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Por Por_Dentro_do_Mundo - quarta, 04 de novembro de 2015, às 16:57:06
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Rússia diz ter feito novos ataques contra o Estado Islâmico na Síria
Por Por_Dentro_do_Mundo - sexta, 02 de outubro de 2015, às 18:30:13
Categoria: Postagem Obrigatória
A Rússia informou nesta sexta-feira (2) que realizou uma nova rodada de ataques aéreos na Síria e atingiu 12 alvos do grupo terrorista Estado Islâmico desde a noite de quinta-feira (1º) nas províncias de Idlib, Hama e Aleppo, segundo a agência Reuters.

Os aviões de guerra Sukhoi-34, Sukhoi-24M e Sukhoi-25 fizeram 18 missões, atingindo um posto de comando e um centro de comunicações na província de Aleppo, assim como um acampamento militante em Idlib, de acordo com nota do Ministério da Defesa. Um posto de comando na província de Hama também foi completamente destruído, acrescentou.

Aviões supostamente russos bombardearam durante a noite de quinta uma cidade tomada pelo Estado Islâmico a 130 quilômetros de Damasco, relatou o Observatório Sírio para Direitos Humanos, sediado na Grã-Bretanha.O Estado Islâmico capturou a cidade de Qaryatain em agosto. Rami Abdulrahman, diretor do Observatório Sírio para os Direitos Humanos, disse à Reuters que os aviões eram possivelmente russos.

Os sete integrantes da aliança contra o Estado Islâmico no Oriente Médio (França, Alemanha, Catar, Arábia Saudita, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos) fizeram um pedido à Rússia para que não ataque a oposição política na Síria e concentre suas ações militares contra os jihadistas.

"Expressamos nossa profunda preocupação com os ataques da Força Aérea Russa sobre Hama, Homs e Idlib, que causaram baixas civis e que não tinham como alvo o Daesh (acrônimo do EI em árabe)", diz um comunicado emitido pelo Ministério das Relações Exteriores da Turquia, de acordo com a agência EFE.

A Rússia, aliada do regime de Bashar al Assad, iniciou ataques aéreos na Síria. Os alvos do Estado Islâmico começaram a ser atacados na quinta-feira, de acordo com fontes oficiais russas e sírias.

No entanto, ativistas e opositores sírios denunciaram que várias bases de grupos rebeldes, como o Exército Livre Sírio (ELS) e o Exército do Fatah, também foram alvo dos bombardeios russos em Idlib e Hama.

Reunião
As autoridades militares russas e americanas começarão nesta quinta a conversar para evitar qualquer tipo de incidente entre suas forças armadas na Síria, indicou um funcionário do departamento de Defesa dos Estados Unidos, que pediu o anonimato à agência France Presse.

Uma videoconferência está prevista para as 15h GMT (12h de Brasília) entre funcionários de alto escalão civis e militares do Pentágono e seus colegas russos.

COMENTARIO:

A Rússia realizou ataques na Síria para confrontar o Estado Islâmico.Os sete integrantes da aliança contra o EI no Oriente Médio ,França, Alemanha, Catar, Arábia Saudita, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos,pediram aos russos não atacassem a oposição política síria,mas sim os jihadistas.

A Rússia,que é aliada de Bashar al Saad ,atacou a Síria em busca de eliminar os extremistas entretanto ativistas afirmam que os russos realizaram ataques contra bases de grupos rebeldes.


Lucca M Lima n22  3C



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Brasil acolhe mais sírios que países na rota europeia de refugiados
Por Por_Dentro_do_Mundo - quinta, 10 de setembro de 2015, às 22:05:08
Categoria: Postagem Obrigatória

Desde o início da crise na Síria, o Brasil vem concedendo asilo a mais refugiados sírios do que os principais portos de destino de refugiados na Europa.

Segundo dados do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), órgão ligado ao Ministério da Justiça, 2.077 sírios receberam asilo do governo brasileiro de 2011 até agosto deste ano. Trata-se da nacionalidade com mais refugiados reconhecidos no Brasil, à frente da angolana e da congolesa.

O número é superior ao dos Estados Unidos (1.243) e ao de países no sul da Europa que recebem grandes quantidades de imigrantes ilegais ─ não apenas sírios, mas também de todo o Oriente Médio e da África ─ que atravessaram o Mediterrâneo em busca de refúgio, como Grécia (1.275), Espanha (1.335), Itália (1.005) e Portugal (15). Os dados da Eurostat, a agência de estatísticas da União Europeia, referem-se ao total de sírios que receberam asilo, e não aos que solicitaram refúgio.

Nas últimas semanas, a crise humanitária na Síria voltou a ganhar projeção na imprensa internacional, com levas de refugiados abandonando o país em direção, principalmente, à Europa. A imagem de um menino sírio morto em uma praia da Turquia virou símbolo da tragédia.

Apesar da distância ─ 10 mil quilômetros separam Brasil e Síria, o governo brasileiro vem mantendo uma política diferente da de muitos países europeus em relação a refugiados sírios.

Há cerca de dois anos, o Conare publicou uma normativa facilitando a concessão de vistos a imigrantes daquele país.

Desde então, muitos sírios daquele país vem escolhendo o Brasil como destino para fugir de guerras, perseguições e pobreza.

Segundo fontes ouvidas pela BBC Brasil no Ministério das Relações Exteriores, o número de vistos concedidos por mês a cidadãos sírios em apenas uma das embaixadas brasileiras no Oriente Médio é hoje quatro vezes maior do que antes do início da crise, em 2011.

Naquele ano, grupos rebeldes tentaram tomar o poder no país e entraram em confronto com forças de segurança do presidente da Síria, Bashar Al-Assad.

Atualmente, a emissão do documento está concentrada principalmente nas embaixadas brasileiras em Beirute (Líbano), Amã (Jordânia) e Istambul (Turquia). A representação diplomática em Damasco (Síria) foi fechada em 2012 por motivos de segurança.

"Antigamente, emitíamos 20 vistos por mês. Hoje são 20 por semana. Mas já emitimos mais", afirmou à BBC Brasil um diplomata que não quis se identificar.

"São pessoas com todos os perfis socioeconômicos. Há desde camponeses a engenheiros e advogados, muitos deles com pós-graduação. Em comum, todos estão fugindo de um país imerso em uma espiral de violência", acrescentou.

Comparação

Solicitações de refúgio concedidas*

Brasil - 2.077

Argentina - 233

Uruguai -117

Chile - 10

EUA - 1.243

Canadá - 2.374

Reino Unido - 4.035

Grécia - 1.275

Espanha - 1.335

Itália - 1.005

Portugal - 15

Noruega - 2.995

França - 4.975

Bélgica - 5.430

Suécia - 39.325

Alemanha - 65.075

*Estimativas até o 2º trimestre de 2015

**Nota: Os dados referentes a Grécia, Espanha e Portugal são até o 1º trimestre de 2015. A estimativa da Argentina é até 2014 e os dados do Canadá são de 2014 a 2015, apenas.

Fontes: Conare brasileiro, Conare argentino, Ministério do Interior chileno, Ministério das Relações Exteriores do Uruguai, Departamento de Estado americano, Eurostat, Citizenship and Immigration Canadá

O Brasil também é o país que mais concedeu asilo a refugiados sírios na América Latina. No continente americano, só perde para o Canadá ─ que recebeu 2.374 refugiados entre janeiro de 2014 e janeiro deste ano.

Especificamente na comparação com os vizinhos sul-americanos, contudo, o número de solicitações concedidas pelo governo brasileiro é consideravelmente superior.

Desde 2011, por exemplo, a Argentina concedeu refúgio a apenas 233 sírios, segundo o Conare argentino. Já o Uruguai, a 117, de acordo com dados do Ministério das Relações Exteriores. O Chile, por sua vez, recebeu 10 imigrantes, segundo com o Departamento de Estrangeiros e Migração do Ministério do Interior.

Na outra ponta, contudo, o Brasil recebeu menos do que Alemanha (65.075), Suécia (39.325), Noruega (2.995), Bélgica (5.430), França (4.975) e Reino Unido (4.035), segundo dados da Eurostat.

Nesta sexta-feira, em resposta à pressão doméstica e internacional, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou que o Reino Unido vai oferecer asilo a "milhares de refugiados sírios" devido à piora da crise humanitária. Ele não divulgou estimativas, mas a Acnur (agência de refugiados da ONU) informou que o número poderia chegar a 4 mil.

Facilidade

Em entrevista à BBC Brasil, o representante da Acnur (Agência da ONU para Refugiados), Andrés Ramirez, elogiou a iniciativa do governo brasileiro, que classificou como uma "importante mensagem humanitária e de direitos humanos".

"O Brasil tem mantido uma política de portas abertas para os refugiados sírios. O número ainda é baixo, em muito devido à localização geográfica. Mas sem dúvida se trata de um exemplo a ser seguido a nível mundial", afirmou ele.

Ramirez lembrou que no Brasil, diferentemente de outros países, enquanto espera pela concessão do asilo, o refugiado pode trabalhar e ter acesso à saúde e à educação.

Ele criticou, entretanto, a demora no processamento de pedidos. Segundo ele, o Conare vem tendo dificuldades para atender à demanda crescente das solicitações de asilo.

"Temos realizado conversas com o governo no sentido de modernizar a estrutura do órgão, face à nova realidade. Houve um aumento substancial no número de pedidos de asilo no mundo. Com o Brasil não foi diferente. É necessário agilizar a dinâmica do Conare, mas sem perder de vista a qualidade. Isso significa desde aumentar o número de funcionários a melhorar a organização interna", explicou.

"Outro desafio é integrar esse refugiado à sociedade brasileira, tanto social quanto econômica e culturalmente", acrescentou.

Crise sem precedentes

O mundo enfrenta a pior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, segundo organizações como a Anistia Internacional e a Comissão Europeia.

Desde janeiro deste ano, mais de 350 mil imigrantes atravessaram o Mediterrâneo. Desse total, estima-se que 2.643 tenham morrido no mar enquanto tentavam chegar à Europa, de acordo com a OIM (Organização Internacional para as Migrações).

O número supera com folga o total de 2014, quando 219 mil migrantes tentaram realizar a travessia, normalmente feita em botes ou em embarcações superlotadas, sem os mínimos requisitos de segurança, por traficantes de pessoas.

A viagem pode custar mais de R$ 10 mil por pessoa, tornando o negócio altamente lucrativo ─ uma única embarcação pode render R$ 1 milhão.

Comentário: Apesar da distância de mais de 10 mil quilômetros, muito sírios preferem vir ao Brasil à fugir para países europeus que não fornecem ajuda a eles. O país está sendo exemplo de ajuda humanitária uma vez que está abrigando um número maior de sírios do que países da Europa como Itália, Grécia, Turquia, Espanha e Portugal.

A foto do menino morto na praia grega, que se tornou notícia em todo o mundo, evidenciou a crise imigratória iniciada em 2011, que em busca de asilo fugindo da guerra, de perseguições e da miséria, estão pondo suas vidas em risco em embarcações precárias, superlotadas, sem nenhuma estrutura e muito caras.


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Entenda escândalo que causou renúncia do presidente da Guatemala
Por Por_Dentro_do_Mundo - quinta, 03 de setembro de 2015, às 21:40:30
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O presidente da Guatemala, Otto Pérez Molina, renunciou nesta quinta-feira em meio a um escândalo de corrupção após a revelação de um esquema conhecido como La Línea (A Linha).

A renúncia ocorre depois de o Congresso guatemalteco ter retirado a imunidade do presidente, para que Pérez Molina pudesse ser julgado como um cidadão comum. Na quarta-feira, a Justiça do país emitiu uma ordem de prisão contra o presidente. A vice-presidente, Roxana Baldetti, foi presa.

Pérez Molina justificou a renúncia como sendo necessária "para que pudesse enfrentar pessoalmente as acusações de corrupção". Ele disse ainda que a decisão levava em conta o interesse do Estado".

Molina e Baldetti, vinham sendo alvo de protestos pedindo a renúncia de ambos desde abril, quando foi divulgado um relatório com detalhes de um esquema de corrupção envolvendo vários membros do alto escalão do governo.

Os detalhes foram revelados após investigação da Comissão Internacional Contra a Impunidade na Guatemala (Cicig), órgão ligado à ONU e à Justiça guatemalteca; eles se concentraram em 40 casos de pagamento de suborno às autoridades para garantir a entrada no país de mercadorias com isenção fraudulenta do correspondente imposto aduaneiros.

Segundo os investigadores, a "La Línea" cobrava suborno aos empresários em troca da isenção parcial ou total de impostos aduaneiros.

"O contrabando fraudava um país tão necessitado da receita de impostos", disse Iván Velásquez, chefe da comissão da ONU.

Apesar de não ter sido divulgado o total da fraude, as investigações revelaram que em apenas duas semanas o grupo teria recebido 2,5 milhões de quetzales (cerca de US$ 330.000).

A Justiça expediu mandado para a prisão de Juan Carlos Monzón, ex-secretário da vice-presidente e suposto líder da organização criminosa.


Baldetti negou envolvimento com a rede de corrupção. "Gostaria de dizer a vocês que nenhuma outra alta autoridade do governo está envolvida nesta estrutura", disse ela numa entrevista coletiva.
Porém, suas declarações não foram suficientes para acalmar a população e, ao final de abril, cerca de 15 mil pessoas ocuparam uma praça no centro da capital para pedir a renúncia de Baldetti e do presidente Pérez Molina.

Otto Pérez Molina é acusado de associação ilícita, fraude aduaneira e corrupção passiva.

Pérez Molina se declara inocente e nega que tenha tido qualquer ligação com a rede criminosa.

Fonte: BBC Brasil

Comentário: Após um órgão guatemalteco ter descoberto um suposto esquema de benefícios as certos empresários da Guatemala, o presidente do país, Pérez Molina, decide renunciar a seu cargo. O político seria um dos líderes do esquema, juntamente com a vice-presidente do país.

Mediante as denúncias de corrupção, a população guatemalteca foi as ruas em protesto, assemelhando-se, em certo ponto, com algumas manifestações ocorridas aqui no Brasil. Tal fato evidencia que a população dos países latinos estão tentando acabar com uma chaga a qual já causou sérios problemas a suas nações, a corrupção. 


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Juiza grega é escolhida primeira-ministra interina até novas eleições
Por Por_Dentro_do_Mundo - quinta, 27 de agosto de 2015, às 15:17:23
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A principal juíza do Supremo Tribunal da Grécia foi nomeada primeira-ministra interina nesta quinta-feira (27) para conduzir o país até as eleições do mês que vem, encerrando uma semana de impasse político após a renúncia do premiê esquerdista Alexis Tsipras.

Vassiliki Thanou, crítica da austeridade fiscal que se pronunciou contra os cortes de salários de juízes e autoridades da corte, assumirá o cargo como primeira mulher premiê da nação às 20h (horário local). Seu governo será empossado na sexta-feira, quando deverá ser anunciada uma nova eleição para 20 de setembro.

Sua indicação encerra uma semana de negociações infrutíferas, já que líderes dos maiores partidos da oposição se revezaram em vão na tentativa de formar um governo.

A Constituição da Grécia prevê que os três maiores partidos representados no Parlamento tenham a chance de formar uma coalizão se um primeiro-ministro renuncia menos de um ano depois de assumir o cargo.

O processo se arrastou durante uma semana porque os principais opositores conservadores e o partido Unidade Popular, de extrema esquerda, usaram totalmente os três dias que tinham direito, apesar de não terem chance de sucesso, na esperança de adiar um novo pleito.

Os conservadores disseram que tudo precisa ser feito para evitar uma nova rodada de eleições que a Grécia não precisa.

O líder do Unidade Popular, Panagiotis Lafazanis -- que rompeu com o partido Syriza, de Tsipras, na semana passada, levando consigo um sexto dos parlamentares -- gastou seus três dias para expressar sua mensagem contra o resgate financeiro.

Tsipras continua imensamente popular na Grécia, mesmo tendo voltado atrás em suas promessas e aceitado um programa de socorro financeiro.

Os partidos de oposição acreditam que um período de campanha mais longo oferece uma oportunidade melhor de abalar sua popularidade à medida que os cortes resultantes das medidas de austeridade do pacote de socorro começarem a ser sentidas pela população. 

Comentario:

A principal juiza do Supremo Tribunal da Grécia ,Vassiliki Thanou, foi nomeada primeira-ministra interina para comandar o país já que o premiê Alexis Tsipras renunciou do cargo.Ela permanecerá no cargo até à próxima eleição no dia 20 de setembro. 

Os líderes dos maiores partidos tentaram um acordo para formar um governo posto que a constituição da Grécia garante que os três partidos com maior representação no Parlamento podem formar uma coalizão se um primeiro-ministro renunciar em menos de um ano após assumir o cargo.

A oposição,conservadores,fizeram de tudo para que fosse evitada uma nova rodada de eleições no país.

O partido Unidade Popular de extrema esquerda permanece imensamente popular mesmo após terem voltado atrás em suas promessas e aceitado um programa de socorro financeiro.

Lucca  3C n22



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