovespa após reeleição de Dilma
Por Caroline (C-5) - segunda, 27 de outubro de 2014, às 19:40:55
Categoria: Postagem Livre
Ibovespa caiu 2,77%, a 50.503, no menor patamar desde abril.
Petrobras caiu mais de 12%, maior baixa em seis anos.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda nesta segunda-feira (27), em reação à reeleição da presidente Dilma Rousseff na véspera por uma margem apertada.

O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 2,77% e encerrou o dia a 50.503 pontos, menor patamar desde o dia 15 de abril. 

As ações da Petrobras despencaram mais de 12%, a principal pressão negativa no índice. A estatal encerrou o dia com a maior queda diária desde novembro de 2008.

Os papeis da Eletrobras também estavam entre as principais baixas do dia, com desvalorização de quase 12%. As ações do Banco do Brasil, por sua vez, recuavam mais de 5% perto do fim do pregão.

Operadores e analistas criticam o que consideram como intervenção excessiva nas estatais que, na visão dos agentes, deve persistir com a continuidade de Dilma no Palácio do Planalto, segundo a agência Reuters.

"Se Dilma optar por um caminho diferente, pode conseguir acalmar o mercado. Caso insista em nomes [de ministros da Fazenda] que não são bem aceitos pelo mercado, teremos mais quatro anos extremamente ruins na economia. No primeiro momento, o mercado não irá dar o benefício da dúvida a ela", disse à Reuters o gestor de um fundo no Rio de Janeiro, pedindo para não ser identificado.

"A economia está muito mal, o quadro fiscal é péssimo e o mercado externo tem um risco crescendo, fora o risco de racionamento (de energia) no ano que vem", disse à Reuters o gestor Eduardo Roche, da Canepa Asset Management.

O analista Marco Aurélio Barbosa, da CM Capital Markets, disse em nota que há vários pontos na agenda econômica (política fiscal e monetária) e política (reforma política e combate à corrupção) que devem nortear as ações do governo nessa virada de mandato, e podem ser decisivos para o mercado financeiro.

"Se o governo agir rápido, pode retomar um certo nível de confiança reduzindo a volatilidade e abrido espaço para a retomada dos investimentos", escreveu a clientes.

O dólar também reagiu ao desfecho do segundo turno, fechando esta segunda-feira com alta de 2,68%, a R$ 2,5229.


Fonte: http://g1.globo.com/eco...ao-de-dilma.html


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