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Pontes da cidade
Por Quarteto_geografico - sexta, 28 de novembro de 2014, às 21:19:31
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Ponte- Parque do Ibirapuera 
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Aécio afirma que Dilma dá 'desculpa' ao dizer que desconhecia corrupção
Por Quarteto_geografico - terça, 09 de setembro de 2014, às 20:21:33
Categoria: Postagem Obrigatória
Candidato do PSDB comentou denúncias de irregularidades na Petrobras.
Ele voltou a dizer que o PT se 'apropriou' da estatal. 

O candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves, disse nesta terça-feira (9) que a presidente Dilma Rousseff dizer que não sabia de eventual corrupção na Petrobras é uma "desculpa que não serve mais aos brasileiros".

Aécio deu a declaração em Goiânia, onde participou de ato de campanha. Ele foi questionado por jornalistas sobre as denúncias do ex-diretor de Refino e Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, segundo quem havia pagamento de propina para políticos e autoridades do governo em um esquema que beneficiava contratos de fornecedores da Petrobras. 

"Não dá para a presidente Dilma voltar a dizer que não sabia. Essa desculpa não serve mais ao povo brasileiro", disse Aécio.

Segundo o candidato, a oposição já denuncia problemas na Petrobras desde o ano passado. "A gente começou a denunciar irregularidades na estatal e o governo dizia que a gente queria denegrir a imagem da principal empresa publica brasileira. Hoje vemos que um grupo político se apropriou da Petrobras para fazer negócios, que tinham como consequência manter o PT no governo. Isso precisa ser investigado", afirmou.

O candidato afirma que pretende reformular a empresa para evitar novas fraudes. "A minha proposta é a de devolver a Petrobras aos brasileiros, isso em todas as empresas públicas. Farei uma intervenção em todas elas", afirmou, sem destacar quais mudanças seriam essas.

Aécio voltou a afirmar, a exemplo do que tem feito em atos de campanha, que a presidente Dilma vai perder as eleições.

"O PT vai perder essas eleições, essa é a minha convicção. Eles não têm mais condições de permanecer no poder. Por isso queremos uma retomada de valores e que salve a economia brasileira. A situação que vivemos hoje, com corrupção e volta da inflação, só mostra a inexperiência da presidente Dilma", disse.

Suposto esquema de corrupção na Petrobras
Em depoimento ao Ministério Público, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa delatou que havia pagamento de propina a políticos em contratos fechados pela estatal. Reportagem da revista "Veja" desta semana disse que, nos depoimentos, Costa afirmou que estão envolvidos no suposto esquema três governadores, seis senadores, um ministro e pelo menos 25 deputados federais.

Costa foi preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, que investiga esquema bilionário de lavagem de dinheiro em todo o país. Ele fez acordo de delação premiada com a Polícia Federal e tem prestado depoimentos sobre os supostos casos de corrupção na Petrobras.

A Superintendência da Polícia Federal no Paraná abriu uma investigação para apurar o suposto vazamento do depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre um suposto esquema de propina na estatal. O inquérito foi aberto no sábado (6), após a publicação das primeiras reportagens sobre a suspeita de envolvimento de políticos no caso.

Críticas a Marina
Em Goiânia, Aécio Neves também fez críticas a Marina Silva, uma de suas concorrentes na disputa eleitoral. A exemplo do que vem fazendo em discursos recentes, ele disse que a candidata do PSB defende hoje posições diferentes de antes.

"Hoje ela é a Marina que defende a política econômica proposta pelo PSDB ou é aquela que foi contra o Plano Real? Ela é aquela que hoje abre os braços para o agronegócio ou é aquela que criou uma proposta contra os transgênicos? É a Marina que dentro do PT defendia o corporativismo ou é a que impedia a qualidade da gestão pública? Ou é a Marina que agora defende remuneração variável para os servidores públicos?", questionou.

Fonte:http://g1.globo.com/goias/eleicoes/2014/noticia/2014/09/para-aecio-dilma-dizer-que-nao-sabia-de-corrupcao-e-desculpa-e-nao-serve.html

Comentário: No jogo político brasileiro, a regra parece ser "matar ou morrer". O candidato Aécio, por meio das críticas a suas adversárias Dilma e Marina, tenta mostrar que seu plano de governo é superior e que o governo de Dilma tem sido palco de escândalos com a principal empresa estatal: a Petrobrás. É necessário que haja uma transparência em relação às práticas políticas de nossos governantes, uma vez que a decisão deles determinam o curso de nossas vidas.



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Afinal, foi a Copa que derrubou a economia?
Por Quarteto_geografico - sexta, 29 de agosto de 2014, às 22:23:13
Categoria: Postagem Obrigatória

Nos últimos quatro anos, o governo se esforçou em convencer os brasileiros que a Copa do Mundo ajudaria a impulsionar a economia, criando empregos, multiplicando os investimentos e atraindo um grande contingente de turistas para o país.

"O Mundial é uma oportunidade histórica para promovermos desenvolvimento socioeconômico no âmbito local e nacional", disse, por exemplo, Joel Benin, assessor para Grandes Eventos do Ministério dos Esportes, no início do ano. "Ele gerará 3,6 milhões de empregos, movimentará bilhões e deixará um legado importante na área econômica."

Passado o evento, porém, consultorias econômicas, como a Tendências e a Capital Economics, fizeram seus cálculos e concluíram que o seu efeito geral sobre o PIB foi nulo ou insignificante. Mas poucas esperavam um impacto negativo.

A divulgação dos resultados para o PIB confirmou que, como os analistas esperavam, o Brasil entrou em "recessão técnica" no primeiro semestre de 2014 - situação caracterizada por dois trimestres seguidos de crescimento negativo.

Segundo dados do IBGE, o PIB do último trimestre recuou -0,6% na comparação com o trimestre anterior e -0,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Também houve uma revisão para baixo do resultado do primeiro trimestre, de um crescimento de 0,2% para uma queda de 0,2%.

Entre os fatores que puxaram o PIB para baixo estão a queda de 5,4% nos investimentos neste trimestre e a redução de 1,5% na produção da indústria. Também houve uma queda de 0,5% nos serviços e 0,7% nos gastos do governo.

Nesta sexta-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a culpar a Copa do Mundo – e redução de dias úteis por causa do torneio – pelo baixo desempenho da economia. Mantega também citou o cenário internacional adverso e a seca como motivos para a redução do PIB no 2º trimestre.

Ele, entretanto, negou que o Brasil tenha entrada em recessão.

"Não dá para dizer [que o país esteja em recessão] (...) Não se deve falar em recessão no Brasil pois, para mim, recessão é quando se tem uma parada prolongada, de vários meses. Aqui estamos falando de um, no máximo dois [trimestres]. E recessão é quando se tem desemprego. O emprego continua crescendo e a massa salarial também. Não dá para dizer que a economia está parada. O mercado consumidor não está encolhendo", afirmou Mantega.

Mantega também atribuiu a desaceleração da atividade econômica ao aumento dos juros pelo Banco Central.

Mas a Copa foi a culpada pela queda do PIB no período? Se há consenso de que temos um problema no que diz respeito ao crescimento, o diagnóstico de suas causas está longe de ser uma unanimidade.

Além do Mundial, o governo também culpa o cenário externo desfavorável pela recessão.

Para analistas consultados pela BBC Brasil, as causas do desaquecimento são internas e a Copa até pode ter contribuído um pouco para a queda do PIB no primeiro trimestre ao paralisar alguns setores do comércio e serviços e ajudar a frear a indústria, mas definitivamente não está entre as principais causas da recessão.

'Cereja'

"O Mundial foi apenas a cereja do bolo", diz Alessandra Ribeiro, da Consultoria Tendências.

"A indústria, por exemplo, já vinha reduzindo suas atividades em função de uma série de fatores ligados a más políticas, queda no consumo, expectativas negativas e problemas de competitividade. Quando começaram os jogos seu ritmo caiu de vez, mas o cenário não seria muito mais favorável sem o Mundial."

O economista Cláudio Considera, responsável pelo Monitor do PIB do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV) e Neil Shearing, da consultoria Capital Economics concordam.

"O impacto da Copa na economia como um todo – seja ele positivo ou negativo – deve ter sido pequeno.", diz Shearing. "É preciso lembrar que o torneio só ocorreu no final do segundo trimestre – e em abril e maio a performance da economia também foi fraca."

Para os analistas, há pelo menos três razões por trás do desaquecimento.

A principal delas seria o cenário de incertezas das eleições, que teria inibido ainda mais os investimentos em um momento em que eles já estavam fracos.

"O Brasil não está crescendo porque não está investindo", diz Considera.

"E nesse segundo trimestre houve uma queda ainda maior no nível dos investimentos em função das incertezas provocadas pelas eleições: os empresários tendem a não se arriscar e estão esperando para ver quais rumos a política econômica deve tomar."

Ribeiro, da Tendências, concorda.

"Há um descontentamento entre investidores e empresários sobre a política econômica do atual governo, uma percepção de que ela está desequilibrada", diz ela.

Entre os alvos das reclamações nessa área estariam o uso de artifícios como a represa de preços administrados para controlar a inflação, a suposta falta de controle sobre os gastos do Estado, e o que é visto pelos empresários como um excesso de intervencionismo estatal na economia.

"Na dúvida, os empresários estão esperando para investir. Querem ver que governo sairá das urnas antes de tomar qualquer decisão", opina Ribeiro.

Indústria

Uma segundo causa do desaquecimento seriam problemas experimentados pela indústria, que teriam derrubado sua competitividade.

A economista da Tendências cita, por exemplo, o fato de o custo médio dos salários ter aumentado 12,7% desde 2011, enquanto a produtividade do trabalho na indústria cresceu pouco mais de 2,6%.

"Com o tempo isso ajudou a minar sua capacidade de competir com importados e no exterior. Além disso, a indústria automobilística em especial está sendo prejudicada pela queda das exportações para a Argentina", diz.

Shearing menciona como um terceiro fator para o desaquecimento a queda geral dos níveis de consumo, que sustentaram o crescimento nos últimos anos.

"Esse é um dado recente: o consumo começou a cair, talvez em resposta ao aumento dos juros, após um período de boom no crédito e aumento no endividamento das famílias", afirma.


Comentário: Após um tempo especulando a melhoria da economia brasileira em função da copa, os resultados chegaram, mostrando que o legado da copa não trouxe nenhuma melhoria para nossa economia. Além disso, antes do período da copa do mundo, as indústrias diminuíram o ritmo de produção, levando junto à queda a economia. Outro fator é a falta de investimento por parte de empresas, as quais estão esperando o resultado das eleições para saber o futuro da nossa economia, que se mostrou muito ruim durante o governo Dilma. Essa é uma prova que baixo desemprego não significa uma boa economia. O último item é a queda do consumo por conta do aumento do juros, deixando uma preocupação enorme ao governo, porque esse setor era o que vinha sustentando nossa economia nos últimos anos.


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Ucrânia diz enfrentar coluna militar separatista vinda da Rússia
Por Quarteto_geografico - segunda, 25 de agosto de 2014, às 23:09:37
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Ucrânia diz enfrentar coluna militar separatista vinda da Rússia

Segundo Kiev, coluna militar russa invadiu fronteira do país

O Exército ucraniano afirma ter entrado em confronto com rebeldes pró-Rússia com veículos militares – incluindo tanques – que supostamente cruzaram a fronteira russa em direção à cidade de Mariupol (sudeste ucraniano).

Um comandante ucraniano afirmou que, com a incursão, os rebeldes podem estar tentando abrir uma nova frente de combate.


Já o chanceler russo, Sergei Lavrov, afirmou não ter conhecimento sobre a suposta entrada da coluna militar na Ucrânia.O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, disse por telefone ao presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, que a entrada de russos em território ucraniano causa "extrema preocupação".

Confrontos entre tropas ucranianas e separatistas já causaram mais de 2 mil mortes nos últimos meses e forçaram o deslocamento de 330 mil pessoas no leste da Ucrânia.

Confrontos

O Exército ucraniano afirmou que guardas de fronteira contiveram um grupo separatista perto de Novoazovsk, a cerca de 10 km da divisa sudeste do país, carregando bandeiras separatistas. Há relatos de fortes confrontos na aldeia de Markyne.

Um comandante da guarda nacional ucraniana na região disse à agência Reuters que "uma guerra começou por aqui".

Autoridades ucranianas afirmaram, mais tarde, que dois tanques foram destruídos e diversos membros de "um grupo de sabotagem e reconhecimento" foram detidos.

Segundo relatos, havia até 50 tanques na coluna separatista.

A cidade de Mariupol, um importante porto no mar de Azov, está nas mãos das forças do governo da Ucrânia, que expulsaram rebeldes em junho, após semanas de enfrentamentos.

Um porta-voz do Exército alega que Kiev se mantém no controle da cidade e da estrada que leva a Novoazovsk.

A Ucrânia, ao lado de potências ocidentais, acusa a Rússia de armar rebeldes separatistas, acusação negada por Moscou.

Já houve anteriormente diversos relatos prévios dando conta da entrada de veículos militares pela fronteira leste da Ucrânia.

A violência na região eclodiu em abril, quando rebeldes pró-Rússia nas áreas de Donetsk e Luhansk (leste ucraniano, onde há significativa presença de pessoas de origem étnica russa) declararam independência em relação a Kiev. Isso ocorreu após a Rússia ter anunciado, em março, a anexação da península da Crimeia, até então parte do território ucraniano.

Novo comboio

O Kremlin afirmou que pretende enviar um segundo comboio humanitário ao leste da Ucrânia "nos próximos dias", por considerar que a situação dos moradores lcoais está "se deteriorando".

O primeiro comboio, que voltou à Rússia durante o final de semana, cruzou a fronteira sem autorização de Kiev, que alegou que os caminhões com mantimentos poderiam estar equipados com armas destinadas aos separatistas.

Lavrov afirma, porém, que os comboios levam geradores, alimentos e bebidas. "As condições humanitárias estão piorando, e não melhorando, na região", alega.

Petro Poroshenko e o presidente russo, Vladimir Putin, devem se reunir nesta terça-feira em Minsk, capital de Belarus, para tratar da crise bilateral.

O líder ucraniano dissolveu o Parlamento do país nesta segunda-feira e pediu a realização de eleições. Um porta-voz do presidente afirmou que o país vai às urnas em 26 de outubro.

Poroshenko afirmou que a Constituição ucraniana permite essa iniciativa, já que a coalizão governista rachou.



Militares pro russia invadem a ucrânia dando continuaçao aos confrontos. Guardas ucrânianos colocados na fronteira leste da ucrania com a russia.O grupo russo-separatista contava com um grupo de reconhecimento e sabotagem e com tanques que foram destruidos pelo exército ucrâniano.Parte dos paises ocidentais acusam o governo russo de criar esses grupos separatistas,acusação que foi negada por Moscou.


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Argentina pede que governo dos EUA intervenha no caso da dívida
Por Cesar (B-8) - segunda, 11 de agosto de 2014, às 17:23:41
Categoria: Postagem Livre

BUENOS AIRES (Reuters) - A Argentina solicitou nesta segunda-feira que o governo norte-americano intervenha no processo judicial sobre o default da dívida do país depois que um juiz distrital dos Estados Unidos ameaçou o país sul-americano por não obedecer sua decisão, fazendo o que chamou de falsas declarações.

O juiz dos EUA Thomas Griesa, que cuida da longa batalha da Argentina com os hedge funds sobre dívida, disse na sexta-feira que iria declarar desacatada a ordem judicial, a menos que o governo parasse de alegar publicamente que tinha cumprido as suas obrigações e não estava em default.

O chefe de Gabinete, Jorge Capitanich, rebateu nesta segunda-feira que essa ordem violaria a imunidade soberana da Argentina e pediu ao governo do presidente Barack Obama para conter Griesa.

"Quando se trata de uma relação bilateral com um país soberano e da violação das suas imunidades, é necessário que o Poder Executivo intervenha", disse Capitanich. "O Executivo tem o monopólio sobre as relações com outros países."

"Os Estados Unidos são responsáveis ​​pelas ações de seus ramos de poder, neste caso, o Poder Judiciário, independentemente da liberdade do funcionamento dessas esferas", disse ele.

Em 2002, a Argentina deu default em 100 bilhões de dólares em títulos soberanos e reestruturou a maior parte dessa dívida, mas um grupo de hedge funds foi ao tribunal para o reembolso total.

Griesa decidiu que a Argentina não poderia reembolsar os detentores de dívida reestruturada sem também pagar os hedge funds.

FONTE: http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2014/08/11/argentina-pede-que-governo-dos-eua-intervenha-no-caso-da-divida.htm


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