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Por Sem_fronteiras - quarta, 04 de novembro de 2015, às 17:50:37
Categoria: Postagem Obrigatória

Tatuapé.
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Ataque que matou 19 em hospital afegão será apurado, diz Obama
Por Carolina (C-5) - domingo, 04 de outubro de 2015, às 21:31:06
Categoria: Postagem Livre

O presidente americano, Barack Obama, ofereceu neste sábado (3) suas "profundas condolências" pelo suposto bombardeio de forças dos Estados Unidos a um hospital localizado na cidade afegã de Kunduz, que matou 19 pessoas.

"Em nome do povo americano, estendo minhas profundas condolências aos profissionais da área médica e demais civis mortos e feridos no incidente trágico ocorrido em um hospital da Médicos sem Fronteiras em Kunduz", disse Obama em um comunicado divulgado pela Casa Branca.

"O Departamento de Defesa abriu uma investigação completa, e aguardaremos seus resultados antes de fazer um julgamento definitivo das circunstâncias envolvendo esta tragédia."

"Continuaremos trabalhando estreitamente com o presidente Ashraf Ghani, o governo afegão e nossos parceiros internacionais para apoiar a Defesa Nacional afegã em seu trabalho para garantir a segurança daquele país."

Médicos sem Fronteiras fala em ataque com precisão
diretora-geral dos Médicos Sem Fronteiras (MSF) no Brasil, a portuguesa Susana de Deus, disse que os bombardeios que foram direcionados e precisos, em entrevista ao Jornal Nacional.

"Nós repetidamente viemos a informar as forças internacionais de coalizão sobre os locais onde estávamos a operar, não só no Afeganistão, mas em todos países em conflito", disse a diretora-geral da organização no Brasil. 

"Inclusive, durante o bombardeio conseguimos informar, tanto Washington como Kabul, sobre o que estava acontecendo", completou.

De acordo com o MSF, foram 22 mil pessoas atendidas no hospital de Kunduz em 2014 e 6 mil cirurgias realizadas no local. "O hospital ficou destruído", disse Susana de Deus. "O impacto sobre a população será muito grande", afirmou.

ONU fala em Crime de guerra
O chefe do escritório de Direitos Humanos da ONU, Zeid Ra'ad al-Hussein, falou em "crime de guerra" ao comentar o bombardeio.

“Esse evento profundamente chocante deve ser rapidamente, profundamente e independentemente investigado, e seus resultados devem ser tornados públicos”, disse Zeid Ra'ad al-Hussein em um comunicado. “A seriedade do incidente é ressaltada pelo fato de que um bombardeio contra um hospital pode ser considerado um crime de guerra.”

Para ele, o incidente "extremamente trágico, sem desculpas e possivelmente até criminoso".

"A aviação militar afegã e internacional tem a obrigação de respeitar e proteger os civis o tempo todo, e as instalações médicas e seu pessoal são objeto de proteção especial."

O MSF disse em nota que todas as partes envolvidas no conflito no país foram informadas sobre a localização precisa de seu hospital e de outras instalações do grupo. Ainda de acordo com o MSF, o bombardeio continuou por 30 minutos mesmo após militares dos EUA e afegães terem sido informados sobre o ataque.

O estabelecimento da MSF em Kunduz é um centro hospitalar importante na região e estava funcionando além de sua capacidade durante os recentes combates entre o exército e os talibãs, que assumiram o controle da cidade durante vários dias.

"O centro de traumatologia da MSF em Kunduz foi atingido várias vezes durante um bombardeio prolongado e ficou muito danificado", informou a ONG em um comunicado. "Confirmamos a morte de nove membros da MSF durante o bombardei (...) 37 pessoas estão gravemente feridas e se desconhece o paradeiro de muitos funcionários e pacientes", acrescenta o texto.

No momento do bombardeio, 105 pacientes e pessoal sanitário e mais de 80 funcionários internacionais e locais se encontravam no hospital.

A organização informou na véspera que 59 crianças estavam sendo atendido no centro.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, também condenou o ataque e pediu uma investigação imparcial do incidente. "Os hospitais e pessoal médico são explicitamente protegidos pela lei internacional humanitária", disse o gabinete de imprensa de Ban em um comunicado. Ele pediu uma "investigação completa e imparcial sobre a ataque, a fim de garantir a prestação de contas"

Possíveis responsáveis
A Otan informou à AFP que um ataque aéreo norte-americano "pode ter" atingido o hospital da organização internacional de assistência.

"As força americanas realizavam um ataque aéreo em Kunduz contra pessoas pessoas que ameaçavam as forças da coalizão, o que pode ter provocado danos colaterais em um centro médico nas proximidades do alvo", declarou o coronel Brian Tribus, porta-voz da missão da Otan no Afeganistão à AFP.

O chefe do Pentágono, Ashton Carter, afirmou que está em andamento uma investigação exaustiva sobre o bombardeio, apesar de não confirmar que foi realizado pelas forças americanas.

O secretário de Defesa americano assinalou que "as forças americanas em apoio às forças afegãs operavam perto, assim como os talibãs".

O governo do Afeganistão afirmou que as forças americanas bombardearam o hospital, que ficou "destruído quase em sua totalidade pelo fogo causado após o bombardeio". "Como resultado do bombardeio americano contra o hospital da MSF em Kunduz, pelo menos três pessoas morreram e 37 ficaram feridas, entre elas pessoal da MSF", escreveu no Twitter o porta-voz do Ministério da Saúde do Afeganistão, Wahidullah Mayar.

O gabinete da presidência do Afeganistão afirmou que as forças lideradas pelos Estados Unidosofereceram condolências pelo ataque. Inicialmente, de acordo com a Reuters, o escritório tinha dito que o general do Exército John Campbell tinha pedido “desculpas” ao presidente Ashraf Ghani. A informação foi retificada logo depois. Os Estados Unidos não confirmaram o telefonema.

O hospital ficou "bastante danificado" em um bombardeio "prolongado" que aconteceu às 2h10 locais (18h40 de Brasília de sexta-feira) e a imprensa americana citou fontes militares segundo as quais este incidente poderia ser resultado de "efeitos colaterais" de um ataque da força aérea americana.

Talibãs
Os talibãs condenaram "energicamente" o bombardeio, e acusaram os Estados Unidos de "martirizar" o pessoal médico e os pacientes do centro.

"As forças americanas bombardearam um hospital civil na cidade de Kunduz, no qual médicos, enfermeiras e pacientes foram martirizados e feridos", afirmou o porta-voz dos talibãs, Zabihullah Mujahid, em comunicado.

Segundo o porta-voz, "este crime" aconteceu quando não havia nenhum insurgente no interior do centro médico, "já que a situação de conflito não permite que nossos guerreiros sejam hospitalizados lá".

Mujahid acusou a agência de inteligência do Afeganistão de oferecer informação falsa aos EUA para bombardear o hospital em Kunduz.

Cidade estratégica do norte do Afeganistão, Kunduz foi reconquistada pelo Exército afegão das mãos dos talibãs na quinta-feira passada.

Kunduz foi a primeira grande cidade afegã tomada pelos talibãs desde que foram expulsos do poder, em 2001, pela invasão americana.





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Dilma corta 8 ministérios e reduz 10% do salário dos ministros
Por Sem_fronteiras - domingo, 04 de outubro de 2015, às 21:28:33
Categoria: Postagem Obrigatória

A presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou oficialmente nesta sexta-feira (2) a reforma ministerial, vista como uma resposta à crise política e fiscal do governo. Além de confirmar o corte de oito pastas, a presidente anunciou a redução de 10% no seu próprio salário, além do salário do vice-presidente Michel Temer e dos ministros, entre outras medidas de redução de gastos.

A reforma ampliou o espaço do PMDB, de seis para sete ministérios, e contemplou ainda o PDT com o Ministério das Comunicações. O objetivo é assegurar apoio ao governo no Congresso em meio à discussão sobre um eventual impeachment da presidente e à votação do ajuste fiscal.

Foram cortadas dez pastas e criadas outras duas, a partir da fusão de pastas e secretarias com status de ministério. Assim, o Brasil terá agora 31 pastas com status de ministério. Antes eram 39.

A redução de ministérios sinaliza o esforço do governo em reduzir gastos, embora especialistas apontem que a economia conseguida não será significativa. O cálculo do governo é que a reestruturação das pastas vai gerar uma economia de R$ 200 milhões por ano. O ajuste proposto para 2016 envolve um esforço fiscal de R$ 64,9 bilhões, entre corte de gastos e aumento de arrecadação. Ontem, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou que o principal impacto da reforma será a melhoria da gestão.

Em agosto, Barbosa havia anunciado a intenção de cortar dez pastas, mas pressões dos partidos por espaço no governo, principalmente de PT e PMDB, levaram à atual configuração da reforma.

"O Estado brasileiro, em especial o Executivo, deve estar preparado para assumir uma dupla função. De um lado, ser o parceiro da iniciativa privada. E de outro assegurar igualdade de oportunidades a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros. Por isso, melhorar a gestão pública federal é um desafio constante", disse Dilma ao anunciar as mudanças.

"A fusão de alguns ministérios tem um objetivo claro: fortalecer e dar maior eficiência e maior foco às políticas públicas", declarou.

Veja abaixo as mudanças anunciadas:

Ministérios extintos ou fundidosMinistérios da Previdência Social será fundido ao Ministério do Trabalho Ministério da Pesca e Aquicultura será extinto e absorvido pela AgriculturaSecretaria de Política para as Mulheres, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e Secretaria de Direitos Humanos foram extintas e fundidas para criar o Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos HumanosSecretaria Geral da Presidência e a Secretaria de Relações Institucionais: fundidas na Secretaria de GovernoGabinete de Segurança Institucional, responsável pela segurança da presidente, perderá o status de ministério e será transformado em gabinete militarSecretaria de Assuntos Estratégicos foi extinta. Ela era comandada pelo ministro Mangabeira Unger e formulou o programa Pátria Educadora, mote da atual gestãoSecretaria da Micro e Pequena Empresa será absorvida pela Secretaria de Governo Novas medidas de redução de gastos

Além da redução de ministérios, Dilma anunciou novas medidas de redução de gastos no governo. A principal delas é o corte no salário dos ministros, cuja remuneração atual é de R$ 30,9 mil. 

Apesar de a presidente ter anunciado somente a redução do salário dos ministros, como gesto para ajudar no ajuste fiscal, o seu próprio salário e do vice-presidente Michel Temer também sofrerão o mesmo corte de 10%. Com isso, o vencimento da presidente, que é de R$ 30.934,70, passará para R$ 27.841,23.

Criação da comissão permanente de reforma do EstadoCorte de 30 secretarias nacionais em ministériosRedução em 20% com gastos de custeio e contratação de serviçosLimite de gastos com telefone, passagens e diáriaMetas de eficiência no uso de energia elétrica e águaCorte de 10% na remuneração dos ministrosRevisão de todos os contratos de aluguel, segurança e administrativosVenda de imóveis da União não utilizados para políticas públicasCorte de 3.000 cargos em comissãoPastas já existentes sob nova direção

Por fim, Dilma anunciou mudanças no comando em pastas já existentes. 

Ministério da Saúde: sai Arthur Chioro (PT-SP), entra o deputado federal Marcelo Castro (PMBD-PI)Ministério da Ciência e Tecnologia: sai Aldo Rebelo (PC do B-SP) e entra o deputado federal Celso Pansera (PMDB-RJ)Secretaria de Portos: sai Edinho Araújo (PMDB-SP) e entra Helder Barbalho (PMDB-PA). Barbalho era titular da Pesca, que será extintaMinistério da Defesa: sai Jaques Wagner (PT-BA) e entra Aldo Rebelo (PCdoB-SP)Ministério da Educação: sai Renato Janine e entra Aloizio Mercadante (PT-SP), atualmente na Casa CivilComentario: Mudanças nos ministerios já deveriam ter sido feitas há muito tempo atrás, porém os salarios absurdos e direitos incontrolaveis para ministros, secretarios entre outros governantes continuaram. Como o Brasil esta entrando nesta terrivel crise, de algum modo eles tambem tiveram de ser prejudicados, apesar de apenas 10% de seus salarios serem retirados e poucos minsiterios sendo fecjados.
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Novo naufrágio em ilha grega deixa 34 mortos, entre eles quatro bebês
Por Carolina (C-5) - domingo, 13 de setembro de 2015, às 14:10:40
Categoria: Postagem Livre

Os cadáveres de outros seis migrantes foram encontrados neste domingo (13) na costa daGrécia, elevando para 34 o número de mortos no naufrágio de uma embarcação com cerca de 100 imigrantes e refugiados a leste da ilha grega de Farmakonisi, no sul do mar Egeu, perto do litoral daTurquia.

Até as 12h do horário local, o número de vítimas era de 28. Mas a Guarda Costeira grega conseguiu resgatar mais seis mortos (um menino, quatro mulheres e um homem).

Com isso, chegou a 15 o número de crianças mortas no naufrágio: quatro bebês e onze crianças (cinco meninas e seis meninos).

Esse é o terceiro naufrágio com mortos durante o fim de semana. No sábado (12), uma embarcação com quatro menores e um adulto desapareceram após uma embarcação de plástico ter virado nas proximidades de Samos. Os trabalhos de busca para encontrá-lo ainda não deram nenhum resultado.A operação foi iniciada após a Guarda-Costeira grega receber um alerta de auxílio. Depois de ser avisada, resgatou do mar 68 pessoas. Outras 29 conseguiram chegar nadando à praia de Farmakonisi.

A Organização Internacional para as Migrações indicou que mais de 430 mil migrantes e refugiados cruzaram o Mediterrâneo com destino à Europa durante o ano, e contabilizou em 2.748 os que morreram ou desapareceram nesta tentativa. Deste total, cerca de 310 mil chegaram à Grécia, que ficou sobrecarregada.

"A Grécia aplica rigidamente os tratados europeus e internacionais sem ignorar o humanismo e a solidariedade", declarou neste domingo a primeira-ministra interina, Vassiliki Thanou, de visita a Mitilene, na ilha de Lesbos, na linha de frente na chegada de migrantes.

Também considerou inaceitáveis as críticas contra Atenas pela forma como administra a crise.

A chanceler alemã, Angela Merkel, convocou no sábado a Grécia a proteger melhor as fronteiras externas da UE e convocou um diálogo com a Turquia, por onde transitam muitos migrantes provenientes, sobretudo, da Síria.

"A Grécia também deve assumir suas responsabilidades" na proteção das fronteiras externas da UE, já que ela "não está atualmente garantida", disse Merkel.

http://g1.globo.com/mun...s-1-crianca.html


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Aylan morreu sem conhecer a paz
Por Carolina (C-5) - segunda, 07 de setembro de 2015, às 00:55:29
Categoria: Postagem Livre


Quem poderá afirmar com certeza que Heródoto, o filho mais famoso de Halicarnasso, hoje Bodrum, na Turquia, não tenha chutado distraído em uma caminhada pela praia um dos seixos que cercavam o corpo de Aylan Shenu? Como a injustiça e as guerras, os seixos resistem indiferentes ao passar dos séculos. Heródoto viveu 59 anos no século V a.C. Foi o primeiro a fazer relatos realistas, minuciosos e críticos de eventos da Antiguidade clássica. É chamado de "o pai da história". Aylan tinha 3 anos. Todos eles vividos sob a guerra civil síria, um conflito do século XXI mais bárbaro e desumano do que os narrados por Heródoto, que tiveram lugar há mais de 2 500 anos, quando inexistiam conceitos como direitos humanos, respeito à vida ou proteção às crianças. Hoje esses conceitos são automaticamente recitados pelos homens públicos. Aylan morreu sem desfrutar nenhum deles.

Há uma pequena chance de que a morte de Aylan seja o marco do limite máximo do descaso com a maior tragédia humanitária de nosso tempo, a dos imigrantes que se lançam ao mar em embarcações precárias depois de perder a própria pátria. O bote de 5 metros de comprimento em que o menino sírio viajava com os pais e o irmão mais velho emborcou a caminho da Ilha de Cos, na Grécia. Eles fugiam dos terroristas do Estado Islâmico, que, em nome da construção de um califado, matam pessoas de todos os credos, torturam e estupram. Fugiam também das forças do ditador Bashar Assad, que bombardeiam o próprio povo com armas químicas. Quando Aylan nasceu, a Síria já estava em guerra civil. Ele morreu sem conhecer a paz.

Somente neste ano, cerca de 2 600 pessoas morreram buscando chegar à Europa pelo mar, dos mais de 300 000 que tentaram a travessia. Nos últimos dias, as multidões atravessando fronteiras com pouco mais do que a roupa do corpo em trens, a pé ou de bicicleta abriram, com a força do maior fluxo de refugiados desde a II Guerra Mundial, fendas nas bem guardadas fronteiras dos países europeus. Os que sobrevivem à travessia não são bem-vindos na Europa. Eles são muitos. São pobres. Muito diferentes. São vistos como ameaça. "Os que estão chegando cresceram em outra religião e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é cristã, mas muçulmana. A Europa tem uma identidade enraizada no cristianismo", disse Viktor Orban, o primeiro-ministro húngaro, cujo governo está terminando uma cerca de arame farpado na fronteira de seu país com a Sérvia para impedir a entrada de novos clandestinos. A reação de Orban reflete o sentimento de um número expressivo de moradores da Europa. Os europeus têm boas razões para reagir defensivamente. Os imigrantes não têm alternativa. A situação em que os dois lados de um conflito possuem razões legítimas e lutam para impô-las à força tem o nome de tragédia.

Palco de duas guerras mundiais, revoluções sangrentas e conflitos étnicos recentes, a Europa está cansada de tragédias. Essa é a chance de que a morte de Aylan seja um marco de mudança para melhor na situação dos fugitivos. A chanceler alemã Angela Merkel, com o bom-senso e a determinação que a caracterizam, falou como uma líder: "Se a Europa falhar na questão dos refugiados, essa não será a Europa que sonhamos". Do cenário de desolação e abandono deixado pela II Guerra Mundial os europeus se reergueram com a ambição de ser a antítese do passado intolerante e sangrento. "A dignidade humana é inviolável. Respeitá-la e protegê-la é dever de toda autoridade do Estado", lê-se no primeiro artigo da Constituição alemã de 1949.

http://veja.abril.com.br/not...ecer-a-paz


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