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Fernanda (A-7), Valéria (A-29)
João (A-35)

Prédio
Por Pangeia - quinta, 05 de novembro de 2015, às 16:43:41
Categoria: Postagem Obrigatória

Prédio antigo na cidade de São Paulo
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Naufrágio mata refugiados sírios que tentavam chegar à Grécia
Por Fernanda (A-7) - sábado, 17 de outubro de 2015, às 17:07:04
Categoria: Postagem Livre


Pelo menos 12 pessoas morreram neste sábado (17) no naufrágio de uma barca com refugiados sírios que tentava chegar à ilha grega de Lesbos após zarpar da costa da Turquia.

A barca tinha partido de um ponto do município turco de Ayvacik, ao norte de Lesbos, mas, durante a madrugada, a embarcação virou e alguns refugiados conseguiram ligar para a Guarda Costeira turca, segundo informa o jornal "Hürriyet".

As equipes de resgate conseguiram salvar 25 pessoas, além de recuperar os 12 corpos. As buscas continuam, pois segundo os testemunhos dos sobreviventes, na embarcação viajavam entre 48 e 52 pessoas.

A ilha grega de Lesbos, junto com as de Quios e Kos mais ao sul, é um dos destinos mais procurados pelos refugiados sírios que tentam chegar a um país da União Europeia para pedir asilo.

A Turquia abriga cerca de dois milhões de refugiados sírios e, embora lhes permita uma estadia indefinida como "hóspedes" e lhes ofereça ajudas materiais, não lhes reconhece o status de refugiados nem facilita a integração de seus filhos no sistema escolar turco.

Fonte:http://g1.globo.com/mun...gar-grecia.html


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Sem programa específico para refugiados, Brasil põe centenas de sírios no Bolsa Família
Por Valéria (A-29) - sexta, 16 de outubro de 2015, às 14:42:06
Categoria: Postagem Livre

O programador Ali*, de 34 anos, era um homem rico na Síria. Ganhava US$ 4 mil (cerca de R$15 mil) por mês, tinha carro e foi um dos melhores alunos da sua pós-graduação.

"Aqui no Brasil, sou pobre", conta ele, que se mudou há um ano e sete meses para o país sul-americano fugindo da guerra civil.

Sem renda, a solução foi recorrer a um programa criado originalmente para retirar brasileiros da miséria: o Bolsa Família.

Assim como ele, cerca de 400 imigrantes sírios que vieram para o Brasil estão no programa, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O número se refere a julho. A pasta não informou o valor específico recebido pelos sírios – o benefício médio do programa é de R$ 167 mensais por família.

Após facilitar a entrada de refugiados sírios, o Brasil passou a ser o país que mais recebeu pessoas desse grupo na América Latina. Segundo dados do Ministério da Justiça, 2.097 refugiados sírios vivem no país atualmente – o maior grupo entre os 8.530 refugiados do Brasil, à frente dos angolanos, que são 1.480.

Mas, sem falar a língua e em meio à crise econômica, muitos deles – apesar de terem qualificação profissional – não conseguem emprego. O governo brasileiro, diferentemente de outros países, não tem um programa específico apenas para refugiados que ofereça diretamente ajuda financeira a eles.

'Renda zero'

O número de sírios no Bolsa Família tem crescido desde 2013, ano em que o Brasil facilitou a concessão de vistos.

Em dezembro daquele ano, sete famílias com pelo menos um sírio – ou cerca de 25 pessoas ─ estavam entre os beneficiários do programa. Hoje, são 163 famílias.

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, responsável pelo programa, usa o número de famílias, e não de pessoas, para a comparação.

No total, 15.707 famílias com estrangeiros estão no programa.

Para Larissa Leite, da Cáritas-SP, que atende refugiados, o número de sírios incluídos fica abaixo do esperado.

"Principalmente no período da chegada, os sírios têm renda zero. É preciso analisar o que está acontecendo."

O secretário nacional de Renda de Cidadania do Ministério, Helmut Schwarzer, diz acreditar que o número de sírios no programa irá crescer.

"Possivelmente a gente ainda vai ter algum aumento. À medida que a documentação das famílias for ficando pronta, que o direito de residência for concedido, pode ser que mais famílias solicitem o benefício."

Língua latina com palavras de origem árabe

Segundo a pasta, todo estrangeiro em situação regular no país pode ter acesso ao programa se atender os critérios para inclusão. "O Bolsa Família nunca teve um proibição de participação de estrangeiros. A lei não os distingue dos brasileiros", disse o secretário.

Para entrar no programa, é preciso que a família tenha renda mensal de até R$ 77 por pessoa ou de até R$ 154, se houver crianças ou adolescentes.

Ali*, que não quis ter o nome revelado porque não se sente confortável com sua situação, descobriu que podia entrar no programa com a ajuda de um vizinho.

Ele veio para o Brasil porque não queria fugir ilegalmente pelo mar (rumo à Europa), o que seria perigoso e o deixaria a mercê de traficantes de pessoas. Além disso, queria "um segundo país", e não "um lugar em que fosse ser tratado como refugiado para sempre".

Ficou em dúvida entre Turquia e Brasil, mas optou pelo último porque achou que aprender português, uma língua latina e com algumas palavras de origem árabe, seria mais fácil.

Para chegar ao país, gastou mais de US$ 10 mil (cerca de R$ 37 mil).

Ficou em um hotel quando chegou, mas suas economias estavam se esgotando muito rapidamente. Com isso, se mudou para um apartamento, onde soube do Bolsa Família.

Ali* ganha R$ 386 por mês para sustentar, além dele, a mulher e três filhos – que entraram em escolas brasileiras, uma das exigências do programa.

O valor é 2,5% do salário que recebia na Síria.

Comida e fraldas

Ali* diz que o dinheiro dá para comprar comida e fraldas. "Mas só para isso."

"O maior problema é pagar o aluguel. O Brasil deveria ter uma bolsa refugiado, porque o aluguel é muito caro aqui", diz ele.

A reclamação de falta de apoio é comum entre refugiados sírios.

"Mas tentamos fazer eles entenderem que a inclusão deve ser dentro da realidade local. Estamos em crise. Estamos todos em crise", diz Larissa Leite, da Cáritas-SP.

Larissa afirma, no entanto, que os valores do programa ficam abaixo da necessidade dos refugiados.

"A inclusão de refugiados no Bolsa Família é super positiva – sinal de que há um esforço manter igualdade. Mas, em algumas circunstâncias, essas pessoas precisam de apoio maior, porque não falam o idioma, não conhecem a realidade brasileira", diz ela.

Comida e fraldas

Ali* diz que o dinheiro dá para comprar comida e fraldas. "Mas só para isso."

"O maior problema é pagar o aluguel. O Brasil deveria ter uma bolsa refugiado, porque o aluguel é muito caro aqui", diz ele.

A reclamação de falta de apoio é comum entre refugiados sírios.

"Mas tentamos fazer eles entenderem que a inclusão deve ser dentro da realidade local. Estamos em crise. Estamos todos em crise", diz Larissa Leite, da Cáritas-SP.

Larissa afirma, no entanto, que os valores do programa ficam abaixo da necessidade dos refugiados.

"A inclusão de refugiados no Bolsa Família é super positiva – sinal de que há um esforço manter igualdade. Mas, em algumas circunstâncias, essas pessoas precisam de apoio maior, porque não falam o idioma, não conhecem a realidade brasileira", diz ela.

"Não estamos defendendo qualquer tipo de diferenciação em relação à população brasileira. Mas se o Brasil tem compromisso de proteção, essa proteção tem que ser na área social também", afirma.

O Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), ligado ao Ministério da Justiça, afirma que a assistência específica aos refugiados no país é feita por meio de repasses para Estados, municípios e organizações da sociedade civil que fornecem auxílio com moradia, aulas de português, cursos profissionalizantes, assistência jurídica e psicossocial e, se for preciso, ajuda financeira.

O Conare anunciou na semana passada a liberação de R$ 15 milhões de crédito extraordinário para assistência a refugiados e imigrantes. Além de serem enviados a estes parceiros, os recursos, de acordo com o órgão, também servirão para "consolidar uma rede de centros de referência e acolhida para imigrantes e refugiados".

Sem tempo para planos

A inclusão de refugiados sírios no programa divide especialistas.

Sonia Rocha, do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets), acha que os refugiados não deveriam estar no Bolsa Família.

"Isso mascara o problema e tira o foco. Precisamos de mecanismos próprios para refugiados nas instituições", diz ela.

"A pobreza deles é temporária – a situação se aproxima muito mais daquela de quem perde o emprego e ganha o seguro-desemprego do que de quem é extremamente pobre e precisa de um programa de combate à miséria."

"É uma situação conjuntural, não estrutural."

Já a coordenadora do Centro de Estudos sobre Desigualdade e Desenvolvimento da Universidade Federal Fluminense, Celia Kerstenetzky, avalia que a situação deve ser vista no contexto da "mais profunda crise mundial de refugiados em décadas."

Para ela, como as condições são emergenciais e o Brasil não tem tradição de receber refugiados, "uma resposta imediata humanitária possível me parece ser, sim, incluir essas famílias no nosso principal programa público de transferência de renda."

"Não há tempo para planos e muita racionalidade", afirma.

"Os sírios podem ter boas oportunidades no mercado de trabalho no médio ou talvez até mesmo no curto prazo, mas enquanto eles continuarem dentro da faixa de renda prevista para o Bolsa Família, o benefício vai continuar sendo pago", conclui o secretário Helmut Schwarzer.

Fonte: http://www.bbc.com/



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EUA lançam via aérea munição para rebeldes sírios
Por Fernanda (A-7) - segunda, 12 de outubro de 2015, às 21:45:42
Categoria: Postagem Livre

Lançamento faria parte de estratégia para ajudar os rebeldes.
YPG anunciou uma nova aliança com grupos menores de combatentes.

O exército norte-americano lançou via área munições para armas de pequeno porte e outros suprimentos para rebeldes sírios árabes, pouco mais de duas semanas depois que a Rússiatornou ainda mais complexa a prolongada guerra civil na Síria ao intervir a favor do presidente Bashar al-Assad.

Um oficial militar disse que os lançamentos, feitos por aviões de carga C-17 no norte da Síria no domingo, fazem parte de uma reformulação anunciada na semana passada da estratégia dos Estados Unidos para ajudar os rebeldes que combatem os militantes do Estado Islâmico na Síria.

O único grupo no território a obter sucesso na luta contra o Estado Islâmico em cooperação com um coalizão liderada pelos EUA é uma milícia curda, a YPG, que mantém uma zona autônoma no norte da Síria e fez grandes avanços na província de Raqqa, maior refúgio do EI.

Nesta segunda, a YPG anunciou uma nova aliança com grupos menores de combatentes árabes, o que pode ajudar a desfazer críticas de que esteja combatendo somente pelo interesse dos curdos. Washington indicou que poderá destinar recursos financeiros a comandantes árabes que cooperam com a YPG no território.

Árabes sírios disseram ter recebido informações de Washington de que novas armas estariam a caminho para ajudar em uma ofensiva conjunta com seus aliados curdos contra a cidade de Raqqa, a capital de fato do Estado Islâmico.

Os militares dos EUA confirmaram o lançamento de suprimentos a combatentes de oposição previamente verificados na Síria, mas não quiseram revelar mais informações sobre os grupos que receberam a ajuda ou o tipo de equipamento lançado pelo ar.

Fonte:http://g1.globo.com/mun...s-sirios.html


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Rússia diz ter feito novos ataques contra o Estado Islâmico na Síria
Por Pangeia - sexta, 02 de outubro de 2015, às 18:14:11
Categoria: Postagem Obrigatória
02/10/2015 07h49 - Atualizado em 02/10/2015 08h13
Províncias de Idlib, Hama e Aleppo foram bombardeadas.
Autoridades russas e americanas vão se encontrar nesta quinta.

A Rússia informou nesta sexta-feira (2) que realizou uma nova rodada de ataques aéreos na Síria e atingiu 12 alvos do grupo terrorista Estado Islâmico desde a noite de quinta-feira (1º) nas províncias de Idlib, Hama e Aleppo, segundo a agência Reuters.

Os aviões de guerra Sukhoi-34, Sukhoi-24M e Sukhoi-25 fizeram 18 missões, atingindo um posto de comando e um centro de comunicações na província de Aleppo, assim como um acampamento militante em Idlib, de acordo com nota do Ministério da Defesa. Um posto de comando na província de Hama também foi completamente destruído, acrescentou.

Aviões supostamente russos bombardearam durante a noite de quinta uma cidade tomada pelo Estado Islâmico a 130 quilômetros de Damasco, relatou o Observatório Sírio para Direitos Humanos, sediado na Grã-Bretanha.O Estado Islâmico capturou a cidade de Qaryatain em agosto. Rami Abdulrahman, diretor do Observatório Sírio para os Direitos Humanos, disse à Reuters que os aviões eram possivelmente russos.

Os sete integrantes da aliança contra o Estado Islâmico no Oriente Médio (França, Alemanha, Catar, Arábia Saudita, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos) fizeram um pedido à Rússia para que não ataque a oposição política na Síria e concentre suas ações militares contra os jihadistas.

"Expressamos nossa profunda preocupação com os ataques da Força Aérea Russa sobre Hama, Homs e Idlib, que causaram baixas civis e que não tinham como alvo o Daesh (acrônimo do EI em árabe)", diz um comunicado emitido pelo Ministério das Relações Exteriores da Turquia, de acordo com a agência EFE.

A Rússia, aliada do regime de Bashar al Assad, iniciou ataques aéreos na Síria. Os alvos do Estado Islâmico começaram a ser atacados na quinta-feira, de acordo com fontes oficiais russas e sírias.

No entanto, ativistas e opositores sírios denunciaram que várias bases de grupos rebeldes, como o Exército Livre Sírio (ELS) e o Exército do Fatah, também foram alvo dos bombardeios russos em Idlib e Hama.

Reunião
As autoridades militares russas e americanas começarão nesta quinta a conversar para evitar qualquer tipo de incidente entre suas forças armadas na Síria, indicou um funcionário do departamento de Defesa dos Estados Unidos, que pediu o anonimato à agência France Presse.

Uma videoconferência está prevista para as 15h GMT (12h de Brasília) entre funcionários de alto escalão civis e militares do Pentágono e seus colegas russos.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/cidade-ocupada-pelo-estado-islamico-na-siria-e-bombardeada.html

Comentário: A Rússia iniciou uma série  de ataques aéreos na Síria com o objetivo de atacar o grupo Estado Islâmico. O país que é aliado do regime de Bashar al Assad, recebeu pedidos dos países membros da aliança contra o grupo terrorista para não atacar a oposição política na Síria, porém os próprios opositores denunciaram que também foram alvos dos ataques russos. Vale ressaltar que a Rússia distribuiu no conselho de segurança da ONU uma resolução antiterrorista criando uma coalizão com a Síria contra o EI e a Frente Al-Nosra.

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