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Luiza (B-19), Luana (B-18)
Liriel (B-17)

Maduro e Santos decidem reabrir fronteira entre Colômbia e Venezuela
Por Geoatual - sexta, 12 de agosto de 2016, às 18:34:56
Categoria: Postagem Obrigatória

Os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Colômbia, Juan Manuel Santos, se reuniram na cidade venezuelana de Puerto Ordaz, para discutir a reabertura progressiva da fronteira entre os dois países, fechada há quase um ano. A passagem entre os dois países será liberada gradualmente a partir de 13 de agosto, em horários delimitados, e com especial atenção das forças de segurança em relação ao contrabando de remédiosEm reunião preparatória entre as chanceleres Maria Angela Holguín, da Colômbia, e Delcy Rodríguez, da Venezuela, na semana passsada, foram negociados avanços em temas como imigração, segurança, transporte e saúde, disse o Ministério de Relações Exteriores da Colômbia em nota. 

A abertura deve ser feita de maneira gradual e será criada um documento para que venezuelanos e colombianos que moram na região de fronteira possam cruzá-la. 

Maduro determinou o fechamento da fronteira em 19 de agosto, após um ataque a três militares durante uma operação contra o contrabando em San Antonio de Táchira. A medida, inicialmente válida apenas para o Estado de Táchira, se estendeu posteriormente para Zulia, Apure e Amazonas. Os dois países partilham 2,2 mil km de fronteira. Mais de mil colombianos foram deportados da Venezuela. 

A decisão de  Maduro provocou uma crise diplomática entre os dois países, que foi resolvida um mês depois, com intermediação do governo do Equador. Em julho, a fronteira foi reaberta em dois fins de semana e milhares de venezuelanos foram para a Colômbia tentar comprar comida e remédio. / AP e EFE

Comentario: O texto retrata sobre a abertura lenta e gradual, da fronteira entre Colombia e Venezuela .Essa fronteira havia sido fechada a quase um ano devido a um ataque a três militares que estavam em uma operação contra o contrabando. Isso provocou uma crise diplomatica que foi resolvida um mês depois com a interdição do Equador. 

Fonte:http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,maduro-e-santos-se-reunem-para-discutir-reabertura-de-fronteira,10000068736


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Dilma convocara plebiscito caso volte ao poder
Por Geoatual - sexta, 10 de junho de 2016, às 20:16:29
Categoria: Postagem Obrigatória
Dilma diz que, se voltar ao poder, população terá que ser consultadaSimNãoreprodução automáticapróximo vídeo em 5srevercompartilhevídeos relacionados

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A presidente afastada, Dilma Rousseff, afirmou que, se for reempossada, haverá a necessidade de convocação de um plebiscito para que a população decida se quer ou não novas eleições presidenciais. "Será necessário consultar a população para remontar um 'pacto' que vinha desde a Constituição de 1988 e foi rompido com o processo de impeachment", disse ao jornalista Luis Nassif em entrevista veiculada na noite desta quinta-feira (9) pela TV Brasil. 

Segundo Dilma, esta consulta deve ser feita com ela de volta ao poder, com o processo de impeachment sendo derrubado no Senado, e que somente a consulta popular "para lavar e enxaguar essa lambança, que está sendo o governo Temer".

"Eu não acho possível fazer pacto nenhum com o governo Temer em exercício", disse a presidente afastada. Segundo ela, a consulta popular é o único jeito de se fazer este pacto "dado o nível de contradição" presente hoje no Brasil e com um Congresso em que só pautas conservadoras serão aprovadas -- de acordo com Dilma, com o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) "dando as cartas". A presidente afastada não disse como e quando seria feita esta consulta popular.

O Senado deve julgar se Dilma volta à Presidência em meados de agosto. Aliados do governo têm tentado convencer a senadores a votarem contra o impeachment com a promessa de que ela vai propor uma consulta popular

Governo Temer - pauta de Cunha

Dilma declarou ainda que "o governo Temer é a síntese do que pensa e expressa claramente a pauta de Eduardo Cunha". Ao ser questionada se era possível se aliar politicamente ao agora presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na época em que foi eleito para comandar a casa legislativa, no início de 2015, Dilma disse que "não existe negociação possível com certo tipo de prática". De acordo com a presidente afastada, Cunha tem uma pauta própria, de orientação conservadora, que levaria para o campo político da direita os deputados e os partidos do chamado "Centrão".

Para Dilma, o "Centrão" historicamente não tem pautas definidas, mas, no caso de Cunha, a tônica foi comandar a pauta do Congresso.

Como tem feito em outras ocasiões, Dilma voltou a defender o presidencialismo e rechaçar qualquer ideia de parlamentarismo. "Foi por meio do presidencialismo que o Brasil conseguiu uma maior modernidade e inclusão da sua população", disse.

Ela criticou também a mudança na política externa do governo interino. "África terá cada vez mais importância; fechar embaixadas é ter visão minúscula de política externa", declarou Dilma

No dia 17 de maio, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, encomendou um estudo para analisar o custo e a utilidade dos postos diplomáticos abertos nos governos Lula (2003-2010) e Dilma Rousseff para, eventualmente, pedir o fechamento de alguns deles.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2016/06/09/o-governo-temer-e-a-sintese-do-que-pensa-cunha-afirma-dilma-a-tv-brasil.htm

Comentario: Na noticia,Dilma afirma que se voltar ao poder,convocara um plebiscito para saber se a populacao gostaria de novas eleicoes. Essa alegacao esta sendo usada por aliados do governo para convencer outros de votar contra o impeachment.Alem disso,ela confirma que nao se une a Eduardo Cunha e a nenhuma de suas praticas.

Feito por: Luana(18) e Luiza(19)



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Cresce pressão internacional contra golpe
Por Luiza (B-19) - domingo, 05 de junho de 2016, às 18:08:36
Categoria: Postagem Livre

São Paulo – O filme do Brasil está cada vez mais queimado lá fora. Não são apenas os veículos de comunicação internacionais que andam denunciando a situação política que levou ao afastamento da presidenta Dilma Rousseff e à nomeação de ministros corruptos. O repúdio também emana de diversos países e organismos internacionais. 

Ontem (3), ao negar o golpe, um diplomata brasileiro foi vaiado durante conferência da Organização Internacional do Trabalho, organismo vinculado a Organização das Nações Unidas (ONU).

A presidenta da sessão, Cecilia Mulindeti-Kamanga, cortou a fala do diplomata, alegando que o representante do governo infringiu as regras da conferência ao tratar de assunto fora da pauta.

Esta foi só a mais recente manifestação de repúdio em instâncias internacionais. No final do mês de maio, 30 eurodeputados assinaram carta enviada à Alta Representante da União Europeia (UE) para Política Externa e Segurança, Federica Mogherini, reivindicando que não negocie com o presidente interino Michel Temer. O governo brasileiro lidera o acordo comercial entre o bloco e o Mercosul.

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), a mais importante comissão da ONU no subcontinente, divulgou em março nota com teor forte em que presta total apoio ao mandato de Dilma Rousseff e conclama a sociedade brasileira a respeitar o resultado das urnas, sob o risco de desestabilizar a democracia em todo o continente.

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, igualmente defendeu o mandato da presidenta eleita e criticou as tentativas de tirá-la do cargo sem fundamento jurídico. Na sua avaliação, Dilma demonstra um claro compromisso com a transparência institucional e a defesa dos ganhos sociais alcançados pelo país. “É a realização de um processo de impeachment de uma presidente que não é acusada de nada, não responde por nenhum ato ilegal, sobretudo porque vemos que entre os que podem acionar o processo de impeachment existem congressistas acusados e culpados. É o mundo ao contrário”, afirmou.

A União de Nações Sul-americanas (Unasul) condenou seguidas vezes o processo de destituição da presidenta Dilma. O secretário-geral do organismo, Ernesto Samper, declarou que um julgamento político contra um presidente que não cometeu qualquer crime abre precedentes para que isso aconteça de forma indiscriminada em toda a região.

Países da América Latina foram os primeiros a se manifestar contra o golpe. Cuba, Nicarágua, Chile, Bolívia, Uruguai, El Salvador, Equador e Venezuela criticaram o processo de impeachment e expressaram apoio a Dilma. Os três últimos convocaram seus embaixadores de volta. Na linguagem diplomática, essa medida representa profundo descontentamento com o país onde se localiza a embaixada.

Sociedade civil

O coordenador do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal do ABC, Giorgio Romano, ressalta, no entanto, que nenhum país ou organismo internacional vai romper relações com o Brasil por causa do golpe. Para ele, muito mais importante que essas reações é a pressão da sociedade civil no exterior, como as verificadas no festival de cinema de Cannes, em maio, quando os atores brasileiros do filme Aquarius – que concorreu à Palma de Ouro – denunciaram ao mundo a situação política brasileira.

Ele também cita a cobertura internacional da imprensa, que “simplesmente parou de reproduzir o que a Globo e companhia noticiavam e mandou os correspondentes trabalharem”.

O protesto de intelectuais que levaram o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a cancelar sua participação numa palestra sobre democracia na América Latina também foi lembrado por Romano.

Um grupo de integrantes da Associação de Estudos Latino-Americanos (Lasa), entre intelectuais brasileiros e estrangeiros, encaminhou à entidade petição defendendo ser inapropriado o tucano participar do painel organizado pela instituição no momento em que o PSDB é apontado como um dos colaboradores de um golpe no Brasil.

“Os relatos que temos é que o pessoal ligado o governo está extremamente incomodado com isso”, diz Romano. “O posicionamento da mídia e da sociedade civil internacional é muito crítico em relação ao processo [de destituição de Dilma Rousseff]. É evidente que um ministério formado apenas por homens brancos, muitos envolvidos em corrupção, gerou um desconforto. Tudo isso alimenta na Europa e nos Estados Unidos a ideia de instabilidade política.”

Guinada na política externa

Soma-se a isso a guinada que o governo interino vem implantando na política externa. O novo ministro das Relações Exteriores, José Serra (foto acima, à esquerda), já sinalizou a intenção de fechar postos diplomáticos abertos nos governos Lula (2003-2010) e Dilma Rousseff na África e no Caribe. Desde 2003 o Brasil vinha intensificando as relações entre países em desenvolvimento.

Em seu discurso de posse, Serra afirmou que a partir de agora as relações exteriores irão “atender à sociedade e não a um partido”. Entre as novas diretrizes, o tucano citou a prioridade das relações com os Estados Unidos e com Argentina, México, também comandados por governos neoliberais. 

“O que está se tentando fazer num curto espaço de tempo é o que geralmente não se faz em política externa, que é tentar dar uma guinada muito rápida, por isso essa avalanche de críticas de organismos internacionais e países vizinhos”, afirma Moisés da Silva Marques, doutor em Relações Internacionais pela USP e coordenador do Centro Acadêmico 28 de agosto.

Moisés avalia que a nova diretriz proposta por Serra, de priorizar apenas o comércio exterior, pode caracterizar o abandono da visão estratégica que o Brasil vinha adotando de se posicionar de maneira mais assertiva em assuntos globais.

“Política externa não se faz com o fígado, se faz com estratégia. O que aparece claro é que o Serra, ao tentar anular o que vinha sendo feito nos últimos anos, tenta fazer disso uma alavanca para projetos pessoais maiores. E daqui a pouco podemos não ter mais nada das relações Sul-Sul, pois ele está priorizando só o comércio exterior e abandonando o caráter estratégico da política externa”, acrescenta Marques.

 


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Uma em cada 5 mulheres de até 18 anos já foi vítima de violência
Por Geoatual - domingo, 05 de junho de 2016, às 18:03:48
Categoria: Postagem Obrigatória

Uma em cada cinco mulheres com menos de 18 anos no mundo já foi vítima de estupro ou abuso sexual. Os dados integram um raio X produzido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre o fenômeno da violência como um problema de saúde. O relatório traça a estimativa com base em estudos feitos entre 2011 e 2015 e compila informações de 133 países.

Segundo o informe da entidade das Nações Unidas, que na semana passada aprovou um plano para combater a violência contra a mulher até 2030, os governos precisam agir. "Mulheres violentadas tendem a usar mais os serviços de saúde do que aquelas que não são abusadas, ainda que elas raramente indiquem que são vítimas", diz o informe. "Com muita frequência, instituições de saúde são lentas em reconhecer e lidar com essa violência."

A entidade aponta que uma em cada três mulheres já "experimentou violência física e/ou sexual por parte de seus parceiros". Além disso, 7% das mulheres foram alvo de violência sexual por desconhecidos e 50% delas se envolveram em uma disputa física com seus companheiros.

Para os especialistas da OMS, os dados revelam o caráter rotineiro da violência contra a mulher. "Trata-se de algo muito comum e muito mais regular do que imaginamos", diz Berit Kieselbach, uma das responsáveis pelo plano de enfrentamento da entidade. Ela diz ainda que o fenômeno da violência contra a mulher não é novo. "O que é novo é a capacidade de começar a coletar dados sobre o tema", explica. Berit lembra que dezenas de países não têm sistemas para identificar causas de mortes nem para medir a violência.

Ao lado da estratégia para identificar os autores de crimes, a OMS tenta lidar com o impacto para a saúde, como depressão, ansiedade, estresse pós-traumático, suicídios, gravidez indesejada, resultados adversos nos bebês, transmissão de infecções e aids.

Professora do Departamento de Saúde Materno-Infantil da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Carmen Simone Grilo Diniz explica que, como preconiza a OMS, o abuso sexual durante a infância e a adolescência implica problemas físicos e psíquicos que podem perdurar para o resto da vida. "Uma experiência como essa pode provocar quadros de estresse pós-traumático, depressão, comportamento autoagressivo, além do risco de se contrair doenças sexualmente transmissíveis", diz.

Trauma

Julia (nome fictício), de 24 anos, é um exemplo de mulher que precisou de ajuda psicológica para superar os traumas causados pelo abuso sexual. Aos 11 anos, ela se tornou uma vítima e entrou nas estimativas.

A jovem conta que foi abusada por um funcionário da loja de seu tio, onde costumava ficar e brincar após as aulas. Com a chegada do novo atendente de 19 anos, a garota pensara ter ganhado um companheiro de brincadeiras. Todos os dias, jogavam forca e jogo da velha, mas, quando o tio saía, uma regra era imposta. "Ele dizia que, se eu perdesse, tinha de pagar uma prenda. E a prenda era me levar para um canto da papelaria e passar a mão em mim, no meu corpo, na minha vagina", conta.

Ela sentia desconforto, mas era levada a acreditar que tudo fazia parte da brincadeira. "Só fui perceber que era algo muito errado quando contei para a minha mãe."

Por um tempo, a jovem pensou que não conseguiria mais se relacionar com ninguém, mas, com acompanhamento psicológico, diz ter superado o problema. "O que eu sinto hoje é raiva quando vejo outros casos de abuso, porque o homem sabe que a criança não entende muito bem o que está acontecendo e se aproveita desse poder", diz.

De acordo com Marina Ganzarolli, advogada e cofundadora da Rede Feminista de Juristas, se a maior parte dos casos de abuso contra mulheres é praticada por conhecidos da vítima, no caso de crianças e adolescentes, isso é ainda mais comum. "O chamado 'estupro de beco', em que um estranho violenta uma mulher, é o menos frequente. Geralmente, os abusos acontecem em espaços privados, cometidos por pais, padrastos, tios, amigos da família", afirma ela, assim como aconteceu com Julia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Comentário: O texto aponta que cada vez mais mulheres vem sendo vitimas de abuso sexual. Diante disso,percebe-se  que a preocupação do governo em relação a este assunto é mínima  e que é necessario que se exista leis mais rígidas para a proteção a mulher e também que se haja uma pena maior para os estrupadores.

Trabalho feito por :Luana Ferrari e Luiza Yamachita 

Fonte :UOL 


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ONU alerta sobre 'escala industrial' do tráfico de flora e fauna
Por Geoatual - quarta, 25 de maio de 2016, às 19:33:36
Categoria: Postagem Obrigatória
Onu alerta sobre 'escala industrial' do tráfico de flora e faunaForam mais de 164 mil apreensões entre 1999 e 2015 em 120 países.
Relatório pede punições mais rígidas contra o tráfico. EmEm 2012, mais de 35 mil elefantes foram mortos na África por conta do tráfico de marfim (Foto: AFP Photo/Carl de Souza)

A ONU alertou nesta terça-feira (24) que o tráfico de bens naturais, como o marfim dos elefantes, conduz à extinção de espécies inteiras e adquiriu "uma escala industrial".

"O tráfico de espécies é um problema de natureza global, de escala industrial, realizado por organizações criminosas transnacionais", declarou em Viena John Scanlon, o secretário-geral da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES)

Scanlon fez essas declarações na apresentação de um relatório sobre o tráfico ilegal de bens naturais, junto ao diretor do Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC), Yury Fedotov.

Esse relatório indica que em escala global foram realizadas 164 mil apreensões entre 1999 e 2015 em 120 países de materiais como marfim, chifre de rinoceronte e madeiras tropicais, o que mostra que o problema afeta de uma ou outra maneira todo o planeta.

Fedotov ressaltou que este tipo de crime fomenta a corrupção, a instabilidade, a violência e inclusive a insurgência armada em algumas zonas, especialmente da África, onde as capacidades estatais são mais limitadas.

Por isso, uma das mensagens é a de apoiar "os países vulneráveis para que tenham um desenvolvimento sustentável" e, pelo outro lado, atuar para "reduzir a demanda" destes produtos naturais nos países compradores.

No texto não figuram números sobre a quantidade de dinheiro que movimenta este crime, algo que os especialistas da ONU esperam poder incluir em um próximo relatório.

O documento indica, por exemplo, que em 2012 morreram mais de 35,4 mil elefantes na África, em grande parte mortos por caçadores ilegais para utilizar seu marfim, enquanto a população total na África é de 473 mil exemplares.

Scanlon advertiu que populações inteiras de elefantes estão desaparecendo em zonas da África devido à caça ilegal, desenvolvida de forma organizada.

Para lutar contra a demanda destes produtos naturais, os responsáveis da ONU apostaram pela educação e a informação com o objetivo de desmentir supostas propriedades medicinais ou afrodisíacas que são atribuídas a alguns produtos, como o chifre de rinoceronte.

O relatório pede aos governos que adotem medidas legislativas para estabelecer o tráfico de fauna e flora como um delito e um problema sério, além de colaborar com a UNODC na proteção dos espécies ameaçadas.

"Temos que seguir apoiando os países para que lutem contra esta forma de comércio ilegal, que está unido à corrupção e afeta também à estabilidade das comunidades", concluiu Fedotov

Fonte:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2016/05/onu-alerta-sobre-escala-industrial-do-trafico-de-flora-e-fauna.html

Comentario:

O uso de marfim de elefande e chifres de rinocerontes em locais como Africa algumas vezes traz -supostos- beneficios medicinais entretanto não se pode usar isto como argumento devido ao grande número de consequências nas espécies e ambiente que pode posteriormente levar ate a extinção das mesmas.A ONU tenta minimizar essa processo ilegal,  que ja matou mais de 35 mil elefantes na Africa,incentivando países à usarem outras formas sustentáveis.


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