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Foto - Natureza na selva de pedra
Por Pragmaticos - terça, 25 de novembro de 2014, às 21:02:01
Categoria: Postagem Obrigatória

Categoria - Parques
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Mais de 400 mil estão isolados por inundações na Índia e no Paquistão
Por Pragmaticos - terça, 09 de setembro de 2014, às 21:00:13
Categoria: Postagem Obrigatória

Socorristas tentavam ajudar nesta terça-feira (9) centenas de milhares de habitantes do norte da Índia e do Paquistão, isolados do resto do mundo pelas recentes inundações que provocaram a morte de mais de 400 pessoas.

Os serviços de socorro se esforçavam para colocar a salvo as pessoas resgatadas que estavam bloqueadas na parte indiana da região montanhosa da Caxemira, entre Índia e Paquistão, onde centenas de localidades desapareceram sob a água.

Cerca de 400 mil pessoas seguem bloqueadas nas zonas invadidas pela água do lado indiano, segundo a agência Press Trust of India (PTI).


Milhares de soldados, policiais e outros funcionários de emergência se mobilizaram nos dois países para distribuir água potável, cobertores e material de ajuda.Além disso, 200 pessoas morreram na parte indiana, indicou Rajesh Kumar, funcionário policial de alto escalão da região. As autoridades paquistanesas registraram, por sua vez, 206 mortos, a maioria deles na província de Punyab, segundo as autoridades.

"A situação no vale da Caxemira (...) é muito crítica", disse Kumar à AFP. Muitas pessoas estão "presas com água no pescoço e precisam ser resgatadas o quanto antes", acrescentou, embora não tenha fornecido um número exato.

Em Srinagar, principal cidade da parte indiana da Caxemira, muitos habitantes contaram como conseguiram se salvar sem os socorristas.

Homens usam barco improvisado em Srinagar
(Foto: FP Photo/Punit Paranjpe)

Abdul Latif Rather, um professor aposentado, disse que havia esperado longas horas no domingo com sua esposa enquanto a água invadia sua casa. Finalmente, jovens de seu bairro conseguiram salvá-los em um barco improvisado.

"Arriscaram a vida por nós", declarou sentado na rua.

Em um salão de festas dos subúrbios de Srinagar, 400 pessoas tentavam se recuperar, sentadas ou encostadas em pequenos grupos no chão, depois de terem visto a água tomar conta de suas casas.

"Tudo aconteceu muito rápido", explica Ruqsat Banu, ao mesmo tempo em que tenta reconfortar seus sogros, já idosos.

Os socorristas "tinham prioridades. Primeiro levaram as mulheres e crianças e deixaram os homens", acrescenta, explicando que teve que sair sem seu marido.

Com a melhora do tempo, os socorristas puderam intensificar suas tarefas. No total, 42.500 pessoas foram resgatadas, segundo o ministério da Defesa.

"'Faltam barcos para socorrer as pessoas nas zonas inundadas", disse o comissário de divisão da Caxemira, Rohit Kansal, à PTI.

As redes de água e eletricidade foram restabelecidas em algumas das zonas menos afetadas, explicou.

"A principal estrada segue isolada. Felizmente, muitas outras estradas conseguiram ser recuperadas em grande parte", afirmou.

COMENTÁRIO: A Índia por ser uma das nações mais populosas e povoadas do mundo não consegue fazer grandes investimentos na prevenção de inundações em todas as regiões de seu território, já que tem outras prioridades como a pobreza e o caos urbano. Prova disso são as recentes enchentes que estão devastando a região da Caxemira a qual também sofre com o clima de monções. Esse que é caracterizado com invernos (Dezembro e Janeiro) secos e verões (Julho e Agosto) muito chuvosos, sendo um dos índices pluviométricos mais altos do mundo. Isso faz com que centenas de pessoas sejam forçadas à largar suas casas para que possam sair dessa situação de calamidade.

Gustavo Borges



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Número de refugiados sírios chega a 3 milhões, segundo a ONU
Por Pragmaticos - sexta, 29 de agosto de 2014, às 20:44:54
Categoria: Postagem Obrigatória

Um a cada oito sírios foram forçados a atravessar as fronteiras do país.
Brasil abriga 1.250 sírios, a maior população de refugiados.

O número de refugiados sírios em todo o mundo chegou a 3 milhões nesta sexta-feira (29), segundo a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). Isso significa que um a cada oito cidadãos sírios foram forçados a atravessar as fronteiras do país.

Desde março de 2011, a Síria enfrenta uma guerra civil. O presidente Bashar al-Assad, da minoria étnico-religiosa alauíta, enfrenta uma rebelião armada que tenta derrubá-lo do poder.

Com a nova cifra, os sírios passam a ser a maior população de refugiados sob cuidado da ACNUR. Desde o começo do conflito no país, a agência diz que passou a registrar refugiados mais rapidamente.

São nos países vizinhos à Síria que as concentrações de refugiados sírios são maiores. O Líbano abriga 1,14 milhão deles; a Jordânia recebeu 608 mil; e a Turquia, 815 mil. Quatro em cada cinco refugiados buscam tentar a vida em vilas e cidades fora dos campos de refugiados, diz a agência.

Outros 6,5 milhões de sírios se deslocaram internamente, de acordo com a agência, e mais da metade deles são crianças.

Além disso, governos estimam que outras centenas de milhares de sírios estão buscando refúgio em seus países.

As famílias que fogem da guerra civil na Síria chegam a outros lugares em estado de choque, exaustas e assustadas, diz a ACNUR. Além disso, a viagem para fora do país está se tornando cada vez mais difícil, e refugiados acabam pagando a contrabandistas para passar a fronteira.

A agência diz que os combates na Síria parecem estar piorando e que novas áreas estão se esvaziando. Entre os principais problemas do conflito estão o cerco a populações, a fome e a morte indiscriminada de civis.

Doenças crônicas também são comuns entre os refugiados. Os que chegaram recentemente à Jordânia sofrem de diabetes, doenças cardíacas e câncer, e fugiram porque não tinham condições de receber tratamento adequado.

Sírios no Brasil
No Brasil, o número de refugiados sírios chegou a 1.250 no final de julho, segundo o Ministério da Justiça. É a maior população de refugiados no país, à frente de colombianos (1.236) e angolanos (1.066).

Os sírios chegaram no país com a esperança de um recomeço após perderem casa, emprego e segurança na Síria. Devido ao conflito, o Brasil passou a facilitar a obtenção do visto de turista para os cidadãos desse país. Em São Paulo, 
a comunidade se une para conseguir emprego e casa para recém-chegados.

Conflito de mais de 3 anos

Segundo o Observatório Sírio para Direitos Humanos, a guerra já deixou pelo menos 191 mil mortos. Pelo menos 8,6 mil crianças morreram.


O maior número de mortes documentadas pela ONU foi registrado na periferia rural de Damasco (39.393), seguida de Aleppo (31.932), Homs (28.186), Idleb (20.040), Daraa (18.539) e Hama (14.690).

Inicialmente, a maioria sunita e a população em geral realizavam protestos reivindicando mais democracia e liberdades individuais. Com a repressão violenta das forças de segurança, o conflito se transformou em revolta armada, apoiada por militares desertores e por grupos islamitas como a Irmandade Muçulmana, do Egito, e radicais com o grupo Al-Nursa, "franquia" da rede terrorista da Al-Qaeda.

Os confrontos destruíram a infraestrutura do país e gerou uma crise humanitária regional. Em agosto de 2013, um ataque em um subúrbio de Damasco com armas químicas atribuído ao regime foi considerado o mais grave incidente com uso de armas químicas no planeta desde os anos 1980. Um “grande número” de pessoas morreu com os ataques de gás sarin, segundo relatório da ONU.

A guerra civil síria reviveu as tensões da Guerra Fria entre Ocidente e Oriente, por conta do apoio da Rússia ao regime sírio. Os EUA se limitam, oficialmente, a oferecer apoio não letal aos rebeldes e a fornecer ajuda humanitária.

Após proposto pela Rússia, a Síria colabora com a Opaq (Organização para a Proibição de Armas Químicas) para uma operação conjunta de desarmamento químico no país

Comentário: Protestos reinvidicando democracia e liberdade se tornaram em uma das maiores guerras civis ja existentes. Com aproximadamente 191 mil mortos metade da população siria ou está refugiada ou desalojada. Atualmente os Sirios estão divididos em vários paises, com esperança de um recomeço após perderem quase tudo na guerra civil. Muitos deles estão localizados no Libano, na Jordania e na Turquia, entretanto, os sirios tambem foram em busca de outros paises para se refugiarem, o Brasil estando incluido. A guerra civil que ja dura 3 anos não parece estar perto de um fim.


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Datafolha divulga pesquisa eleitoral com Marina Silva como candidata
Por Pragmaticos - segunda, 25 de agosto de 2014, às 20:54:24
Categoria: Postagem Obrigatória

Foi publicada a primeira pesquisa Datafolha para presidente da República depois da morte de Eduardo Campos. A pesquisa, encomendada pela Folha de S. Paulo foi divulgada, nessa segunda-feira (18), pelo jornal e incluiu Marina Silva como candidata. O nome de Marina ainda não foi confirmado pelo PSB, mas o partido já dá como certa a escolha dela.

Marina Silva aparece tecnicamente empatada com Aécio Neves, do PSDB, no primeiro turno, com um ponto a mais do que o tucano. Dilma Rousseff, do PT, lidera. O levantamento do Datalfolha afasta a possibilidade de a eleição ser resolvida no primeiro turno.

O nível de confiança é de 95%, o que significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles, os resultados estariam dentro da margem de erro prevista, que é de dois pontos para mais ou para menos.

Na pesquisa feita no dia 17 de julho, Eduardo Campos, do PSB, tinha 8%. Depois da morte do candidato, o Datafolha pesquisou um cenário em que ele é substituído pela vice, Marina Silva. Que aparece com 21%. Com a margem de erro, tem de 19% a 23%.

Dilma Rousseff, do PT, tinha 36% quando Eduardo Campos ainda disputava a presidência. No cenário com Marina candidata, manteve 36%. Com a margem de erro, tem de 34% a 38%.

Aécio Neves, do PSDB, tinha 20% quando Eduardo Campos ainda era candidato. Agora em agosto, no cenário com Marina, manteve 20%. Com a margem de erro, tem de 18% a 22%.

Pastor Everaldo, do PSC, tinha 3% e manteve 3%. Com a margem de erro, tem de 1% a 5%.

Os votos brancos e nulos somam 8%. Não sabem ou não responderam, 9%. Zé Maria, do PSTU, e Eduardo Jorge, do PV, têm 1% cada. Luciana Genro, do P-SOL, Rui Costa Pimenta, do PCO, Eymael, do PSDC, Levy Fidélix, do PRTB, e Mauro Iási, do PCB, não atingiram 1%.

Segundo turno
O Datafolha também fez simulações de segundo turno. Marina Silva aparece à frente de Dilma Roussef, mas as duas candidatas estão tecnicamente empatadas. Em uma possível disputa entre Dilma Rousseff e Marina Silva, Marina aparece com 47%. Com a margem de erro, tem de 45% a 49%. Dilma tem 43% e, com a margem de erro, tem de 41% a 45%. As duas candidatas estão tecnicamente empatadas, no limite da margem de erro.

Em uma possível disputa entre Dilma e Aécio Neves, Dilma tem 47%. Com margem de erro, tem de 45% a 49%. Aécio aparece com 39%. Com margem de erro, tem de 37% a 41%. O Datafolha não fez simulação de segundo turno entre Marina Silva e Aécio Neves.

Avaliação governo
O Datafolha também divulgou uma nova pesquisa sobre a avaliação dos eleitores a respeito do governo da presidente Dilma Rousseff. A avaliação positiva da presidente aumentou. No início de julho, 35% dos entrevistados consideravam o governo Dilma ótimo ou bom. Em outra pesquisa de julho, foi para 32%. Agora, 38%.

Os que consideravam o governo regular eram 38% no início de julho, manteve os 38% e agora, o mesmo índice. Os que consideravam o governo ruim ou péssimo eram 26%. Depois, 29%, e agora, são 23%.

COMENTARIO 

Esa pesquisa nos mostra que, por motivos emocionais ou nao, muitos da populacao brasileira nao esta satisfeita com oo bipardidarismo brasileiro, entre o PSDB E O PT. podemos perceber essa fato devido a alta porcentagens de voto q marina conseguiou, sem nunhum dos dois candidatos, tanto do PSDB e do PT, perderem seus votos, ou seja com Marina o numero de eleitores que votariam em branco ou nulo diminuiu. 

E segundo a pesquisa, com certeza ocorrera um segundo turno e nesse caso, por enquanto, a Marina sairia ganhando essa disputa


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Presidente da Ucrânia marca eleição parlamentar para 26 de outubro
Por Gustavo (D-9) - segunda, 25 de agosto de 2014, às 20:27:34
Categoria: Postagem Livre

KIEV (Reuters) - O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, dissolveu o Parlamento nesta segunda-feira e anunciou uma eleição em 26 de outubro no país, envolvido em uma guerra com separatistas pró-russos que levou a uma deterioração inédita nas relações com a Rússia.

A decisão de Poroshenko era esperada desde que o governo de coalizão ucraniano foi desfeito em 24 de julho.

Poroshenko e seu gabinete, cujas políticas pró-Europa têm irritado o Kremlin, esperam até outubro estabilizar a situação no leste o suficiente para realizar uma votação relativamente normal que dará a eles uma maior legitimidade e uma posição melhor para negociar com a Rússia.

"Tomei a decisão de dissolver o Parlamento para a realização de eleições de 26 de outubro", declarou Poroshenko em uma nota no Twitter na qual exortou todos os ucranianos a votar.

Ele e seus apoiadores liberais buscam apoio à linha dura que adotaram na guerra com os rebeldes e nas políticas de integração com a Europa, origem do confronto com o governo russo.

Moscou, irritada com a deposição do ex-presidente pró-Rússia Viktor Yanukovich, que fugiu na esteira da morte de mais de 100 manifestantes em Kiev pelas mãos de atiradores de elite da polícia, anexou a península da Crimeia em março.

A liderança de Poroshenko acusa Moscou de estar por trás das rebeliões no leste da Ucrânia, o que Moscou nega.

Em um comunicado aos seus compatriotas em seu site na noite desta segunda-feira, Poroshenko expressou esperança de que a eleição expulse grande parte da “velha guarda” que apoiava Yanukovich e produza uma coalizão capaz de realizar reformas econômicas e políticas vitais depois de anos de corrupção e negligência.

“Durante um ano e meio, o atual Parlamento apoiou Yanukovich, e justamente a maioria destes deputados adotou leis ditatoriais que roubaram a vida dos 'Cem Celestiais'”, disse, referindo-se aos manifestantes mortos, que adquiriram a aura de mártires em Kiev.

“Alguém tem que assumir a responsabilidade disto – criminal e política", afirmou.

O momento do anúncio da nova eleição teve o objetivo de enviar ao presidente russo, Vladimir Putin, e às autoridades da União Europeia a mensagem de que a Ucrânia está se estabilizando e criando estruturas democráticas depois da má administração dos anos Yanukovich.

http://noticias.br.msn.com/pre...-26-de-outubro-1


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