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intervenção urbana
Por GeografiaVirtual - domingo, 08 de novembro de 2015, às 18:08:36
Categoria: Postagem Obrigatória

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Obama pede a governo que EUA acolham 10 mil refugiados sírios
Por GeografiaVirtual - quinta, 10 de setembro de 2015, às 23:53:40
Categoria: Postagem Obrigatória

Congresso dos EUA terá de se comprometer financeiramente, diz porta-voz.
EUA receberam 1.500 refugiados desde o início da guerra na Siria.

O presidente dos Estados UnidosBarack Obama, pediu a seu governo que inicie os preparativos para poder receber pelo menos 10 mil refugiados sírios durante o novo ano fiscal, que começa em 1º de outubro, anunciou nesta quinta-feira (10) a Casa Branca.

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, fez o anúncio em sua entrevista coletiva diária, um dia depois que o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, disse que seu país está comprometido a acolher mais refugiados sírios para responder à crise migratória que está afetando a Europa.

Um grande fluxo de pessoas do Oriente Médio e norte da África tem fugido de gueras e conflitos de saus países para buscar uma vida em paz na União Europeia. Um total de 381.412 migrantes e refugiados chegaram à Europa por meio do Mediterrâneo desde janeiro de 2015 e 2.850 morreram na travessia ou foram considerados desaparecidos, informou nesta terça-feira a Agência da ONU para os Refugiados (Acnur).

Segundo Earnest, o acolhimento de 10 mil refugidos reflete o aumento significativo do comprometimento dos EUA de aceitar refugiados de países em guerra e de oferecer a eles cuidados básicos. O porta-voz também lembrou que o Congresso dos EUA terá de se comprometer financeiramente para ajudar a aumentar o número de refugiados sirios que entram no país.

Os Estados Unidos receberam cerca de 1.500 sírios desde o início da guera civil há quatro anos no país, de acordo com a Associated Press.

Atualmente, os Estados Unidos aceitam cerca de 70 mil refugiados de conflitos e perseguições por ano, mas têm evitado aceitar sírios. Os refugiados da Síria são submetidos a uma rígida checagem de segurança para impedir a entrada de extremistas em território americano.

Desde o último domingo (6), os Estados Unidos passaram a sofrer mais pressão para ajudar a Europa a encontrar refúgio para a leva de imigrantes que foge das guerras e do caos na região do Oriente Médio e Norte da África.

David Miliband, chefe do Comitê Internacional de Resgate e ex-secretário de Relações Exteriores britânico, pediu aos EUA para mostrarem “o tipo de liderança que a América já exibiu neste tipo de assunto” no passado.

 fonte; http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/obama-ordena-que-eua-acolham-10-mil-refugiados-sirios.html

cometario:O presidente dos EUA admitindo a seriedade da crise dos refugiados no mundo,fornecerá abrigo a dez mil sírios.O comprometimento dos americanos com os sírios não se limitará ao campo político,eles forneceram todo suporte econômico.Os EUA limitaram muito a entrada de sírios pelo medo de existir extremistas em solo americano,porém devido a pressão mundial,tal limitação deve acabar.


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Foto chocante de menino morto revela crueldade de crise migratória
Por GeografiaVirtual - quinta, 03 de setembro de 2015, às 23:59:46
Categoria: Postagem Obrigatória

Corpo de garoto foi encontrado em praia turca após naufrágio.
Jornal inglês questiona se poder da imagem fará Europa mudar política.

As imagens de um menino sírio morto numa praia da Turquia viraram símbolo da crise migratória que já matou milhares de pessoas do Oriente Médio e da África que tentam chegar à Europa para escapar de guerras, de perseguições e da pobreza.

O corpo do menino apareceu nesta quarta-feira (2) em Bodrum depois que duas embarcações com imigrantes naufragaram. Pelo menos nove sírios morreram, segundo a agência AFP -- outros veículos já citam 12. As duas embarcações haviam partido de Bodrum e tentavam chegar à ilha grega de Kos, anunciaram as autoridades locais.

A foto virou um dos assuntos mais comentados no Twitter e diversos veículos da imprensa internacional o destacaram como emblemática da gravidade da situação, até mesmo com potencial para ser um divisor de águas na política europeia para os imigrantes.

"Se estas imagens com poder extraordinário de uma criança síria morta levada a uma praia não mudarem as atitudes da Europa com relação aos refugiados, o que mudará?", questiona o jornal britânico "Independent". As fotos são "um forte lembrete de que, enquanto os líderes europeus progressivamente tentam impedir refugiados e imigrantes de se acomodarem no continente, mais e mais refugiados estão morrendo em seu seu desespero para escapar da perseguição e alcançar a segurança", acrescenta.

"The Guardian", outro jornal britânico, disse que as fotos levaram para as casas das pessoas "todo o horror da tragédia humana que vem acontecendo no litoral da Europa".

O americano "Washington Post"  classificou a imagem de "o mais trágico símbolo da crise de refugiados do Mediterrâneo".

Grave crise
O mundo enfrenta a pior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, segundo organizações como a Anistia Internacional e a Comissão Europeia. Mais de 350 mil imigrantes atravessaram o Mediterrâneo desde janeiro deste ano e mais de 2.643 pessoas morreram no mar quando tentavam chegar à Europa, segundo dados da OIM (Organização Internacional para as Migrações).

Quase 220 mil chegaram à Grécia e quase 115 mil, à Itália. Mais de 2 mil chegaram à Espanha e uma centena a Malta. O número no decorrer de 2015 supera com folga o total de 2014, quando 219 mil migrantes tentaram atravessar o Mediterrâneo.

A maioria dos migrantes que chegam à Grécia por mar são sírios em fuga da guerra em seu país. Entre os que chegaram à Itália, os mais numerosos são os eritreus.

A travessia do Mediterrâneo é feita em botes ou em embarcações superlotadas, sem os mínimos requisitos de segurança, por traficantes de pessoas. A viagem pode custar mais de R$ 10 mil por pessoa, o que torna o negócio altamente lucrativo - uma única embarcação pode render US$ 1 milhão.

Reação da Europa
A chegada de centenas de milhares de imigrantes confundiu a União Europeia, que eliminou todos seus controles fronteiriços para viagens entre 26 países de sua área, mas requer que as pessoas que buscam asilo permaneçam no país onde chegaram, até que suas aplicações sejam processadas.

Alguns governos têm se recusado a receber refugiados e resistido a propostas da União Europeia para criar um plano comum para lidar com a crise.

No sábado (29), a Hungria anunciou que finalizou a construção de uma barreira constituída de três rolos de arame farpado que se estende ao longo de 175 km da fronteira com a Sérvia. A medida foi criticada pela França. A Comissão Europeia também deixou claro seu desagrado com a cerca húngara, mas o país não enfrenta sanção por construí-la.

A Alemanha tem tomado algumas iniciativas positivas com relação à acolhida dos refugiados. Inicialmente, o país favoreceu que os sírios peçam refúgio diretamente à Alemanha após excluí-los do Regulamento de Dublin. Esse regulamento indicava que esse estrangeiro fosse encaminhado ao país onde migrante ingressou na União Europeia. Países como a Itália e Grécia, por exemplo, têm recebido um número muito elevado de migrantes que chegam pelo mediterrâneo.

 

Comentario: as crises guerras principalmente de países árabes, levam seu povo a tentar uma vida melhor nos países europeus, pelo governo conservador contra a vinda de imigrantes para o pais, fazem os refugiados tentar ingressar na Europa de modos ilegais, onde ocorrem muitos riscos, onde muitos acabam morrendo, gerando fotos como a tal, q emocionam o mundo e lançam uma questão no ar, da estrema repressão aos imigrantes .


BRENO DAMBROZIO


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Redução de velocidade Marginal Tietê
Por GeografiaVirtual - quarta, 19 de agosto de 2015, às 21:28:42
Categoria: Charge

A charge faz uma crítica negativa à redução da velocidade nas marginais do rio Tietê de um modo exagerado, porém representa a insatisfação de grande parte dos cidadãos que utilizam essas vias, diariamente ou não. 
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Agência de risco Moody's rebaixa nota de crédito do Brasil
Por Breno (A-3) - terça, 11 de agosto de 2015, às 18:30:35
Categoria: Postagem Livre

DE SÃO PAULO

11/08/2015  17h13 - Atualizado às 18h10

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A agência de classificação de risco Moody's cortou a nota de crédito do país nesta terça-feira (11), deixando-o a apenas um nível de perder o grau de investimento –selo de "bom pagador".

A nota do Brasil passou de Baa2 para Baa3. A agência alterou ainda a perspectiva da nota de negativa para estável.

A Moody's atribuiu a decisão ao desempenho econômico mais fraco que o esperado, à situação fiscal do país e à falta de consenso político para aprovar as reformas fiscais.

As divergências, afirmou a agência, vão impedir as autoridades de alcançar um superávit primário (economia para o pagamento dos juros da dívida pública) que seja suficiente para conter e reverter o endividamento crescente do país neste ano e no próximo.

Apesar do corte, o mercado reagiu bem à notícia. Havia o temor de que a Moody's fizesse uma mudança drástica em sua avaliação, rebaixando já agora o país para o chamado "grau especulativo".

Para a Moody's, o país precisa crescer 2% e economizar, na forma de superavit primário, pelo menos 2% do PIB para estabilizar sua dívida. Na avaliação da agência, contudo, o Brasil não deve cumprir estas condições em 2015 e 2016.

Para a Moody's, o endividamento do governo só se "estabilizará" no fim do segundo mando de Dilma Rousseff.

Nos cálculos da agência, a dívida subirá para 67% do PIB em 2016 e continuará a aumentar lentamente, aproximando-se de 70% do PIB em 2018 e permanecendo depois "em torno desse nível elevado".

A estimativa da Moody's difere, portanto, da anunciada pelo governo. A equipe econômica estima que o endividamento do país deve começar a cair em 2017.

Para o governo, dívida pública bruta alcançará 66,4% do PIB [Produto Interno Bruto] em 2016, baixando para 66,3% em 2017.

ALÍVIO

Para André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, o mercado reagiu bem à notícia, já que o país conseguiu manter o grau de investimento.

"Ganhamos uns seis meses de respiro com a perspectiva estável. O maior medo era que a Moody's jogasse logo o país para o grau especulativo", afirmou. 


http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/08/1667265-agencia-de-risco-moodys-rebaixa-nota-de-credito-do-brasil.shtml


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