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Por Sabersemfronteiras - quarta, 26 de novembro de 2014, às 12:18:42
Categoria: Postagem Obrigatória

Foto de um vendedor de arte tirada na Avenida Paulista, no MASP.
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Estudo revela que 8% da riqueza mundial está em paraísos fiscais
Por Sofia (A-24) - terça, 25 de novembro de 2014, às 14:45:44
Categoria: Postagem Livre

Ao menos US$ 7,6 trilhões - 8% da riqueza mundial - estão em contas de particulares em paraísos fiscais, revela um recente estudo publicado no Journal of Economic Perspectives.

As contas de europeus são maioria, e somam US$ 2,6 trilhões em Estados que misturam debilidade do sistema fiscal e obscuridade financeira, afirma o francês Grabiel Zucman, professor assistente na London School of Economics.

Na segunda posição estão os asiáticos, com US$ 1,3 trilhão, os americanos, com US$ 1,2 trilhão, e residentes dos países do Golfo, com US$ 700 bilhões.

O estudo leva em conta apenas os ativos financeiros e não os bens mobiliários ou imobiliários que também possam manter nesses paraísos fiscais.

Segundo o estudo, as multinacionais americanas utilizam cada vez mais os paraísos fiscais para reduzir seus impostos. Em 2013, 55% de sua renda no exterior estava localizada nesses Estados, especialmente Luxemburgo e Cingapura, contra pouco mais de 20% há 30 anos.


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Inflação prevista pelos brasileiros para 12 meses está em 7,5%
Por Sofia (A-24) - domingo, 23 de novembro de 2014, às 17:06:51
Categoria: Postagem Livre

O Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores mostra que a inflação mediana prevista pelos brasileiros para os 12 meses seguintes ficou em 7,5% em novembro, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), acima do teto da meta de inflação do Banco Central, de 6,5%.

Com o resultado, o indicador manteve-se no intervalo entre 7,2% e 7,5% que vem sendo registrado desde abril deste ano, o patamar mais elevado desde 2008. Em médias móveis trimestrais, o indicador passou de 7,3% para 7,4% entre outubro e novembro.

Na avaliação do economista Pedro Costa Ferreira, da FGV/IBRE, “apesar de a mediana ter se mantido constante, o aumento das respostas na faixa de 7 % e 8%, indicam um viés de alta do indicador. Fato este preocupante, uma vez que o mesmo já se encontra em um patamar elevado”, disse, em nota.


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Desemprego tem a menor taxa para outubro desde 2002, diz IBGE
Por Sofia (A-24) - quarta, 19 de novembro de 2014, às 20:55:39
Categoria: Postagem Livre

A taxa de desemprego ficou em 4,7% em outubro no conjunto das seis regiões metropolitanas, depois de atingir 4,9% no mês anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a menor taxa para o mês de outubro desde o inicio da série, em março de 2002.

“É [um resultado] estável na comparação mensal. Frente a setembro, não houve variação estatisticamente significativa, porém, na comparação com outubro do ano passado houve queda de meio ponto percentual. Houve de fato aumento de população ocupada na comparação mensal”, disse Adriana Araújo Beringuy, técnica da coordenação de rendimento e trabalho do IBGE.

A quantidade de pessoas desocupadas somou 1,1 milhão, mostrando estabilidade em relação a setembro e queda de 10,1% frente ao mesmo período de 2013. Já a população ocupada chegou a 23,3 milhões, indicando uma ligeria alta de 0,8% na comparação mensal e uma estabilidade diante de outubro de 2013. A população não economicamente ativa foi estimada em 19 milhões. Em relação a setembro, houve estabilidade e, frente a outubro de 2013, cresceu 3,3%.

“Estou querendo frisar que mesmo com aumento da ocupação - que é uma coisa que a gente não estava vendo nos últimos meses - a taxa está estável no mês. Ao contrário do que ocorre no ano, que a taxa cai. E essa taxa cai em função da redução da desocupação. Então, a queda da desocupação contribuiu mais para a redução da taxa nessa comparação anual do que o crescimento da ocupação no mês não movimentando a taxa de maneira estatisticamente significativa”, afirmou a técnica de coordenação do IBGE.

No setor privado, o número de trabalhadores com carteira assinada  bateu 11,7 milhões, sem variação significativa nas duas comparações. 

“De modo geral, ao longo desse ano de 2014, o comportamento, o indicador da ocupação tem se mantido estável, não tem apresentado resultados importantes, estatisticamente significativos ao longo do ano de 2014. É um dos indicadores que mais têm apontadado estabilidade. Especificamente agora em outubro, houve variação positiva de 0,8 nesse indicador de ocupação", afirmou Adriana.

Salários
O salário médio dos ocupados subiu 2,3% em relação a setembro e bateu R$ 2.122,10, é o maior da série histórica, que tem início em março de 2002. Na comparação com outubro de 2013, subiu ainda mais, 4,0%.

Emtre as capitais pesquisadas pelo IBGE, Salvador foi a única que mostrou queda no desemprego - a taxa passou de 10,3% para 8,5%. Nas outras regiões, não variou. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, a taxa subiu em Porto Alegre (de 3,0% para 4,6%) e diminuiu em São Paulo (de 5,6% para 4,4%). As outras capitais não mostraram variação.

“A queda em Salvador foi em virtude de redução de população desocupada de 40 mil pessoas. Parte dessa desocupação de Salvador, parte dela migrou para inatividade e parte migrou para a ocupação. Basicamente 50% para cada lado”, explicou Adriana.

Nível de ocupação
A proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa, chamado de nível de ocupação, ficou em 53,6%. Aumentou em relação a setembro, quando atingiu 53,2% e diminuiu diante de outubro de 2013, quando a taxa chegou a 54,2%.

“O ano [2014] tem sido de manutenção, sem grandes perdas ou acréscimos", disse Adriana. De acordo com a técnica, a média de janeiro a outubro da população ocupada registrou 23.044. Em 2013, o mesmo período tinha 23.077. “Ou seja, estabilidade. E em termos de geração de vagas, sem variações importantes”. A população desocupada, no entanto, tem apresentado movimentação importante de redução no ano de 2014, conforme afirmou.

Sazonalidade
O aumento da população ocupada não pode ser diretamente associado ao aumento das vagas de trabalho que ocorre no fim de ano: “Não sei se seria pertinente associar a essa questão da sazonalidade. No caso do comércio por exemplo, isso não estaria acontecendo. E na indústria, são 0,7%, ela não está dispensando como ocorreu em outros meses, pode ser que seja um processo de interrupção na indústria. Tem a construção com 55 mil vagas, então, de fato ficou muito difuso, então, vendo pela questão sazonal, não seria o caso.”

Caged
O Brasil fechou 30.283 empregos com carteira assinada em outubro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados no útlimo dia 14 pelo Ministério do Trabalho.

Trata-se do pior resultado para meses de outubro, pelo menos, desde 1999. Também é a primeira vez que houve fechamento de vagas para meses de outubro nos últimos 15 anos. Em outubro de 2013, foram abertas 94.893 vagas formais, de acordo com dados oficiais.

No mês passado, as admissões somaram 1.718.373, enquanto os desligamentos ficaram em 1.748.656. Foi o pior desempenho em admissões para meses de outubro desde 1999.

Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, o resultado negativo foi influenciado, principalmente, pela perda na construção civil (-33.556), agricultura (-19.624) e indústria de transformação (-11.849). Por outro lado, ele destacou avanços no comércio (+32.771), serviços (+2.433) e administração pública (+184).


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Após 10 anos de queda, número de miseráveis volta a subir no Brasil
Por Sofia (A-24) - quarta, 05 de novembro de 2014, às 20:16:34
Categoria: Postagem Livre

Após uma década de queda na miséria, o número de brasileiros em condição de extrema pobreza voltou a subir em 2013. O país tinha 10,08 milhões de miseráveis em 2012, contra 10,45 milhões um ano depois, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O aumento é de 3,7%.

O cálculo leva em conta o número de indivíduos extremamente pobres com base nas necessidades calóricas – aquelas com renda insuficiente para consumir uma cesta de alimentos com o mínimo de calorias para suprir uma pessoa de forma adequada, com base em recomendações da FAO e da OMS. A conta estima diferentes valores para 24 regiões do país.

Esta é a primeira alta da série histórica do indicador, com início em 2004. Desde 2003 – quando o Brasil possuía 26,24 milhões de pessoas na miséria, o número de miseráveis caía continuamente, chegando a uma queda de 61% até 2012.

Os dados constam do banco de dados público do Ipea, e foram atualizados nos dias 30 e 31 de outubro. Procurado pelo G1, o instituto informou que os mesmos ainda estão sendo analisados e que não há previsão para sua divulgação oficial.

Número de pobres cai 5,4%
Em compensação ao aumento da miséria, o número de pessoas pobres caiu de 30,35 milhões em 2012 para 28,69 milhões em 2013 – uma redução de 5,4%. Na condição de pobreza, o estudo considera pessoas com renda equivalente ao dobro da linha da miséria.

Nos últimos dez anos, o número de pobres também vem caindo. Desde 2003, último ano em que a pobreza subiu, para 61,81 milhões, pelo cálculo o Ipea, a quantidade de pessoas nesta faixa regrediu 53%.

Os dados estão disponíveis no sistema IpeaData desde o dia 30 de outubro. Segundo o colunista do G1 Gerson Camarotti noticiou no último dia 15, o Ipea teria decidido segurar os dados sobre pobreza e desigualdade, baseados no Pnad, até o fim do período eleitoral.

Ainda segundo Camarotti, o órgão alegou que a Lei Eleitoral proíbe a divulgação dos dados até a definição de quem seria o presidente eleito.

Proporção de miseráveis sobe 4%
Uma segunda definição de miséria é estabelecida pelo decreto do plano Brasil sem Miséria – nele, a renda familiar de até R$ 77 por mês, per capita, é o limite da extrema pobreza no país. Por esta estimativa, os dados do Ipea mostram que a proporção de miseráveis, em relação a outras faixas, cresceu de 3,6%, em 2012, para 4% no ano passado.


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