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Nathalya (A-25)

Saida do Reino Unido da Uniao Europeia
Por Nathalya (A-25) - quinta, 07 de julho de 2016, às 11:53:59
Categoria: Postagem Livre
Se sair da União Europeia, Reino Unido vai para "fim da fila", diz Obama

Em Londres, a dois meses do referendo que decidirá se o Reino Unido permanece na União Europeia, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um apelo, nesta sexta-feira (22), para que os britânicos sigam como parte integrante do bloco.

Após se reunir com o primeiro-ministro, David Cameron, que lidera a campanha pelo "sim" à permanência, Obama disse que o país "irá para o final da fila" das negociações comerciais com os Estados Unidos se deixar o grupo de 28 países.

A declaração é uma resposta a defensores da saída britânica do bloco, que afirmam que o Reino Unido poderia facilmente fechar seu próprio acordo comercial com os EUA. Hoje a UE negocia um acordo com Washington.

"Possivelmente haverá um acordo comercial entre Reino Unido e EUA, mas isso não ocorrerá por agora porque nosso foco está em negociar com um grande bloco, a União Europeia. (...) O Reino Unido irá para o final da fila", disse, ao lado de Cameron.

O americano ainda afirmou que a influência e o poder britânicos foram "ampliados" por sua participação no bloco, e que, por isso, os EUA querem que o Reino Unido, "um de seus melhores amigos", permaneça no grupo.

AMIGOS

Na sua última viagem à ex-metrópole antes de sair da Casa Branca, em janeiro de 2017, Obama negou as acusações da direita britânica de que estaria interferindo no processo. "Uma parte de sermos amigos consiste em ser sincero um com o outro", disse.

Pouco antes, o primeiro-ministro britânico defendeu que "se ouçam os amigos" e afirmou que não poderia imaginar nenhum aliado próximo desejando o Reino Unido fora da União Europeia.

"Nesse tema vital de comércio, sobre o qual Barack deu uma declaração tão clara, nós precisamos lembrar por que estamos negociando atualmente o maior acordo econômico em todo o mundo e o maior da história, entre a União Europeia e os EUA", disse Cameron.

A ideia da amizade também estava no artigo que Obama escreveu para o jornal britânico "The Telegraph", publicado nesta sexta. Sob o título "Como seu amigo, me deixe dizer que a União Europeia tornou o Reino Unido ainda maior", Obama disse que o resultado do referendo é de "grande interesse" dos EUA.

"Ele [Obama] disse que é do interesse americano que o Reino Unido fique na UE, mas o que é bom para os políticos americanos não é necessariamente bom para o povo britânico", respondeu o ministro da Justiça, Dominic Raab.

Ele ainda usou o argumento de Obama de que é preciso fazer "esforços para prevenir ataques terroristas" para defender a saída da UE.

"O presidente disse que a imigração descontrolada na UE é uma ameaça à segurança nacional. Concordo —por isso é mais seguro retomar o controle para podermos impedir que suspeitos de terrorismo venham da Europa para o Reino Unido", afirmou Raab.

Obama também disse que, como parte da parceria entre os dois países no Oriente Médio, é preciso "continuar o combate ao Estado Islâmico até que ele seja destruído".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/04/1763672-obama-faz-apelo-pela-permanencia-do-reino-unido-na-uniao-europeia.shtml


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Frio rigoroso na cidade de São Paulo
Por Geo_Mundo - sexta, 10 de junho de 2016, às 20:40:46
Categoria: Postagem Obrigatória

Cidade de São Paulo tem junho mais frio em 22 anos, diz Inmet

Recorde absoluto de temperatura mais baixa é de 1,2°C, em 1994.

Estação automática registrou -0,2°C em Barra do Turvo, no Vale do Ribeira.

A cidade de São Paulo registrou temperatura mínima de 5,5ºC na madrugada desta sexta-feira (10), segundo registro da estação do Mirante de Santana, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Este foi o dia mais frio registrado em um mês de junho em 22 anos (em 30 de junho de 1994, os termômetros registraram 5ºC).

 

 O recorde absoluto de frio ocorreu no dia 26 de junho de 1994, quando a temperatura chegou a 1,2°C.

 

O Inmet é quem faz a medição oficial de temperatura. Como o monitoramento é feito apenas no Mirante de Santana, na Zona Norte, é comum que outros órgãos com mais pontos de medição da capital apresentem temperaturas mais baixas.

É o caso do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura, que registrou temperatura mínima de 2,4°C no bairro de Parelheiros, no extremo sul de São Paulo, e de 3,3°C em São Mateus, na Zona Leste.

De acordo com a rede de estações meteorológicas automáticas do CGE, a média da temperatura mínima na região metropolitana de São Paulo na última madrugada foi de 5ºC.

 

No estado
A menor temperatura do ano no estado também foi registrada na madrugada desta sexta pelo Inmet. A estação automática do instituto registrou -0,2°C em Barra do Turvo, no Vale do Ribeira. A menor mínima deste ano no estado havia sido na quinta, com 0,4°C no mesmo local.

Em Campos de Jordão houve registro de geada forte com mínima de 0,6°C. Destaque também para Iguape, no litoral sul, onde a mínima foi de 3,7°C.

 

Previsão
Segundo o Inmet, no sábado (11), as temperaturas devem ficar no mesmo patamar das registradas nesta sexta, mas, no domingo (12), a previsão é de novos recordes de temperatura baixa.

O CGE prevê que a atuação de uma grande massa de ar frio de origem polar mantendo o tempo seco e ensolarado no fim de semana. As noites de pouca ou nenhuma nebulosidade vão facilitar a acelerada queda das temperaturas, o que pode causar novos recordes de temperatura mínima.

 

COMENTÁRIO: Em junho de 2016 a população paulista brasileira enfrentou um frio rigoroso que não houve igual desde 1994. Quando podemos nos tratar de excesso de temperatura, associa-se com o calor visto que não é comum as temperaturas contrabalancear-se a 0 na região. A população aflige-se ao ocorrido pela falta de costume a devida temperatura entretanto, o frio excessivo ocorrente não tem duração de longo prazo.

 

FONTE: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/06/cidade-de-sao-paulo-tem-junho-mais-frio-em-22-anos-diz-inmet.html


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UNICAMP ocupada
Por Amanda (A-1) - quinta, 09 de junho de 2016, às 22:43:45
Categoria: Postagem Livre

Sem acordo, estudantes mantêm ocupação em reitoria da Unicamp

 

Os estudantes que ocupam há um mês o prédio da reitoria da Unicamp, em Campinas (SP), decidiram manter a mobilização nesta quinta-feira (9) após terminar sem acordo a reunião com representantes da universidade.

O encontro, segundo a universidade, era "um último esforço de entendimento", ao ao mencionar que a Justiça já determinou a reintegração de posse do imóvel, mas com ressalva para que antes fossem esgotadas todas as possibilidades de negociação.

O grupo realizou uma coletiva nesta tarde para comunicar a decisão [veja imagens no vídeo acima]. Já a assessoria da universidade divulgou nota para lamentar a falta de um desfecho.

"A reunião promovida pela Comissão da Reitoria [...] representou mais um esforço de entendimento com os manifestantes para a desocupação negociada do prédio. Apesar dos avanços contidos nos compromissos apresentados pela reitoria em resposta à pauta de reivindicações, a administração central lamenta que as negociações tenham sido insuficientes para um acordo definitivo", informa texto da instituição. Esta foi a quinta reunião de negociações.

Divergências

Além de oposição ao corte de verbas que deve chegar a R$ 40 milhões [veja os reflexos gerados pelo contingenciamento], os alunos querem aumento de moradias e assistência à permanência estudantil, além da implantação de cotas étnico-raciais e retorno do ex-aluno Paulo Rufino.

O rapaz de 33 anos perdeu a vaga no curso de geografia após a Unicamp avaliar que ele não atendia os requisitos do Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (Paais), uma vez que concluiu o ensino médio por meio de certificação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A matrícula foi revogada em fevereiro, após decisão proferida pela 2ª Vara da Fazenda Pública.

Entre os outros pontos reivindicados pelos estudantes estão a criação de um órgão que apure e tome medidas a respeito de assédio moral, sexual, racismo e opressões; e que a reitoria se comprometa a não punir estudantes que participam dos movimentos de greve e ocupação.

Propostas

Entre as propostas da universidade estão a realização de uma audiência pública para debate sobre a eventual implantação das cotas étnico-raciais, a efetivação da Comissão Permanente de Combate ao Racismo, um plano para ampliar a moradia estudantil em 500 vagas e decisão pela inclusão dos resultados do Enem como mecanismo que propicia a participação no Paais. 


Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/06/sem-acordo-estudantes-mantem-ocupacao-em-reitoria-da-unicamp.html


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Hillary Clinton vence primárias nas Ilhas Virgens dos EUA
Por Michelle (A-22) - quinta, 09 de junho de 2016, às 22:02:19
Categoria: Postagem Livre
Hillary Clinton venceu Bernie Sanders com facilidade nas primárias realizadas no sábado (4) nas Ilhas Virgens dos Estados Unidos, onde estavam em jogo sete delegados para a convenção democrata, na qual se elegerá o candidato desse partido para disputar as eleições presidenciais de novembro.
O Partido Democrata das Ilhas Virgens dos EUA detalhou neste domingo que a ex-secretária de Estado conseguiu 84,2% dos votos nas ilhas de St. Croix, St. Thomas e St. John, com uma população de pouco mais de 106.000 habitantes, em sua maioria afro-caribenhos e entre os quais a esposa do ex-presidente Bill Clinton partia como clara favorita.

Por outro lado, Bernie Sanders só recebeu 12,2% dos votos, com o que não alcança o 15% estabelecido pelas normas do partido americano para que o senador possa levar algum delegado.  

Dessa forma, Hillary arrebatou os sete delegados que estavam em jogo nestas ilhas caribenhas, assim como os quatro superdelegados que já tinham comprometido seu voto, o que a aproxima cada vez mais da indicação democrata como candidata à Casa Branca.

A margem com a qual Hillary venceu foi quase tão ampla como a que obteve em 2008 frente a Barack Obama, quando conseguiu 90% dos votos contra 8% do atual presidente americano.

Já nas primárias republicanas realizadas nas Ilhas Virgens dos EUA o vencedor, como era de se esperar, foi Donald Trump, que será o candidato presidencial por esse partido nas eleições de 8 de novembro.

Os moradores das Ilhas Virgens não podem votar nas eleições presidenciais, como também não podem os de Porto Rico, que hoje também realiza suas primárias democratas, nas quais Hillary também parte como clara favorita.

Em Porto Rico estão em jogo 60 delegados e sete superdelegados, um número relativamente baixo, ainda mais quando se leva em conta que na terça-feira serão realizadas primárias na Califórnia, Nova Jersey, Novo México, Montana e Dakota do Sul.

Fonte: notícias.terra.com.br


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Opiniao de FHC sobre Impeachment
Por Nathalya (A-25) - terça, 07 de junho de 2016, às 16:56:06
Categoria: Postagem Livre
FHC diz a jornal que 'o caminho' para sair da crise é impeachment de Dilma Ele disse que é 'doloroso' ver o 'desfalecimento da sociedade e da economia.
Para ex-presidente, 'não há como', atualmente, o país ser parlamentarista.

 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em entrevista publicada neste domingo (20) no jornal  "O Estado de S.Paulo", disse que "o caminho" para sair da crise pela qual passa o país é o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

FHC ressaltou que chegou a essa conclusão com o passar do tempo e lembrou que, no fim do ano, defendia uma renúncia da presidente, mas mudou de entendimento.

"Dificilmente você vai ver uma palavra agressiva minha em relação à presidente Dilma. Não apenas pela consideração institucional, mas também pessoal. Mas, com a incapacidade que se nota hoje de o governo funcionar, de ela resistir e fazer o governo funcionar, eu acho que agora o caminho é o impeachment", afirmou o ex-presidente ao jornal.

Segundo ele, o impeachment é um pedido das ruas, evidenciado pelas manifestações do último domingo, que mobilizaram milhões em todo o país. "Se eu bem entendi o que as ruas gritaram, foi isso. As ruas gritaram renúncia, fim, impeachment", continuou.

Para FHC, a saída da presidente é um "processo doloroso, mas os fatos se impõem". "Tão doloroso quanto o impeachment é assistir ao desfalecimento da economia e da sociedade", argumentou o ex-presidente.

Ele disse ainda que as instituições no Brasil estão mais sólidas do que eram na época do impeachment do ex-presidente Fernando Collor e que, por isso, não há risco de um "retrocesso institucional".

Para FHC, é "natural" que o vice de Dilma, Michel Temer, seja o presidente em caso de impeachment. Segundo o ex-presidente, o próximo ocupante do Palácio do Planalto, caso haja a saída de Dilma, vai ter que levar em conta que o país "quer a continuidade da Lava Jato, soluções para as questões econômicas prementes, respeito à institucionalidade".

Atualmente, tramita no Congresso Nacional um pedido de impeachment contra a presidente. A comissão especial que vai analisar o caso foi instalada na última quinta-feira (17). Após a comissão, o plenário da Casa deve se posicionar sobre o tema. 

FONTE: http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/03/fhc-diz-jornal-que-o-caminho-para-crise-e-o-impeachment-de-dilma.html


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