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Coronel que planejou esquema de segurança da Olimpíada diz que parte das diretrizes é ignorada
Por BloGeografia - sexta, 12 de agosto de 2016, às 19:30:50
Categoria: Postagem Obrigatória

Seis meses de planejamento diário com representantes da Força Nacional de todos os Estados do país, um mapeamento detalhado de áreas de risco e o estudo de diretrizes para evitar riscos na Olimpíada no Rio de Janeiro. Parte dessas informações foram descartadas pelo comando da Força Nacional durante os Jogos, de acordo com o ex-diretor da Força Nacional que planejou o esquema de segurança na Olimpíada.

Segundo coronel Nazareno Marcineiro, parte do seu planejamento não está sendo seguido. "Eu saí da Força Nacional em dezembro e a execução ficou por conta de outras pessoas. E quem recebe um planejamento feito não tem tempo de estudar e improvisa muito, ao contrário de quem conhece e pode seguir mais precisamente", disse à BBC Brasil.

O coronel reformado da Polícia Militar em Santa Catarina afirmou que o seu planejamento abrangia a área de todas as regiões previstas para sediar competições, inclusive o Parque Olímpico.

Ele conta que entre as diretrizes estava previsto que os carros da Força Nacional fossem escoltados por um batedor do Rio de Janeiro quando precisassem sair dessas áreas. Mas não foi isso o que ocorreu na última quarta-feira.

Na ocasião, um carro da Força Nacional entrou sozinho por engano na favela da Maré, com alto índice de violência, e foi alvo de diversos disparos. O soldado Hélio Andrade, de Roraima, foi atingido por um tiro de fuzil na testa e chegou a passar por cirurgias, mas não resistiu e morreu após ser resgatado na Vila do João.

O Ministério da Justiça, que responde pela Força Nacional, informou que o esquema de segurança na Olimpíada "transcorre de acordo com o previsto". A pasta informou que não irá se manifestar em relação às declarações do ex-diretor da Força Nacional.

A Comissão Estadual de Segurança Pública e Defesa Civil para os Jogos Rio 2016 informou ter estabelecido protocolos de ação para os Jogos com mais de 20 agências numa operação integrada de segurança. O órgão estadual informou que o Ministério da Defesa ficou com a responsabilidade de atuar nas vias expressas e outras áreas.

http://www.bbc.com/por...030121

Comentário:

As Olimpíadas no Brasil sempre foram alvo de muitas criticas. Um país que passa por uma crise generalizada por conta de um mal governo não poderia sediar um evento como as olimpíadas , e isso foi confirmado com o assassinato de um policial que por engano entrou em uma favela no Rio de Janeiro.

Algumas propostas foram feitas pelo coronel Nazareno Marcineiro , mas não foram seguidas por conta de corte de gastos e isso acarretou em uma imagem muito negativa pelas mídias internacionais em relação ao Brasil.



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Câmara de SP aprova corte de 'supersalários' de 127 funcionários
Por BloGeografia - sexta, 10 de junho de 2016, às 10:38:32
Categoria: Postagem Obrigatória

A Câmara Municipal de São Paulo decidiu nesta quinta-feira (9) cortar imediatamente os salários dos funcionários que ganham acima do teto do funcionalismo municipal (que corresponde ao salário do prefeito Fernando Haddad, de R$ 24,1 mil, para servidores que não são procuradores).

A Câmara de São Paulo tem 127 funcionários com "supersalários". O ato foi proposto na reunião da mesa diretora na terça-feira (8), mas na ocasião apenas dois vereadores assinaram a proposta e outros 3 rejeitaram.

Nesta quinta-feira a vereadora Edir Sales (PSD) uma das parlamentares responsáveis pela mesa diretora voltou atrás e decidiu assinar o documento.

A decisão deve ser publicada no "Diário Oficial da Cidade" desta sexta-feira (10). O ato entra em vigor na data da publicação e não é retroativo.

Em novembro, o Supremo decidiu pelo corte de vantagens pessoais incorporadas ao salário dos servidores públicos que levem a remuneração total a ultrapassar o teto estabelecido pela Constituição para o funcionalismo.

No caso levado à Corte, uma servidora de São Paulo alegava que obteve direito aos adicionais antes de uma emenda à Constituição de 2003 que estabeleceu o salário máximo para funcionários públicos.

As vantagens pessoais são benefícios adquiridos individualmente durante a carreira do servidor e não de forma geral por toda a categoria. A emenda de 2003 também determinou o corte desses adicionais que elevavam o salário acima do teto, mas havia dúvida quanto aos que foram recebidos antes.

 O assunto foi colocado em debate novamente na reunião da Mesa Diretora da Câmara  agora, passado um  mês de estudos e de visitas dos vereadores a juizes e promotores para sondar o melhor caminho a tomar.

Nesta quarta, o presidente da Câmara Municipal, António Donato (PT) e o 1º vice-presidente, Milton Leite (DEM), defenderam o corte imediato nos salários acima do teto, para evitar eventual questionamento futuro do Ministério Público Estadual.

Leite apresentou uma proposta modificando o ato 1142/ 2011, que trata da aplicação do limite remuneratório constitucional na Câmara.

A proposta dele eliminaria o artigo 8º deste ato de 2011 que garantia aos servidores que ingressaram até dezembro de 2003 receber valores correspondentes às vantagens de ordem pessoal integradas à remuneração até 2009. A proposta de Leite, de promover o corte, teve adesão apenas do presidente Donato.

Na quarta-feira, os vereadores Edir Sales (PSD), Adolfo Quintas (PSD) e Adilson Amadeu (PTB) votaram contra. Eles aprovaram a criação de uma comissão encarregada de estudar se a Câmara deve ou não cumprir a repercussão geral. Em sessão na noite desta quinta, no entanto Edir Sales voltou atrás e votou a favor.

A Câmara foi alvo de um inquérito civil do Ministério Público que teve por objetivo analisar o cumprimento do teto constitucional. O inquérito foi arquivado no final do ano passado, mas com a mudança na jurisprudência há temor de que esse entendimento pode mudar.

Os vereadores da Mesa Diretora, responsáveis pela administração da Casa, temem ser alvos de uma ação de improbidade e serem condenados a tirar dinheiro do próprio bolso para devolver aos cofres públicos os salários recebidos acima do limite legal.

Fonte:  http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/06/camara-de-sp-aprova-corte-de-supersalarios-de-127-funcionarios.html

Comentário:
Injustiça é algo que assola muitas pessoas da sociedade. O exemplo que pode ser visto acima mostra o salario de 127 funcionários que recebem salários superiores por possuírem certa influencia dentro do governo. O cargo exercido por duas pessoas similares e nas mesmas condições possuem diferentes remunerações. Dado isso, o Brasil só conseguirá evoluir na questão econômica quando todas as injustiças sociais forem revistas e modificadas.


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Afinal, o que é a cultura do estupro e o que ela tem a ver com você
Por BloGeografia - domingo, 05 de junho de 2016, às 16:04:28
Categoria: Postagem Obrigatória

A expressão cultura do estupro viralizou nos últimos dias, a reboque da imensa repercussão do caso de estupro coletivo da menina de 16 anos no Rio de Janeiro.

Cultura do estupro, segundo a ONU Mulheres, é "o termo usado para abordar as maneiras em que a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro".

Argumentos sobre a conduta, comportamento, forma de se vestir da mulher que foi violentada tiram o foco do fato de que há um agressor, que agiu contra a vontade dela, que se aproveitou de uma situação de fragilidade, que fez com ela atos não consentidos.

Depoimentos sobre violência sexual publicados por Marie Claire no site e nas redes sociais mostram que muitas pessoas ainda acreditam que a culpa é da vítima. "Antes de cobrar moral de um homem, a mulher precisa ter moral!", escreveu uma leitora.

A moral da mulher não tem nenhuma relação com o comportamento agressivo e abusivo de um homem.

"Ela bebeu até cair e depois reclama", comentou outro leitor. Se um homem está bêbado, é espancado e tem sua carteira roubada, por exemplo, ele é culpado pelo crime? Abusar de uma mulher desacordada, não importa a razão, além de ser uma covardia, é crime.

A cultura do estupro é justamente a aceitação e a proliferação do comportamento machista, sexista e misógino. Os homens não precisam responder por seus atos violentos (sexuais ou não) e cabe apenas a mulher o bom comportamento (o "se dar ao respeito") como forma de proteção.

"Nenhum argumento deve, em nenhuma instância, normalizar ou justificar atos bárbaros e criminosos como o estupro. Por tudo isso que é tão importante que todas as pessoas, homens e mulheres, entrem para esse movimento pelo fim da cultura do estupro", escreve a ONU Mulheres.

São 500 mil casos de estupro no Brasil por ano, segundo estimativa  do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão vinculado ao Governo Federal. Apenas 50 mil são denunciados, desses 70% das vítimas são crianças e adolescentes; 24% dos agressores são pais ou padrastos; 32%, amigos ou conhecidos.

Por que os outros 450 mil casos não são denunciados?

Fonte:http://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2016/06/afinal-o-que-e-cultura-do-estupro-e-o-que-ela-tem-ver-com-voce.html

Comentário:

Muitas mulheres lutam pela igualdade entre os gêneros e esse é um assunto que vem sendo muito abordado recentemente principalmente por conta do caso de estupro ocorrido no Rio de Janeiro no mês passado. Em setembro de 2000 a ONU - Organização das Nações Unidas- reuniu alguns países e estabeleu 8 “metas”, na qual uma delas era a igualdade entre os sexos e mais autonomia para as mulheres e para alcançar esse objetivo um grupo de feministas lutam pelos seus direitos através de manifestações e discursos.


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Após 'beijaço gay', grupos entram em confronto em evento com Bolsonaro
Por BloGeografia - quarta, 25 de maio de 2016, às 15:46:06
Categoria: Postagem Obrigatória

Um "beijaço gay" terminou em confusão no auditório Dante Barone, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (AL-RS), em Porto Alegre, na tarde desta terça-feira (26). O ato foi organizado pelas redes sociais em protesto contra a vinda do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) à capital gaúcha. Antes do tumulto, manifestantes jogaram purpurina no parlamentar.

A confusão começou após os participantes do "beijaço gay" entrarem no auditório. Em seguida, começou um empurra-empurra entre os apoiadores de Bolsonaro e integrantes de movimentos LGBT.

Pelo menos três pessoas ficaram feridas. Segundo informou a assessoria de imprensa da casa legislativa, apesar do tumulto, a Brigada Militar não foi acionada para entrar no auditório.

Os manifestantes contrários a Bolsonaro entraram no local por um acesso nos fundos do auditório e começaram a entoar cânticos, segundo o estudante Frederico Lemos, 25 anos. Depois, se posicionaram para fazer o beijaço e começaram a gritar: "beijo homem, beijo mulher, tenho direito de beijar quem eu quiser".

Lemos conta que o público que pretendia assistir ao ato do Bolsonaro ficou agitado. Logo após, os participantes do beijaço começaram a sair do salão e ocorreu o empurra-empurra.

O estudante de direito Thiago Braga, de 31 anos, também participou do movimento. Ele relata que, durante o tumulto, uma menina levou um soco e foi empurrada escada abaixo. Quando dois rapazes tentaram ajudá-la, também foram agredidos a socos, relata Braga.

O estudante explica que o movimento pretendia entregar flores para o deputado, mas desistiu da ideia para não haver confronto. "Não entendo que manifestação se resume a isso. Para cada soco que deram, deixamos flor para eles. Estamos em pleno século 21, onde não deveria existir espaço para preconceito e intolerância", diz o manifestante.

A organização do beijaço estima que cerca de 150 pessoas estiveram no ato. "Também tinha a participação de heterossexuais no movimento", observa Braga.

'Purpurinaço'

Na chegada de Bolsonaro à Assembleia, grupos contrários ao deputado jogaram glitter rosa sobre ele (veja no vídeo). O político chegou a Porto Alegre na segunda-feira (25) e foi recebido com festa por apoiadores no Aeroporto Salgado Filho.

O "purpurinaço" foi organizado pelo Levante Popular da Juventude e ocorreu antes do beijaço que terminou em pancadaria no auditório Dante Barone da AL-RS. Uma militante do movimento, que não quis se identificar, explica que a intenção era chamar a atenção para o discurso "antidemocrático" do parlamentar. "Várias vezes ele ataca setores deslegitimizados, como os homossexuais."

Em nota, o movimento diz que tinha intenção, também, de denunciar a "transfobia, a LGBTfobia, o machismo e o racismo de Bolsonaro, cobrindo o deputado de purpurina e fazendo o chamado: Levante e brilhe contra a transfobia".

Segundo a militante, em torno de seis pessoas participaram do movimento e depois se retiraram da Assembleia Legislativa, sem presenciarem a confusão.


http://g1.globo.com/rs/...com-bolsonaro.html

Comentário:

“Beijo homem, beijo mulher, tenho direito de beijar quem eu quiser" 

O protesto feito contra Bolsonaro ,na assembleia legislativa ,no Rio Grande do Sul foi um ato planejado pelo grupo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) com o objetivo de “provocar” o atual deputado Jair Bolsonaro , o qual se tornou conhecido em todo o Brasil pelas declarações polêmicas em torno de temas delicados, como a homossexualidade, o racismo e as ditaduras no  Brasil e em países de América Latina.

Outro deputado federal, Pastor Marco Antônio Feliciano, também conhecido por fazer declarações polemicas, foi atingido pelos protestos que ocorreram nesta manhã de quarta-feira dia 25/05/2016, o qual pode ser considerado uma contradição já que este foi presidente da comissão de direitos humanos da câmara.


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