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Intervenção urbana
Por Atualigados - quarta, 04 de novembro de 2015, às 18:01:56
Categoria: Postagem Obrigatória

INTERVENÇÃO URBANA
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Dólar fecha acima de R$ 3,95, segundo maior patamar na história
Por Giovanni (B-11) - sexta, 18 de setembro de 2015, às 19:20:58
Categoria: Postagem Livre
A moeda norte-americana subiu 1,95%, cotada a R$ 3,9582.
Foi o maior patamar de fechamento desde outubro de 2002.

O dólar fechou em alta nesta sexta-feira (18) após chegar a R$ 3,95 pela primeira vez desde 2002, sucumbindo ao quadro local conturbado apesar de o Federal Reserve, banco central norte-americano, decidir manter a taxa de juros inalteradada.

A moeda norte-americana subiu 1,95%, cotada a R$ 3,9582 maior nível desde outubro de 2002, segundo a Reuters.

Este é o segundo maior nível de fechamento na história (o maior valor de fechamento já registrado foi em 10 de outubro de 2002, quando a o dólar encerrou em R$ 3,99).

Nas casas de câmbio, a cotação do dólar turismo chegou a R$ 4,40 nesta sexta.

Veja a cotação do dólar comercial ao longo do dia:

Às 9h49, caía 0,237%, a R$ 3,8716.

Às 10h10, subia 0,121%, a R$ 3,8869

Às 10h59, subia 0,6%, a R$ R$ 3,9057

Às 11h39, subia 0,74%, a R$ 3,9111

Às 12h19, subia 0,49%, a R$ 3,9013

Às 13h, subia 0,87%, a R$ 3,9161

Às 13h18, subia 1,05%, a R$ 3,9231

Às 14h14, subia 0,90%, a R$ 3,9171

Às 14h48, subia 1,07%, a R$ 3,9238

Às 15h03, subia 1,15%, a R$ 3,9268

Às 15h25, subia 1,42%, a R$ 3,9373

Às 16h, subia 1,47%, a R$ 3,9392

Às 16h15, subia 1,53%, a R$ 3,9417.

Na semana, a moeda subiu 2,09%. No mês e no ano, a moeda acumula alta de 9,13% e 48,88%, respectivamente.

No Brasil

A sessão também permaneceu sensível a incertezas ligadas ao campo político, conforme continuam as dificuldades para o governo federal dar início a um processo sólido de recuperação do quadro econômico. Investidores temem que o país perca o grau de investimento por outras agências internacionais de risco após ser rebaixado pela Standard and Poor's (S&P).

A preocupação com a economia do Brasil também influenciou a bolsa. Nesta sexta, a Bovespa caiu 2,56%, a 47.264 pontos. A bolsa no entanto terminou a semana no azul, subindo 1,86%.

"A situação no Brasil está muito complicada, então sempre que vê algum espaço, o mercado compra (dólares)", disse à Reuters o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira.

Dólar na semana

O mercado tem sido duramente pressionado por incertezas sobre o reequilíbrio das contas públicas e pelas turbulências políticas no Brasil.

Com isso, operadores deixavam em segundo plano a manutenção dos juros nos Estados Unidos, que tende a sustentar a atratividade de papéis de mercados emergentes. Analistas lembravam também que o quadro global difícil, uma das justificativas do Fed para não mudar a taxa, tende a afetar negativamente o humor em relação a países como o Brasil.

"A queda no exterior pode suavizar a pressão altista do dólar ante o real, mas os ruídos políticos..., a dificuldade da aprovação do pacote fiscal no Congresso e as manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff devem manter o mercado agitado e volátil aqui", escreveu o operador da corretora SLW João Paulo de Gracia Correa, segundo a Reuters.

Atuação do BC

Nesta manhã, o Banco Central brasileiro deu continuidade ao seu programa diário de interferência no câmbio e seguiu a rolagem dos swaps cambiais que vencem em outubro, vendendo a oferta total de até 9,45 mil contratos, equivalentes a venda futura de dólares. Ao todo, já rolou o equivalente a US$ 5,860 bilhões, ou cerca de 62%do lote total, que corresponde a US$ 9,458 bilhões.


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Brasil perde reputação com o rebaixamento da Standard & Poor’s
Por Atualigados - quinta, 10 de setembro de 2015, às 21:50:21
Categoria: Postagem Obrigatória

O impacto direto do rebaixamento do Brasil pela Standard & Poors é na reputação do país. E reputação vale dinheiro para países que precisam de crédito na praça como o Brasil.

O Brasil gasta mais do que arrecada e só fecha a conta com empréstimos. Os investidores que emprestam ao país estão de olho em avaliações como a da Standard & Poor’s.

Mas ela não é a única. O país ainda tem o grau de investimento por outras duas agências importantes no mercado internacional.

“Essa sinalização da S&P a gente tem que entender como isso, uma sinalização de que fato isso pode acontecer com outras agencias também e aí, sim, a perda do investimento se consolida com duas agências pelo menos, aí a gente tem uma situação mais complicada”, diz o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale.

Complica porque os investidores cobram juros mais altos de países considerados arriscados. “É uma piora em relação à situação vigente justamente porque os empréstimos vão ficar mais caros. A entrada de capital vai exigir mais”, declara o economista da consultoria LCA Chico Pessoa Faria.

Além disso, ficamos para trás na concorrência pelos interesses dos investidores. Na escala da Standard & Poor’s, estamos agora junto da Rússia, no nível considerado “lixo”. 

Os outros países dos BRICS estão acima. Índia e África do Sul com nota BBB-, a mesma que o Brasil acabou de perder. A China, com nota AA-, bem mais atraente.

A perda do grau de investimento só piora o que já estava ruim e os brasileiros vão começar a sentir isso no câmbio. O dólar, que já vinha em uma escalada, deve ficar ainda mais caro e pressionar a inflação. “está R$ 3,80 agora, tende a ir a R$ 4 rapidamente e eventualmente até passar disso nas próximas semanas”, acredita Sérgio Vale.

Diante deste cenário, o ajuste fiscal fica ainda mais urgente. “Nós precisaríamos passar por um programa em que houvesse no melhor dos mundos simultaneamente corte de gastos e aumento temporário de alguns impostos, se possível na mesma proporção, para superar essa fase”, analisa Chico Pessoa Faria.


Fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/09/brasil-perde-reputacao-com-o-rebaixamento-da-standard-poors.html


Comentário: 

Em primeiro lugar, devemos recorrer à credibilidade da instituição responsável pela divulgação dos dados. Aconteceu, antes, de suas estatísticas não corresponderem fielmente à realidade, fenômeno que pode ser reincidente nos dias atuais. A Standard & Poor leva em consideração, entre outros critérios, o agravamento ou nulificação da dívida externa do país e a compara à crescente economia. Devido às dívidas alarmantes e a economia cada vez mais inflacionada do país, ele encontra-se abaixo da linha de risco (que o classifica como um país perigoso, provável aplicador de calotes ao FMI), sendo, assim, classificado como "junk" - "lixo" em tradução livre para o português.


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Impeachment nas redes sociais
Por Atualigados - quinta, 03 de setembro de 2015, às 16:23:37
Categoria: Postagem Obrigatória
Oposição decide lançar movimento pró-impeachment de Dilma
Os partidos de oposição da Câmara unificaram os discursos e decidiram implantar um movimento pró-impeachment a partir da semana que vem. A ideia é lançar campanhas nas redes sociais e contar com o apoio da sociedade para pressionar os demais deputados a aderirem à causa.
Não é um pedido formal de impeachment - os líderes avaliam que esse momento ainda não chegou. Contudo, acreditam que o ambiente político é o ideal para apostar em pressão social.
A iniciativa começou a tomar corpo em reunião na manhã desta quinta-feira (4), da qual participaram PSDB, DEM, PPS, PSC e SD.
Em encontros anteriores, a possibilidade de formar uma frente parlamentar pró-impeachment chegou a ser cogitada. Contudo, com a intenção de não expor os participantes, já que a frente teria integrantes e até presidente, eles optaram pelo movimento. 
Um deputado à frente do movimento afirmou que, embora os líderes desse movimento sejam conhecidos, a oposição espera outros apoios que podem, por uma questão partidária, "precisar de anonimato".
O processo de impeachment é em boa parte dependente do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que em junho rompeu publicamente com o governo Dilma.
Na terça-feira (1), Cunha teve um encontro com a presidente por cerca de uma hora. A avaliação geral é de que ele saiu satisfeito e amenizou os ânimos no restante da semana. Apesar disso, a oposição não acredita ter "perdido o Cunha", nas palavras de um deles.
Um acordo prévio, que ainda não tem data para ser colocado em prática, prevê que, quando apresentado o pedido de impeachment, Cunha não o acate, para não tomar para si todo o ônus político da decisão. A oposição, então, recorreria ao plenário, que precisaria avalizar ou rejeitar a saída da presidente.



Comentário: Atualmente no cenário político brasileiro é possível identificar que muitas pessoas não estão satisfeitas com a presidente Dilma no poder ! Sendo muitas vezes especulado um possível impeachment de nossa presidente Dilma na qual hoje sofre com pouco apoio popular e político.
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Charge sobre o escapismo de Eduardo Cunha
Por Atualigados - quarta, 19 de agosto de 2015, às 19:43:59
Categoria: Charge



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