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Intervenção Urbana
Por GeoMundo - quarta, 04 de novembro de 2015, às 18:31:14
Categoria: Postagem Obrigatória

Intervenção Urbana
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Após país, agência rebaixa empresas; Petrobras perde grau de investimento
Por GeoMundo - quinta, 10 de setembro de 2015, às 18:28:33
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Após país, agência rebaixa empresas; Petrobras perde grau de investimento

Um dia após rebaixar o Brasil, a agência de avaliação de risco Standard & Poor's (S&P) cortou a nota de várias empresas brasileiras, nesta quinta-feira (10), tirando o grau de investimento de companhias como Petrobras e Eletrobras.

A S&P rebaixou a nota da Petrobras em moeda estrangeira em dois degraus, de "BBB-" para "BB". Além disso, colocou a nota em perspectiva "negativa", o que significa chance de novo corte em breve. 

Também foram afetadas companhias como Comgas, CCR, Neoenergia, Arteris e Ecorodovias.

Perder o grau de investimento significa que a empresa deixou de ser considerada uma boa pagadora, um lugar recomendável para os investidores aplicarem seu dinheiro. Isso deve aprofundar a dificuldade dessas companhias para conseguir financiamentos.

País perde selo de bom pagador

Ontem, a S&P cortou a nota do Brasil de "BBB-" para "BB+". Com isso, o país deixou de ser considerado um bom pagador, um lugar recomendável para os investidores aplicarem seu dinheiro.

Além de retirar do Brasil o grau de investimento, a S&P sinalizou que a situação pode piorar ainda mais, ao manter a perspectiva negativa para a nota brasileira.

"Os desafios políticos que o Brasil enfrenta continuam a crescer, pesando sobre a habilidade do governo e a disposição de enviar um orçamento de 2016 ao Congresso consistente com uma significativa política corretiva sinalizada durante a primeira parte do segundo mandato da presidente Dilma", segundo a S&P.

A S&P foi a primeira das três principais agências de classificação de risco a conceder ao Brasil o selo de bom pagador, em abril de 2008, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Agora, é a primeira a colocar o Brasil de volta ao grau especulativo.

O país ainda mantém o grau de investimento de acordo com as outras duas principais agências: Fitch e Moody's.

Avaliação de agências indica risco de calote aos investidores 

Um governo consegue dinheiro vendendo títulos no mercado. Os investidores compram papéis com a promessa de receberem o dinheiro de volta no futuro com juros. Quando um governo tem avaliação ruim, considera-se que há risco de dar um calote e não pagar esses investidores. 

Se houver desconfiança sobre essa devolução, fica difícil conseguir vender esses títulos, e o país tem de pagar mais juros aos investidores para compensar o risco maior. O país com mais confiança são os EUA.

O chamado grau de investimento indica aos investidores que uma economia tem baixo risco de dar calote, e que as aplicações financeiras feitas por investidores estrangeiros nesse país terão risco próximo a zero.

Comentário:
  Muitas empresas acabaram sofrendo com o pós  corte da nota brasileira na standard & poor's, como exemplificado no texto com o ocorrido pela Petrobras. Esse fato apenas tende a intensificar a crise econômica iminente que o Estado brasileiro passa devido a possível retirada de capital estrangeiro. Isso além do fato que o Brasil pode demorar a retornar esse capital, considerando a descrença do empresariado estrangeiro sobre o governo atual.


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Foto de menino refugiado morto na praia atrai atenção para crise
Por GeoMundo - quinta, 03 de setembro de 2015, às 15:26:10
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"A morte de 12 pessoas na Turquia, simbolizada pela imagem do corpo de Aylan Kurdi, de três anos, à beira do mar, escancarou a tragédia dos milhares de refugiados que tentam chegar à Europa.

A foto da criança foi registrada nesta quarta-feira (2) numa praia na região de Bodrum e divulgada pela agência de notícias turca DHA.

Os 12 foram identificados como sírios que estavam em dois barcos que naufragaram com 23 pessoas em direção à ilha grega de Kos.

As imagens espalharam-se pelas redes sociais e ganharam repercussão no momento em que a Europa discute como lidar com o que considera a maior fluxo de refugiados desde a Segunda Guerra.

O menino está de camiseta vermelha, bermuda e tênis. Numa das imagens, o seu corpo está sozinho, à beira do mar. Em outra, ele é carregado por um policial.

Com base no relato de parentes, a mídia turca identificou a criança. Um irmão dele de cinco anos e a mãe, identificada como Rihan, também morreram, segundo a imprensa turca. O pai, Abdullah Kurdi, sobreviveu.

Segundo o noticiário local, eles fugiram para a Turquia no ano passado após deixarem a cidade síria de Kobani para escapar do conflito com o Estado Islâmico (EI).

A imagem foi um dos assuntos mais comentados das redes sociais, com a hashtag #KiyiyaVuranInsanlik (algo como "a humanidade levada pelas ondas", em turco).

Esses 12 mortos se somam à estimativa de pelo menos 2.600 pessoas que morreram neste ano tentando chegar à Europa pelo mar, segundo dados da OIM (Organização Internacional de Migração).

Estima-se que mais de 300 mil pessoas tenham feito a travessia em 2015, muitas delas fugindo de países em conflito como Síria e Afeganistão, e outras milhares, de países africanos, sobretudo da África subsaariana.

Na semana passada, um caminhão com 71 corpos em decomposição, provavelmente sírios, foi encontrado abandonado numa estrada na Áustria na região da fronteira com a Hungria.

A Turquia tem se tornado o primeiro ponto de parada de muitos refugiados sírios. Dali, eles tentam chegar a países como a Grécia, de onde buscam seguir viagem para regiões mais ricas da Europa, como a Alemanha, que deve receber somente neste ano 800 mil pedidos de asilo.

COMOÇÃO

A divulgação da imagem da criança morta por veículos de mídia do mundo todo, de diferentes linhas editoriais, e por usuários de redes sociais ocorreu em meio a debates sobre a necessidade de expor imagem tão agressiva.

Para a professora de direito Eloísa Machado, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), é delicada a decisão.

"Os parâmetros de proteção do direito da criança e do adolescente não tratam especificamente desse ponto" afirma.

"A divulgação da imagem ou não, portanto, não se reflete especificamente sobre o direito dessa criança, mas sim sobre um debate necessário da situação de violência e vulnerabilidade, como é a dos refugiados."

Machado diz que há "prós" e "contras" à difusão da imagem, mas afirma que a foto pode ajudar a sensibilizar governos a agirem de forma "mais incisiva na proteção dos direitos da criança".

O jornalista Eder Chiodetto, ex-editor de Fotografia da Folha e curador, defende a divulgação.

"Uma coisa seria publicar essa imagem caso o garoto tivesse morrido acidentalmente na praia. Mas aqui se trata de uma situação absurda, em que pessoas aos milhares estão fugindo desesperadamente de sua própria nação por causa de uma situação de opressão, de ameaça à integridade", diz.

Em 2014, ao menos 24 mil crianças e adolescentes fizeram a travessia pelo Mediterrâneo. Metade sem os pais."

Comentário: Vergonha e tristeza. A notícia apenas reafirma a posição xenofóbica histórica da Europa, que recusa lidar com as consequências de seu neocolonialismo, que deixou países da África e da Ásia completamente desestabilizados politicamente desde então.
Estimam-se ao menos 2.600 mortos, impedidos de cruzar para a Europa em busca de uma vida digna. No entanto, ainda há aqueles que consideram a Europa um lugar de "gente civilizada"...

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/09/1677028-foto-de-menino-refugiado-morto-na-praia-atrai-atencao-para-crise.shtml?cmpid=facefolha


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Desemprego vai a 8,3% e Dilma fala em um 2016 difícil
Por GeoMundo - quinta, 27 de agosto de 2015, às 17:42:00
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A presidenta Dilma Rousseff disse nesta terça-feira 25 que o Brasil atravessa umasituação econômica que “requer cuidados”e reconheceu que, apesar das ações do governo, a crise não será resolvida no curto prazo. Segundo Dilma, 2016 ainda será um ano de dificuldades.

“Eu espero uma situação melhor. Mas não tenho como garantir que a situação em 2016 vai ser maravilhosa, não vai ser, muito provavelmente não será. Agora também não será a dificuldade imensa que muitos pintam", disse. "Vamos continuar tendo dificuldades, até porque não sabemos a repercussão de tudo o que está acontecendo na economia internacional”, afirmou ela em entrevista a rádios do interior de São Paulo, antes de embarcar para Catanduva, onde entrega unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida.

Dilma citou a queda generalizada registrada na segunda-feira 24 nas bolsas de valores do mundo inteiro, mas disse que a economia brasileira está se protegendo com medidas como o pacote de exportações e o programa de atração de investimentos em logística.

“As nossas medidas já começaram [a ser implementadas], não tem como estarmos pior no futuro, porque tomamos um conjunto de medidas”, avaliou. A presidenta voltou a criticar o que chamou de pessimismo em relação ao futuro da economia brasileira e disse que a insatisfação com o governo é “compreensível”, mas que a situação não pode ser resolvida imediatamente.

“As pessoas querem que as coisas sejam imediatamente resolvidas. É compreensível, mas nem sempre [é assim] – e isso não ocorre também na vida da gente: você tem uma dificuldade, tem que enfrentar e só o tempo te ajuda a fazer passar", disse Dilma.

Desemprego

A situação difícil da qual fala Dilma foi expressa na nova rodada de informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a respeito do desemprego. No segundo trimestre de 2015, a taxa de desemprego foi de 8,3%, a maior da série histórica segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Trimestral (Pnad Contínua Trimestral), iniciada em 2012.

Segundo o IBGE, a população desocupada, equivalente a 8,4 milhões de pessoas, subiu 5,3% em comparação ao trimestre imediatamente anterior. Na comparação com o segundo trimestre de 2014, subiu 23,5%.

A taxa cresceu tanto na comparação com o primeiro trimestre de 2015 (7,9%), quanto com o segundo trimestre de 2014 (6,8%).

No segundo trimestre de 2015 em relação ao mesmo período de 2014, a taxa de desocupação cresceu em todas as regiões: Norte (de 7,2% para 8,5%), Nordeste (de 8,8% para 10,3%), Sudeste (de 6,9% para 8,3%), Sul (de 4,1% para 5,5%) e Centro-Oeste (de 5,6% para 7,4%). Entre as unidades da federação, Bahia teve a maior taxa (12,7%) e Santa Catarina, a menor (3,9%).

*Com informações da Agência Brasil

Infelizmente a péssima crise prevista economicamente chegou a tona.Porém a presidente Dilma diz que a situação não tem como piorar, que medidas em prol da melhora econômica já foram atribuídas além de que as pessoas precisam parar de ter uma visão pessimista sobre o futuro. Não obstante, em função da crise, o desemprego aumentou em todas as regiões brasileiras. Fato que era uma estratégica politica na reeleição vira um tremendo ataque contra a presidente.Agora só resta a população brasileira esperar pela melhora que deve ser lenta e gradual.


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Coração nada valente
Por GeoMundo - quarta, 19 de agosto de 2015, às 22:13:44
Categoria: Charge

A charge mostra a contradição do discurso petista: A insistência no discurso fisiológico de combate à corrupção e a atitude antiética dos membros do partido.
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