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Belenzinho
Por GEOCENTRISMO - quarta, 04 de novembro de 2015, às 18:25:09
Categoria: Postagem Obrigatória

Igreja do largo do Belém
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Força árabe-curda anuncia ofensiva contra Estado Islâmico na Síria Operação começou na noite de sexta-feira. Ação terá apoio da coalizão liderada pelos Estados Unidos.
Por Graziela (B-13) - sábado, 31 de outubro de 2015, às 19:02:26
Categoria: Postagem Livre
Uma coalizão árabe-curda anunciou neste sábado ter lançado sua primeira ofensiva contra os territórios controlados pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI). A operação, anunciada em um comunicado das Forças Democráticas Sírias (FDS), começou na noite de sexta-feira contra os territórios controlados pelo EI na província de Hasake (nordeste). Em outubro, as Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG), a principal milícia curda, e grupos rebeldes árabes que lutavam juntos há muito tempo decidiram criar uma coalizão que inclui curdos, árabes e cristãos siríacos. Segundo o comunicado, esta primeira ação militar receberá apoio da coalizão liderada pelos Estados Unidos, que realiza bombardeiros aéreos na Síria desde setembro de 2014. Na véspera, os Estados Unidos enviarão para a Síria cerca de cinquenta homens das forças especiais, uma decisão que supõe uma guinada na política do presidente Barack Obama no âmbito da operação de guerra internacional contra o EI no país. Em quatro anos e meio de um conflito que deixou mais de 250 mil mortos, esta é a primeira vez que Washington enviará oficialmente militares ao território sírio - embora no papel de assessores, não de combatentes. Estas forças imitariam as que operam no Iraque, que treinam tropas locais, oferecem armas e dão apoio aéreo. Mas no Iraque, a linha entre os combatentes e os não combatentes é muito difusa. Em uma ofensiva recente, um soldado americano morreu. Foi o primeiro a morrer em operações em terra no Iraque desde que Washington iniciou a ofensiva contra a organização jihadista. Oficialmente, os militares estarão restritos ao papel de assistência e de assessoramento dos grupos rebeldes sírios moderados. Segundo a Casa Branca, não houve mudança da política americana na Síria. O porta-voz do Departamento de Estado, John Kirby, admitiu, no entanto, que Washington tinha "mudado de opinião sobre seu compromisso militar na Síria". A decisão de Obama não passa de simbólica, mas representa uma guinada para um presidente que até agora se mostrou cético sobre o intervencionismo militar e que, depois da retirada do Iraque, não quer voltar a ver os Estados Unidos na linha de frente de um conflito no Oriente Médio. Desde que começou a guerra civil na Síria, em 2011, os Estados Unidos sempre rejeitaram se envolver militarmente até criar uma coalizão de 65 países, que bombardeia o EI e outros grupos jihadistas na Síria e no Iraque. Simultaneamente aos seus bombardeios contra os jihadistas, as diplomacias americana e russa mantiveram nesta sexta-feira, em Viena, consultas multilaterais com vistas a uma solução política para a guerra na Síria.
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Obama defende o movimento ‘Black Lives Matter’ Campanha teve início após policiais matarem negros desarmados nos EUA. 'Questão legítima', disse presidente durante debate sobre sistema judiciário.
Por Graziela (B-13) - quinta, 22 de outubro de 2015, às 19:13:43
Categoria: Postagem Livre
O presidente Barack Obama disse que o movimento “Black Lives Matter” (“Vidas Negras Importam”) está atraindo atenção para um problema específico que acontece apenas nas comunidades afro-americanas.Ele diz que é “uma questão legítima que devemos considerar”.
Obama fez o comentário na quinta (22), durante um fórum na Casa Branca sobre o sistema judiciário criminal. Obama, membros do Congresso e outros estão pressionando por mudanças que tornem o sistema mais justo, comi a redução das penas de criminosos não violentos.
Obama disse que o “Black Lives Matter” rapidamente foi visto como algo contrário à polícia, mas que o grupo vagamente organizado está levantando questões específicas sobre se os negros de certas regiões são tratados de forma injusta ou se são mais frequentemente expostos ao uso de força policial excessiva.
Recentes mortes de homens negros desarmados por policiais deram início ao movimento.
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Quem luta contra quem na guerra da Síria
Por GEOCENTRISMO - sexta, 02 de outubro de 2015, às 16:20:02
Categoria: Postagem Obrigatória
Quem luta contra quem na guerra da SíriaEntrada da Rússia no conflito torna ainda mais complicado um jogo de xadrez que envolve disputas geopolíticas e interesses religiosos.Desde o início da guerra civil na Síria, em março de 2011, o conflito escalou a ponto de se transformar em uma complexa situação em que todos parecem lutar entre si. Forças leais ao presidente Bashar al-Assad, rebeldes, extremistas muçulmanos e potências estrangeiras são peças de um intrincado jogo que ficou ainda mais complicado com o início dos bombardeios por aviões russos.

Segundo estimativas da ONU, mais de 200 mil pessoas já morreram nos mais de quatro anos de conflito e há pelo menos 4 milhões de pessoas deslocadas internamente, com alguns milhares chegando diariamente à Europa em busca de refúgio.

As tropas leais a Assad lutam contra uma infinidade de grupos rebeldes cujo efetivo total é calculado em 100 mil homens. Muitos destes grupos contam com combatentes islâmicos estrangeiros. Mas há informações de que grupos libaneses e iranianos engrossaram as fileiras do governo.

No início do ano passado, entrou em cena o "Estado Islâmico", enfrentando tanto o governo quanto os rebeldes, fossem eles jihadistas ou moderados.

Entre as forças estrangeiras estão os EUA e seus aliados ocidentais, além de forças regionais como Irã, Turquia e países do Golfo Pérsico.

E a este cenário se adiciona a Rússia, que esta semana começou um campanha de bombardeios contra o que o Kremlin classificou como posições do "Estado Islâmico".

Mas de que lado estão esses atores internacionais? Veja abaixo:

EUA
Opõe-se a Assad e ao "EI" e apoia grupos rebeldes moderados. Em setembro do ano passado, o presidente Barack Obama fez um discurso em que prometeu destruir o grupo radical islâmico.

Após vários esforços diplomáticos, foi formada uma coalizão anti-EI, que, liderada pelos EUA, começou uma campanha aérea no Iraque e na Síria. Participam Canadá, Austrália, França, Reino Unido, Bélgica, Dinamarca, Holanda, Turquia e vários países árabes.

Em pronunciamento recente, Obama defendeu a saída do presidente sírio como medida imprescindível para derrotar o "EI".

"É necessário um novo líder e um governo inclusivo, que una o povo sírio na luta contra os grupos terroristas", disse Obama.

Rússia
Opõe-se ao "EI" e outros rebeldes, mas apoia Assad. O Kremlin tem sido um aliado constante do regime sírio, mesmo antes do início do conflito. Além de um comprador importante para sua indústria bélica, a Rússia tem um interesse estratégico na Síria: mantém a base naval de Tartus, sua única no Mar Mediterrâneo.

A mediação russa foi fundamental para convencer o regime sírio a destruir estoques de armas químicas, no final de 2013. Na época, EUA e França discutiam no Conselho de Segurança da ONU a possibilidade de atacar posições do governo sírio, o que foi vetado pela Rússia.

Os ataques aéreos russos na Síria pegaram de surpresa os países ocidentais envolvidos. E ainda que Moscou insista que seus ataques têm como alvo "os mesmos terroristas" visados pelos americanos, há suspeitas de que os russos também estejam atacando posições rebeldes. Segundo a Casa Branca, os ataques russos tem sido "indiscriminados".

Irã
Opõe-se ao "Estado Islâmico" e militantes islâmicos de orientação sunita. Apoia o governo de Assad.

Uma das potências da Região, o Irã também tem um histórico de aliança com o regime sírio, a quem já deu apoio militar e financeiro. O Irã tem na Síria um aliado para frear a influência de seu principal rival no Oriente Médio, a Arábia Saudita. Mas o país, que segue a tradição xiita do Islã, tem um inimigo comum com EUA e Rússia: o "EI" na Síria e no Iraque, que veem xiitas como hereges.

Arábia Saudita
Opõe-se a Assad. Apoia os rebeldes sunitas.

Grande rival do Irã no Oriente Médio, a Arábia Saudita é parte da coalizão liderada pelos EUA para atacar o "EI". Em recente encontro de líderes em Nova York, o governo saudita reiterou seu desejo de ver Assad deposto. O ministro das Relações Exteriores, Adel al Jubeir, defendeu uma intervenção militar na Síria ou um armamento mais ostensivo dos rebeldes.

A Arábia Saudita é um dos principais financiadores de rebeldes de orientação sunita, incluindo alguns mais radicais. Porém, rechaçou acusações do Irã de que também teria dado dinheiro e armas para o "EI". Autoridades sauditas até expressaram publicamente preocupação com a possibilidade de as atividades do grupo extremista inspirar movimentos rebeldes em solo saudita.

No entanto, diversos sauditas mais ricos já doaram dinheiro à causa jihadista do "EI" e se estima que 2.500 homens do país tenham viajado para Síria e Iraque e se juntado às fileiras do grupo extremista.

Outros países árabes que fazem parte da coalizão liderada pelos EUA são Catar, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Jordânia.

Turquia
Apoia a coalizão liderada pelos EUA e também grupos rebeldes. Opõe-se ao regime de Assad e a separatistas curdos.

Turquia, país muçulmano também de maioria sunita, é outra potência regional envolvida no conflito sírio. Inicialmente, financiou as atividades do Exército Livre Sírio, o então principal movimento rebelde. O país também deu asilo a ativistas da oposição ao governo de Assad. Também atacou posições curdas na Síria, o que provocou polêmica diante do fato de os curdos estarem lutando contra o "Estado Islâmico".

http://g1.globo.com/mun...a-siria.html

COMENTÁRIO: Os conflitos em território sírio encontram-se cada vez mais notáveis. O numero de refugiados em territorio brasileiro somam-se cerca de 4 milhoes, e ainda assim nada parece ser feito. O cenário mundial é cada dia mais ameçado pela influência do grupo terrorista de vies sunita, Estado islâmico. Apesar de todas as diferenças e diplomacias mundiais, o mundo de fato encontrou um motivo para se unir: o cambate as atrocidades do jihadistas. Oposição ao regime de Al Assad e radicas islâmicos aproveitam-se da instabilidade do país; tais fatos somados a pressao do ISIS em teritório sirio agrava cada dia mais a situação da nação. Nesses termos, o futuro sírio é simplesmente impossível de ser previsto.

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Agência vê mais risco de calote e tira nota de bom pagador do Brasil
Por GEOCENTRISMO - quinta, 10 de setembro de 2015, às 15:38:25
Categoria: Postagem Obrigatória

A agência de avaliação de risco brasileira Austin Rating cortou, nesta quinta-feira (23), a nota de crédito de longo prazo do Brasil em moeda estrangeira de "BBB-" para "BB+". Com isso, o país perdeu o chamado "grau de investimento" da Austin, ou seja, deixou de ser considerado um bom pagador, um lugar recomendável para os investidores aplicarem seu dinheiro.

O país ainda mantém o "grau de investimento" de acordo com as três principais agências de classificação de risco do mundo: Fitch, Moody's e Standard & Poor's. Porém, a Fitch já indicou que deve rever essa nota.

Segundo os critérios da Austin Rating, a nota no nível "BB" indica um país "vulnerável no curto prazo para honrar compromissos financeiros", com "risco médio" de calote.

Entre as razões para a decisão, a Austin citou a "acentuada e contínua piora dos resultados das contas públicas", a inflação "muito acima do limite superior determinado no sistema de metas para inflação, que é de 6,5%" e também uma "forte deterioração do mercado de trabalho (crescente cortes de postos de trabalho e queda da renda)".

A agência afirma, ainda, que a economia brasileira deve encolher neste ano e ter "desempenho quase nulo" em 2016. Com isso, diz, o país deve crescer a uma taxa média de 0,97% no período entre 2015 e 2019, nível "muito inferior ao PIB potencial do país, estimado em 3,5%".

Governo piorou suas projeções na véspera

A decisão da Austin Rating foi tomada um dia após o governo divulgar uma piora em suas projeções para a economia.

Ontem, os ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento) anunciaram uma redução na meta de economia para este ano: de 1,1% para 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB).

Também foi anunciado um corte adicional de R$ 8,6 bilhões no Orçamento --em maio, o governo já tinha anunciado um corte de R$ 70 bilhões.

Além disso, o governo subiu sua projeção para a inflação em 2015: de 8,26% para 9%. E piorou a previsão de encolhimento da economia neste ano: de 1,2% para 1,49%.

Avaliação de agências indica risco de calote aos investidores 

Um governo consegue dinheiro vendendo títulos no mercado. Os investidores compram papéis com a promessa de receberem o dinheiro de volta no futuro com juros. Quando um governo tem avaliação ruim, considera-se que há risco de dar um calote e não pagar esses investidores. 

Se houver desconfiança sobre essa devolução, fica difícil conseguir vender esses títulos, e o país tem de pagar mais juros aos investidores para compensar o risco maior. O país com mais confiança são os EUA.

O chamado grau de investimento indica aos investidores que uma economia tem baixo risco de dar calote, e que as aplicações financeiras feitas por investidores estrangeiros nesse país terão risco próximo a zero.

Cada agência de risco tem uma escala própria de avaliação. A nota "BBB-", pela S&P, indica que o país ainda está no chamado "grau de investimento", que recebeu da S&P em 2008.

Comentário:

Tratando-se da atual situação econômica e política do Brasil, constatamos que esta vem marcada por um quadro de inflação alta, uma ascendente falta de empregos e inúmeros escândalos de corrupção. Como se isso não bastasse, o país agora teve sua nota rebaixada pela agência de classificação de risco Standard and Poors, de BBB- para BB+, levando o país ao patamar de possível caloteiro. Por isso, além de entrar no ''grau especulativo'', o país agora tem sua tempestade perfeita definitivamente perpetrada, uma vez que tal fato corrobora para afastar, ainda mais, possíveis investimentos estrangeiros no Brasil.


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