Blog: GeoInformando
Você está vendo a Turma 2015 - Ver outros anos

GeoInformando Blog: GeoInformando
Aline (D-1), Anna (D-2)
Letícia (D-18), Maria (D-22)

FOTO: BELENZINHO
Por GeoInformando - sábado, 07 de novembro de 2015, às 17:28:50
Categoria: Postagem Obrigatória



Lido 248 vezes   Comentários (0)
 
 
EUA, Japão e mais 10 países fecham acordo comercial regional histórico
Por GeoInformando - segunda, 05 de outubro de 2015, às 18:35:32
Categoria: Postagem Obrigatória
Aprovada Estados Unidos, Japão e mais 10 economias da bacia do Pacífico, a Parceria Transpacífico (TPP na sigla em inglês) representa 40% da produção mundial. Na imagem, o presidente dos EUA Barack Obama e outros líderes da parceria em 2014, em Pequim



Após oito anos de negociações, Estados Unidos, Japão e mais 10 países fecharam em Atlanta, EUA, a Parceria Transpacífico, no que o jornal americano "The New York Times" definiu como o maior acordo comercial regional da história.


A aproximação entre esses parceiros, formalizada nesta segunda-feira (5), pode fazer com que o Brasil tenha mais trabalho para conseguir espaço para alguns de seus produtos, como frango e açúcar, em mercados importantes (leia mais abaixo).


Discutida por cinco dias seguidos, a TPP, na sigla em inglês, abrange 40% da economia global. O texto final deve ser disponibilizado dentro de um mês.


Além da derrubada de barreiras tarifárias entre os países, o tratado prevê regras uniformes de propriedade intelectual e ações conjuntas contra o tráfico de animais selvagens e outras formas de crimes ambientais, por exemplo.


Com isso, tem o potencial de influenciar desde o preço do queijo ao custo de tratamentos de câncer.


Ele inclui, além de EUA e Japão, Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Cingapura, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru e Vietnã.


Economias asiáticas como a Coreia do Sul, Taiwan e Filipinas, e sul-americanas como a Colômbia, já estão na fila para aderir.


O acordo ainda deve passar por discussão no Congresso americano e Parlamentos de outros países envolvidos. Caso seja aprovado, pode vir a ser uma das maiores conquistas do governo do presidente Barack Obama e deve ajudar a contrabalançar a influência chinesa sobre o comércio no Pacífico.


IMPACTO SOBRE O BRASIL
Segundo José Luiz Pimenta, professor da ESPM especialista em comércio exterior, o maior impacto do tratado deve vir da adoção de normas comuns de produção entre os países. Com isso, sua influência sobre os negócios vai além da mera derrubada de tarifas.


"Uma série de regras jurídicas comuns dão previsibilidade para negócios de longo prazo e facilitam o investimento. Você pode exportar peças dos Estados Unidos e se beneficiar das cadeias regionais para que a montagem final aconteça nesses países."


De fora do tratado, o Brasil pode perder espaço para seus produtos. "O Brasil fez um grande esforço recentemente para atender o mercado asiático de carne de frango, mas agora esses países podem começar a focar nas trocas entre si", diz.


De acordo com os detalhes do acordo divulgados pela Casa Branca, a TPP vai eliminar mais de 18 mil impostos e tarifas cobrados sobre os produtos norte-americanos nos países envolvidos. Isenta, por exemplo, a cobrança de tributos sobre as importações de produtos do setor automotivo, que chegam a 70% atualmente.


Segundo Pimenta, o Brasil tem fechado acordos comerciais com mercados menores, como Colômbia e México. O foco tem sido principalmente na derrubada de barreiras, em detrimento da adoção de normas comuns.


A rodada final de negociações da TPP em Atlanta, que começou na quarta-feira, se debruçou sobre a questão de quanto tempo de duração deve ser permitido para a manutenção de monopólio de novos medicamentos de biotecnologia, até que os Estados Unidos e a Austrália negociem um acordo.


Também estiveram em pauta a derrubada de barreiras nos mercados de laticínios e açúcar e a queda gradual, ao longo de três décadas, de impostos de importação de carros japoneses vendidos na América do Norte.

MERCADO DE AÇÚCAR

Sob a TPP, a Austrália receberá uma cota adicional de 65 mil toneladas anuais para exportar açúcar para os Estados Unidos, disse à agência de notícias Reuters uma autoridade australiana com conhecimento das negociações.


Com isso, o produto brasileiro pode vir a ter mais trabalho para encontrar espaço no mercado americano, avalia Pimenta, da ESPM —apesar de os Estados Unidos serem irrelevantes para as cerca de 22 milhões de toneladas exportadas em 2014 pelo Brasil.


O volume soma-se às 87,4 mil toneladas já destinadas à Austrália sob o regime de tarifas vigente para o ano comercial que começou em 1º de outubro.


A Austrália poderá enviar 400 mil toneladas de açúcar para os Estados Unidos anualmente até 2019, no cenário mais otimista, disse a fonte.


Sob os termos do acordo, a Austrália também receberá 23% da cota arbitrária, que é baseada na demanda norte-americana sob regime de tarifas, disse a autoridade. O percentual compara-se aos atuais 8%.



COMENTÁRIO:
Caso o acordo seja aprovado pelo Congresso Americano, esse tratado terá potencialidades de mudar preço de produtos brasileiros. Além do mais isso fará com que o Brasil, que não faz parte do tratado, tenha dificuldades de ter espaço no mercado de produtos como frango e agrícolas. E terá dificuldades também no mercado de açúcar. O acordo ajudará também a diminuir o tráfico que animais selvagens, crimes ambientais e prevê a derrubada de tarifas alfandegárias. 
ANNA CAROLINA N° 02 3ºD
Lido 263 vezes   Comentários (0)
 
 
Interesses de guerra
Por GeoInformando - domingo, 20 de setembro de 2015, às 13:48:01
Categoria: Charge

A Russia ocupou o espaço vazio deixado pelos EUA no Oriente Médio. O retorno da Russia ao OM ocorreu pelo envio de tropas e armas, além da construção de portos, aeroportos e bases militares. Porém, ela tem que enfrentar a oposição dos EUA e do Iraque.  
Lido 273 vezes   Comentários (0)
 
 
Aécio diz que perda do grau de investimento é 'caos anunciado'
Por GeoInformando - quinta, 10 de setembro de 2015, às 21:33:46
Categoria: Postagem Obrigatória
Senador do PSDB afirmou que rebaixamento é responsabilidade de Dilma.
Na Argentina, Lula declarou que decisão da S&P 'não representa nada'.

Presidente nacional do PSDB – principal partido da oposição –, o senador Aécio Neves (MG) classificou nesta quinta-feira (10) a perda do grau de investimento do Brasil de "caos anunciado". Em uma entrevista coletiva no Senado, o parlamentar tucano afirmou que a responsabilidade pelo rebaixamento brasileiro é "exclusivo" da presidente Dilma Rousseff.

Nesta quarta (9), a agência de classificação de risco Standard and Poor's (S&P) retirou o grau de investimento do Brasil na classificação de crédito. A nota do país foi rebaixada de "BBB-" para "BB+", com perspectiva negativa. No comunicado em que informou a decisão, a agência apontou como causas da decisão de rebaixar a nota brasileira a deterioração fiscal do país e a falta de coesão da equipe ministerial de Dilma.

 S&P REBAIXA BRASILPaís perde grau de investimento

"Nós estamos, como todos os brasileiros já percebem, vivendo o caos anunciado. E, diferentemente, do que diz a presidente, anunciado há muito tempo. A presidente quer passar a impressão de que só soube do agravamento da crise após as eleições. Isso, mais uma vez, não é verdade. Falta com a verdade a presidente da República", disse Aécio na entrevista.

Segundo o senador, no primeiro semestre de 2014, já havia uma queda de receita em comparação com o mesmo período do ano anterior. Para ele, essa defasagem fiscal justificaria uma reorganização das despesas públicas. "O que fez a presidente da República? Ampliou os gastos", ironizou.

Na avaliação de Aécio, mesmo diante dos primeiros indícios da crise econômica, Dilma não quis perder popularidade "para vencer as eleições".

"A responsabilidade exclusiva pela situação que passa o Brasil, que irá se agravar a partir deste rebaixamento, é de responsabilidade exclusiva da presidente", ressaltou o tucano.

O Brasil conquistou o grau de investimento pelas agências internacionais Fitch Ratings, Standard & Poor’s e Moody’s em 2008 e 2009, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nesta quinta, em um seminário na Argentina, Lula minimizou a perda do grau de investimento. Segundo reportagem do site do jornal "O Globo", o ex-presidente disse, em um discurso de mais de uma hora, que o rebaixamento pela S&P "não representa nada".

"É importante que a gente tenha em conta de que o fato de que eles [Standard and Poor's] diminuíram o 'investment grade' de um país não significa nada, significa que apenas a gente não pode fazer o que eles querem — opinou Lula no evento que contava com a presença de empresários, acadêmicos, diplomatas e funcionários do governo Cristina Kirchner.

"Eu fico pensando: é engraçado, como é que eles têm facilidade para tomar medidas quando a dor de barriga é na América Latina. Ou seja, todo mundo sabe quantos países da Europa estão quebrados e eles não têm coragem de diminuir o “investment grade” de nenhum país", complementou o ex-presidente.

“A verdade é que o governo não está conseguindo fazer a parte dele. A arrecadação caiu violentamente, muito mais que a retração da economia, o governo não sinaliza que as despesas não vão ser aumentadas, o governo não tem a confiança dos mercados, dos investidores e dos consumidores para manter a atividade econômica”, comentou Cunha em um seminário sobre reforma política no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).Repercussão no Congresso
A perda do grau de investimento do Brasil também voltou a repercutir nesta quinta-feira no Congresso Nacional. O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), atribuiu o rebaixamento à incapacidade do governo de “fazer a parte dele”.

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) ecoou as críticas de Lula à decisão da Standard and Poor's e também desqualificou o rebaixamento brasileiro.

A verdade é que o governo não está conseguindo fazer a parte dele"Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara

O parlamentar petista relembrou em uma entrevista coletiva no Senado que as agências de avaliação de risco não previram a crise mundial de 2008. Para ele, por esse motivo, não dá para o país tratar a Standard and Poor's e as outras agências de classificação de risco como "suprassumo do conhecimento da economia".

“É claro que, para o governo, era bom ter mantido o grau de investimento. O governo tem um déficit. Vale dizer que tem uma crise mundial. Hoje, 80% dos países do mundo têm déficit no seu orçamento. Estados Unidos, déficit. França, déficit. Itália, déficit. E Brasil tem um déficit. É ruim? É ruim. Mas o que eu estou dizendo é que o impacto é menor na economia, que o mercado já tinha se antecipado. Ele já sabia que o Brasil ia perder o grau de investimento”, avaliou Lindbergh.

É importante que a gente tenha em conta de que o fato de que eles [Standard and Poor's] diminuíram o 'investment grade' de um país não significa nada, significa que apenas a gente não pode fazer o que eles querem"Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República

Crítico da política econômica do ministro Joaquim Levy, o senador do PT aproveitou o episódio do rebaixamento para voltar a criticar o titular da Fazenda.

"Não estamos querendo fulanizar. Só acho que vai haver um debate no governo muito forte. Como atingir o superávit, como fechar as contas. O receituário do ministro Levy é um receituário que nós já conhecemos: cortes, cortes, cortes", reclamou.

Para o senador José Serra (PSDB-SP), a nota de investimento do Brasil foi rebaixada por causa da "fragilidade" política do governo Dilma. O tucano destacou em uma coletiva de imprensa no Senado que, na opinião dele, o Palácio do Planalto não demonstra ter condições de enfrentar a crise econômica. Ele criticou a suposta desorganização do Executivo para encontrar uma solução para a crise.

"Na questão dos impostos, por exemplo, [o governo] chega e joga um balão de ensaio sobre um imposto que vai aumentar, que vai criar. De repente, volta atrás, chega outro, chega um terceiro. Isso está passando para as pessoas uma ideia de fragilidade, uma ideia de não saberem direito o que fazer. O governo precisa passar a ideia que tem um objetivo, está trabalhando consistentemente para isso. Mesmo que você não esteja de acordo, mas é preciso ter um caminho", enfatizou.

fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/09/aecio-diz-que-perda-do-grau-de-investimento-e-caos-anunciado.html

Comentário: Com o rebaixamento da nota do Brasil de BBB- para BB+ pela agencia S&P, a crise econômica brasileira agravou ainda mais, afastando investidores e,  assustando a própria população, no qual, estão poupando suas economias, e deixando o mercado consumidor brasileiro esfriar.Com esse cenário de crise no país, a oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff aproveita para criticar a omissão da situação da economia do Brasil no ano passado, por conta das eleições. Entretanto, o parceiro da presidente, Lula Inácio Da Silva, ainda insiste em acreditar que esse rebaixamento de nota não significa nada.

Aline Uehara Nº01


Lido 279 vezes   Comentários (0)
 
 
Depositava oficialmente numa conta do PT, diz delator sobre propina
Por GeoInformando - quinta, 03 de setembro de 2015, às 20:17:36
Categoria: Postagem Obrigatória
O dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, afirmou na quarta-feira (2), em depoimento na Justiça Federal, em Curitiba, que o ex-diretor de Serviços Renato Duque o encaminhava ao ex-tesoureiro do PT João Vaccari para pagamento de propina. O delator afirmou que fez depósitos oficiais em contas do partido. Pessoa é um dos principais delatores da Lava Jato e ainda não teve sua delação premiada tornada pública. 

 Este foi o primeiro depoimento público do delator. Ricardo Pessoa, no entanto, não aparece nas imagens da audiência na Justiça Federal. Desde o início dos processos da Lava Jato, os depoimentos são gravados em vídeo e áudio. A defesa de Ricardo Pessoa pediu para que seu rosto não fosse mostrado. Durante a audiência, o juiz Sérgio Moro, que conduz as ações da Lava Jato, instruiu o delator para que ele não citasse políticos com foro privilegiado durante o depoimento.

Pessoa disse que seu primeiro contato na Diretoria de Serviços da Petrobras foi Pedro Barusco, então gerente de Engenharia e braço direito de Renato Duque. "Depois, o próprio Duque me procurou e começou a dizer que eu tinha que fazer contribuições políticas e que essas contribuições teriam que ir através do Vaccari."

O juiz Sérgio Moro perguntou: "Essas contribuições eram como parte do acerto de propina?".

"Sim, como parte, mais claro impossível", respondeu o empreiteiro. "Eu depositava oficialmente numa conta do Partido dos Trabalhadores."

 O juiz insistiu: "Essa contribuição vinha do acerto de propinas para a Diretoria de Serviços?"

O empreiteiro respondeu: "Sim, para mim eu estava pagando a Vaccari, a mesma coisa." 

 O delator falou à Justiça como testemunha de acusação no processo em que são réus o presidente da Odebrecht, Marcelo Bahia Odebrecht, e executivos ligados ao grupo.

Presidente da UTC Engenharia, ele é apontado pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal como o presidente do 'clube vip' das empreiteiras que se apossaram de contratos bilionários da Petrobras entre 2004 e 2014. Questionado pelo Ministério Público Federal se havia feito pagamento de propina a funcionários da estatal, o delator confirmou.

"Sim. Eu paguei para o Pedro Barusco (ex-gerente executivo da Petrobras). Renato Duque sempre me encaminhou para o senhor João Vaccari. Eu nunca dei propina na mão do senhor Renato Duque. Era sempre encaminhado o assunto para o senhor João Vaccari", afirmou Ricardo Pessoa.

 PT, PMDB e PP são suspeitos de lotear diretorias da Petrobras para arrecadar entre 1% e 3% de propina em grandes contratos, mediante fraudes em licitações e conluio de agentes públicos com empreiteiras organizadas em cartel. O esquema instalado na estatal foi desbaratado pela força-tarefa da Lava Jato.

 Ricardo Pessoa contou que os valores-base para pagamento de propina era de 1% para a Diretoria de Serviços, comandada por Duque, e para a Diretoria de Abastecimento, liderada por Paulo Roberto Costa, primeiro delator da Lava Jato. "A referência inicial era para a Diretoria de Serviços 1%, para a Diretoria de Abastecimento 1%. Mas isso era só referência. Caberia a negociação depois de cada um. Eu, por exemplo sempre negociei o máximo que eu pude."

Pessoa foi preso em novembro de 2014, na Operação Juízo Final, etapa da Lava Jato que derrubou o braço empresarial do esquema de propinas na estatal. O delator foi para regime domiciliar em março deste ano.

Comentário: A Operação Lava Jato, que vem sido investigada há um tempo, por meio de depoimentos do Ricardo Pessoa, presidente da UTC Engenharia, descobriu o encaminhamento de propina para o Partido dos Trabalhadores (PT). Por meio disso pode-se afirmar a certeza do envolvimento do partido do Governo atual no esquema da Petrobras. Com isso, há possíveis chances desse dinheiro ter sido usado em campanhas eleitorais do partido, afinal o Secretário de Finanças do PT, João Vaccari Neto que administrava o recebimento dessa propina.
ANNA CAROLINA 3ºD n°02
Lido 283 vezes   Comentários (0)
 
 
  Próxima Página >>