Blog: MundoGeo
Você está vendo a Turma 2015 - Ver outros anos

MundoGeo Blog: MundoGeo
Ana (B-1), Antonia (B-34)
Beyonce (B-35)

Monumento às Bandeiras
Por MundoGeo - quarta, 04 de novembro de 2015, às 17:23:09
Categoria: Postagem Obrigatória

Parque Ibirapuera
Lido 236 vezes   Comentários (0)
 
 
Dólar sobe mais de 3% e encosta em R$ 3,90, com preocupações políticas
Por Ana (B-1) - terça, 13 de outubro de 2015, às 18:48:18
Categoria: Postagem Livre
Moeda tem maior alta diária em mais de 4 anos e fecha a R$ 3,8935.
Na sexta-feira, dólar tinha encerrado o pregão cotado a R$ 3,7588.

O dólar fechou em alta de mais de 3% nesta terça-feira (13), voltando a encostar em R$ 3,90, fechando a sessão com a maior alta diária em mais de quatro anos, refletindo as fortes incertezas em torno da eventual abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff e o ambiente de aversão a risco nos mercados externos.

A moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 3,58%, cotada a R$ 3,8935 para venda, após ter encerrado a R$ 3,7588 na sexta-feira passada. Veja a cotação do dólar hoje.

Trata-se do maior avanço diário desde 21 de setembro de 2011, quando subiu 3,75% Na máxima da sessão, foi a R$ 3,8962.

No mês, o dólar ainda acumula queda de 1,82%. No ano, a valorização é de 46,44%.

Na semana passada, o dólar tinha acumulado queda de 4,74%, maior baixa semanal desde o fim de 2011.

Bovespa cai 4%
O cenário político conturbado e preocupações sobre a economia da China também refletiram na bolsa, que teve sua maior queda diária desde dezembro de 2014. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4%, a 47.362 pontos.

Veja cotação do dólar ao longo do dia:
Às 9h09, subia 1,17%, a R$ 3,8031
Às 9h49, subia 1,21%, a R$ 3,8046
Às 10h09, subia 1,76%, a R$ 3,8251
Às 10h29, subia 2,24%, a R$ 3,8433
Às 11h18, subia 1,95%, a R$ 3,8322
Às 11h48, subia 1,86%, a R$ 3,8286
Às 12h48, subia 1,89%, a R$ 3,8298
Às 13h18m subia 1,92%, a R$ 3,8298
Às 14h10, subia 2,42%, a R$ 3,8496

Às 15h05, subia 2,27%, a R$ 3,8442
Às 15h40, subia 2,79%, a R$ 3,8635
Às 16h, subia 2,93%, a R$ 3,8691

Às 16h25, subia 3,23%, a R$ 3,8801

Tensão política
"O cenário local está muito nebuloso, muito incerto. Isso faz o mercado assustar", disse à Reuters o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira.

Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu nesta terça-feira liminares que, na prática, seguram momentaneamente o desenvolvimento de eventual processo de impeachment de Dilma, que ganha mais tempo em meio à intensa disputa política que trava no Congresso.

Se a decisão do STF não interfere no poder do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de deliberar sobre os pedidos do impeachment, na prática deixa incerto o plano da oposição de apresentar recurso em plenário para eventual rejeição de Cunha ao pedido de impeachment, como era o script elaborado pelos oposicionistas.

A perspectiva de que o Congresso deve demorar para votar os vetos presidenciais que têm impacto sobre as contas públicas também provocou apreensão entre os investidores.

"A semana começa quente em Brasília", resumiu o operador da corretora SLW João Paulo de Gracia Correa.

Cenário externo
A incerteza local somou-se ao mau humor nos mercados externos. Uma queda mais forte nas importações da China, importante referência para investidores em mercados emergentes, em setembro deixou economistas divididos sobre a performance do setor comercial do país, apesar de as exportações terem caído menos que o esperado.

O Banco Central deu continuidade nesta manhã à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, vendendo a oferta total de até 10.275 contratos, equivalentes a venda futura de dólares. Até agora, a autoridade monetária já rolou US$ 4,094 bilhões, ou cerca de 40%do lote total, que corresponde a US$ 10,278 bilhões.

http://g1.globo.com/eco...-feira-13.html
Lido 242 vezes   Comentários (0)
 
 
Homem de confiança de Lula, Jaques Wagner virou conselheiro de Dilma
Por MundoGeo - sexta, 02 de outubro de 2015, às 17:53:38
Categoria: Postagem Obrigatória

Novo chefe da Casa Civil integra coordenação política do governo petista.
Ele comandou Trabalho e Relações Institucionais durante o governo Lula.
Anunciado nesta sexta-feira (2) como novo ministro-chefe da Casa Civil, o ex-governador da BahiaJaques Wagner (PT) é um dos homens de confiança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silvae, com a criação da coordenação política do governo, passou a integrar o quadro de conselheiros da presidente Dilma Rousseff.

Quadro histórico do Partido dos Trabalhadores, Wagner chefiava o Ministério da Defesa desde janeiro deste ano, quando Dilma tomou posse para o segundo mandato.

Nos últimos oito anos, o petista governou o estado da Bahia. Antes de assumir o Palácio Rio Branco, Jaques Wagner comandou, no primeiro mandato do ex-presidente Lula, o Ministério do Trabalho e a Secretaria de Relações Institucionais.

Em 2014, ele não disputou as eleições, mas atuou como um dos coordenadores da campanha da presidente Dilma à reeleição, especialmente no Nordeste. Elogiado internamente no PT pelos resultados obtidos no segundo turno da eleição, Jaques Wagner foi um dos primeiros nomes a surgir como possível ministro após Dilma derrotar o então candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG).

Parte do quadro de fundadores do PT, Wagner teve seu nome defendido na Casa Civil por Lula em outras ocasiões. Em meio à crise na relação entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, o ex-presidente já havia sugerido a Dilma, em pelo menos duas ocasiões, que substituísse Aloizio Mercadantex pelo ex-governador baiano.

Trajetória
Conhecido pelo perfil "conciliador", Jaques Wagner nasceu no Rio de Janeiro em 16 de março de 1951 e começou a se envolver com política aos 18 anos, quando presidiu o diretório acadêmico da Faculdade de Engenharia Civil da PUC-RJ. Devido à atuação no movimento estudantil, passou a ser perseguido pelo regime militar, deixou a universidade e foi para a Bahia.

Em Camaçari, no litoral baiano, começou a trabalhar como técnico em uma indústria petroquímica. Na década de 1980, conheceu Lula  e participou da  fundação do PT. Também ajudou a instalar a sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Bahia e atuou como presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica do estado, de 1987 a 1989.

Wagner assumiu o primeiro mandato em 1990, quando se elegeu deputado federal, reeleito em 1994 e 1998. Antes de se tornar ministro de Lula e governador da Bahia, tentou se eleger prefeito de Camaçari (BA), mas perdeu.

http://g1.globo.com/pol...iro-de-dilma.html

Comentário: Em busca de melhorar sua reputação, ainda abalada, a presidente Dilma coloca Jaques Wagner, novo ministro-chefe da Casa Civil, em seu grupo de conselheiros. O homem, membro do PT, possui a confiança de Lula, ex-presidente do país. Lula já teria, inclusive,  proposto a Dilma á substituição de Aloizio Mercadante por Wagner. 


Lido 246 vezes   Comentários (0)
 
 
Na ONU, Obama pede acordo global forte sobre clima em Paris
Por Ana (B-1) - domingo, 27 de setembro de 2015, às 21:18:22
Categoria: Postagem Livre
COP 21 será realizada em dezembro na França.
Conferência busca acordo para limitar aumento das temperaturas até 2º C.

O presidente americano, Barack Obama, pediu neste domingo (27) aos líderes de todo o mundo reunidos na ONU mais esforços pela aprovação de um acordo climático "forte" este ano, em Paris, enquanto seu contraparte francês, François Hollande, afirmou que há "ainda muito trabalho a fazer" para se chegar a um acordo confiável.

Os líderes participam da Cúpula sobre Desenvolvimento Sustentável, na qual a presidente Dilma anunciou mais cedo neste domingo que o Brasil tem a meta de reduzir em 43% a emissão de gases do efeito estufa até 2030 em relação a 2005.

No âmbito da ONU, a Conferência das Partes sobre a Convenção do Clima (COP21) visa um acordo para limitar a elevação das temperaturas até 2º C com base nos níveis pré-industriais, um limite que os cientistas afirmam que reduziria os riscos dos efeitos devastadores das mudanças climáticas, como inundações.

"Em apenas dois meses, o mundo deverá se unir em torno de um acordo global forte", afirmou o presidente americano, durante discurso nas Nações Unidas, em alusão à COP21, que será realizada no final de novembro, em Paris.

"Todos os nossos países serão afetados pelas mudanças climáticas, mas as pessoas mais pobres do mundo vão carregar o fardo mais pesado", advertiu Obama.

Já o presidente francês, François Hollande, demonstrou cautela ao comentar as perspectivas de um acordo global, em Paris, durante coletiva de imprensa na sede da ONU, em Nova York.

"As intenções estão aqui e há muitas declarações, tudo isto é animador, mas entre esta vontade e as condições de um acordo confiável, ainda há muito trabalho", disse Hollande à imprensa.

"Eu só tenho uma mensagem: apressem-se", afirmou, pedindo maiores esforços, tanto de planos nacionais de redução de emissões de gases-estufa, quanto do financiamento para ajudar os países mais pobres, os mais afetados pelos efeitos do aquecimento global.

Segundo Hollande, 81 entre 190 países apresentaram seus planos para conter as emissões de carbono, responsáveis pelas mudanças climáticas, respondendo por 75% do total de emissões mundiais.

"O mundo todo está convencido de que haverá um acordo em Paris, mas a questão é que tipo de acordo", afirmou.

http://g1.globo.com/nat...a-em-paris.html
Lido 246 vezes   Comentários (0)
 
 
Veja os vetos mantidos pelo Congresso na sessão desta terça
Por Ana (B-1) - quarta, 23 de setembro de 2015, às 14:01:50
Categoria: Postagem Livre
Dos 32 vetos na pauta, 26 foram votados e mantidos pelos parlamentares. 
Entre os que foram mantidos está o veto ao fim do fator previdenciário.

A sessão do Congresso Nacional marcada para analisar 32 vetos da presidente Dilma Rousseff a textos aprovados pelos parlamentares analisou e manteve 26 deles antes de ser suspensa na madrugada desta quarta-feira (23). Os outros seis ainda não têm data para ser votados. A maioria dos vetos diz respeito a projetos que aumentam gastos obrigatórios, por isso não são de interesse do governo, que busca reequilibrar as contas públicas em um ano de crise.

O principal veto analisado na sessão que começou na noite de terça (21) foi o que a presidente impôs ao texto que acabava com o fator previdenciário. Veja lista com todos os 26 mantidos por deputados e senadores:

Fator previdenciário
O texto do Congresso acabava com o fator previdenciário - fórmula matemática que reduz os benefícios de quem se aposenta antes da idade mínima de 60 anos para mulheres e 65 anos para homens, e incentiva o contribuinte a trabalhar por mais tempo. Pela regra aprovada pelos parlamentares, as pessoas poderiam se aposentar quando a soma da  idade e do tempo de contribuição atingisse 95 anos, se homem, e 85 anos, se mulher. Nas contas do governo, o gasto adicional com aposentadorias seria de R$ 132 bilhões até 2035, por isso Dilma vetou o texto.  

Educação básica
O veto barrou o projeto que alterava o Estatuto da Criança e do Adolescente para obrigar as escolas da educação básica a identificar, no ato da matrícula, as pessoas autorizadas a ingressar no estabelecimento de ensino para cuidar de assuntos de interesse do estudante.

Código de Processo Civil
Dilma aplicou sete vetos ao texto do novo Código de Processo Civil aprovado pelo Congresso. Um desses dispositivos permitia converter uma ação individual em coletiva.

Fusão de partidos
Dilma vetou trechos do projeto que dificulta a criação e fusão de partidos políticos com menos de cinco anos de fundação. Um dos itens vetados  determinava, no caso de fusão entre siglas, a abertura de uma janela de 30 dias para para políticos com mandato migrarem sem serem enquadrados na lei de infidelidade partidária, que prevê a perda do mandato.

Resíduos sólidos
Dilma vetou projeto que incluía a realização de campanhas educativas sobre limpeza urbanae manejo de lixo entre os itens obrigatórios dos planos estaduais e municipais de resíduos sólidos. A presidente alegou que a exigência das campanhas nos planos de manejo era “desproporcional” e poderia gerar um efeito contrário ao pretendido.

Exportações
O veto da  presidente retira um dispositivo do Orçamento de 2015 que tratava dos coeficientes de rateio do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX) entre os estados. O governo argumenta que o tema não é de responsabilidade da Lei Orçamentária Anual.

Lei Geral das Antenas
O veto da presidente atingiu trechos da Lei Geral das Antenas. Um dos pontos rejeitados dava à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) o poder de conceder autorização à prestadora de serviço que não conseguir emissão de licença para instalação de torres em área urbana no prazo de 60 dias. A presidente Dilma argumenta que o dispositivo viola o pacto federativo, ao transferir para órgão regulador federal algo que é da competência de estados e municípios.

Garçom
O veto da presidente atinge o projeto que regulamentava a profissão de garçom. A proposta exigia o registro na Delegacia do Trabalho para o exercício da função e a comprovação de dois anos de atuação na área. Dilma justificou que o projeto era inconstitucional, pois restringia o exercício da profissão.

Decorador
Dilma também vetou projeto que regulamentava a profissão de decorador. O texto dizia que poderiam exercer a função os formados em decoração em faculdades do Brasil ou do exterior ou a quem tivesse diploams em áreas correlatas, como arquitetura. A presidente entendeu que esse projeto também era inconstiucional. Na justificativa do veto, ela escreveu que, pela Constituição,  é livre o exercício de qualquer trabalho e restrições só serão impostas quando houver dano à sociedade.

Subsídios
O veto a esse projeto foi parcial. O texto do Congresso previa tornar permanentes benefícios tributários para o setor de semicondutores e componentes eletrônicos. Na justificativa, Dilma argumenta que a proposta de ampliação dos programas de apoio não contou com estimativas do impacto financeiro que a proposta traria.

Marco da Biodiversidade
A presidente vetou trecho do novo Marco da Biodiversidade que determinava isenção de pagamentos de royalties para produtos com componentes naturais que tiveram a pesquisa iniciada antes de 29 de junho de 2000. Com o veto, a isenção vale para quem começou a explorar o produto acabado antes dessa data, e não apenas começou a pesquisa nesse período.

Domésticas
O veto atingiu dois dispositivos do projeto que regulamentou a PEC das Domésticas. Um dos dispositivos era a possibilidade de estender para outras categorias o  regime de 12 horas trabalhadas por 36 de descanso. Essa extensão beneficiaria os vigilantes ou os transportadores. Também foi vetada a possibilidade de a “violação de fato ou circunstância íntima do empregador ou da família” ser motivo de demissão por justa causa.

Taxas subsidiadas do BNDES
Foi vetado dispositivo que determinava que, na concessão de financiamentos do BNDES a taxas subsidiadas, no mínimo 30% dos recursos fossem direcionados a tomadores de empréstimo situados nas regiões Norte e Nordeste.

Ex-territórios
A presidente vetou dispositivos de uma medida provisória que garantia a servidores da fiscalização tributária de ex-territórios da União, como Amapá, Roraima e Rondônia, a mesma remuneração dos auditores fiscais da Receita Federal.

Sigilo de operações do BNDES
Esse veto atinge trechos de um projeto que autoriza a União a conceder crédito de R$ 30 bilhões ao BNDES. Um dos itens vetados previa o fim do sigilo das operações financeiras do banco. Na justificativa, Dilma escreveu que o fim do sigilo total "feriria sigilos bancários e empresariais".

Arbitragem
Dilma vetou, em projeto sobre ampliar a aplicação da arbitragem em substituição a processos judiciais, um dispositivo que especifica regras para a redação do termo de adesão entre as partes nesse tipo de modalidade. 

DJ
O veto se aplica a todo o projeto que regulamentava a profissão de DJ.

Seguro-desemprego
A presidente vetou trechos de um projeto que regulava pontos do Seguro-Desemprego e do Abono Salarial. Um dos artigos rejeitados por Dilma criava novas regras do seguro-desemprego pago a trabalhador rural. Segundo ela, a proposta "resultaria em  critérios diferenciados, inclusive mais  restritivos, para  a  percepção  do benefício  do  seguro-desemprego  pelo trabalhador  rural,  resultando  em quebra  da  isonomia em relação ao trabalhador urbano".

PIS/Cofins de importados
Os trechos vetados se aplicam a itens do projeto que elevou o PIS/Cofins de produtos importados. Dilma barrou nove artigos.

Registro de natimorto
A presidente vetou todo o projeto aprovado no Congresso que permite registro de natimorto com nome e sobrenome.

Estatuto da pessoa com deficiência
Esse veto diz respeito a trechos da proposta, aprovada pelo Congresso, que cria o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Um dos dispositivos vetados disciplina as cotas para pessoas com deficiência em instituições de ensino e empresas.

Plano de benefícios de Seguridade Social
A presidente vetou totalmente o texto do Congresso que passa para a empresa Valec Engenharia a responsabilidade de ser patrocinadora do plano de benefícios administrado pelo Instituto Geiprev de Seguridade Social.

Atividades de fundações 
A presidente vetou parcialmente projeto que amplia as atividades desenvolvidas por fundações. Ela rejeitou o trecho que estendia a atividade das fundações para o âmbito das habitações sociais. A justificativa do Ministério da Fazenda é que essa  extensão  "ofenderia o  princípio  da  isonomia  tributária  e  distorceria  a concorrência".

Isenções para tratores
O projeto isentava de licenciamento e emplacamento os tratores e outros veículos agrícolas. A presidente vetou alguns artigos, sob a justificativa que contrariavam interesse público. Dentre os itens vetados está o que dispensava o seguro obrigatório para veículos agrícolas.

Retorno de exonerados
O projeto autoriza ao Executivo reabrir o prazo de requerimento de retorno de servidores público exonerados, no período de 1990 a 1992. A justificativa da presidente é que a decisão seria prerrogativa exclusiva da Presidência.

Regras para locação
O projeto estabelece que o locador, a não ser em caso de dolo ou culpa, não responde por danos causados no bem que aluga. A justificativa da presidente é que o texto não levaria em conta especificidades dos contratos de locação possíveis e que haveria dificuldade em comprovar a intenção de culpa.


http://g1.globo.com/pol...esta-terca.html



Lido 248 vezes   Comentários (0)
 
 
  Próxima Página >>