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Esqueça o carro. A cidade caminhável é a bola da vez
Por Brunna (C-8) - segunda, 15 de agosto de 2016, às 14:54:20
Categoria: Postagem Livre
https://www.nexojornal.com.br/exp...V7HC24dZM44.facebook
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Educação Sexual e de Gênero nas escolas - UNESCO
Por Brunna (C-8) - terça, 14 de junho de 2016, às 20:34:54
Categoria: Postagem Livre

UNESCO defende educação sexual e de gênero nas escolas para prevenir violência contra mulheres

Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, aprofundar o debate sobre sexualidade e gênero contribui para uma educação mais inclusiva, equitativa e de qualidade, não restando dúvida sobre a necessidade de a legislação brasileira e os planos de educação incorporarem perspectivas de educação em sexualidade e gênero.

Segundo a organização, declarações foram divulgadas diante de fatos recentes ocorridos no país no que se refere à violência sexual.

Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil reafirmou nesta terça-feira (7) seu compromisso com a garantia dos direitos das mulheres e da população LGBT, posicionando-se de forma contrária a toda forma de discriminação e violação dos diretos humanos em qualquer circunstância e, em especial, em espaços educativos.

“As desigualdades de gênero, muitas vezes evidenciadas pela violência sexual de meninas, expõem a necessidade de salvaguardar marcos legais e políticos nacionais, assim como tratados internacionais, no que se refere à educação em sexualidade e de gênero no sistema de ensino do país”, disse a agência das Nações Unidas em comunicado.

Segundo a organização, as declarações foram divulgadas diante de “recentes fatos ocorridos no país no que se refere à violência sexual”.

Para a UNESCO no Brasil, aprofundar o debate sobre sexualidade e gênero contribui para uma educação mais inclusiva, equitativa e de qualidade, não restando dúvida sobre a necessidade de a legislação brasileira e os planos de educação incorporarem perspectivas de educação em sexualidade e gênero.

“Isso se torna ainda mais importante uma vez que a educação é compreendida como processo de formar cidadãos que respeitem às várias dimensões humanas e sociais sem preconceitos e discriminações”, disse a agência da ONU.

Um dos compromissos dos países-membros das Nações Unidas é garantir o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, adotada pelo Brasil e todos os outros Estados-membros da ONU em 2015. Entre os 17 objetivos globais da agenda, está a garantia de ambientes de aprendizagem seguros e não violentos, inclusivos e eficazes, e a promoção da educação para a igualdade de gênero e os direitos humanos.

Resultado de amplo debate internacional, o Marco de Ação Educação 2030 joga luz sobre a importância da perspectiva de gênero na educação.

“Esta agenda dedica especial atenção à discriminação baseada em gênero, bem como a grupos vulneráveis, e para assegurar que ninguém seja deixado para trás. Nenhum objetivo de educação deve ser considerado cumprido a menos que seja alcançado por todos”, afirmou trecho do documento da reunião, realizada em novembro do ano passado, paralelamente à 38ª Conferência Geral da UNESCO, com a presença de ministros e especialistas.

A UNESCO ressaltou em todos os seus documentos oficiais que estratégias de educação em sexualidade e o ensino de gênero nas escolas é fundamental para que homens e mulheres, meninos e meninas tenham os mesmos direitos, para prevenir e erradicar toda e qualquer forma de violência, em especial a violência de gênero.

A agência da ONU já possui diversos materiais que podem ajudar os educadores do país a incluírem questões de gêneros nos debates de suas aulas e seus espaços educativos (clique aqui para saber mais).

“A eliminação das desigualdades de gênero é determinante para a construção de uma sociedade inclusiva e equitativa”, disse a UNESCO. “Todos os estudantes têm o direito de viver e aprender em um ambiente livre de discriminação e violência. Com educação e diálogo é possível prevenir a violência de gênero”.


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Licenciamento ambiental no Brasil
Por Geopedia - sexta, 10 de junho de 2016, às 19:59:29
Categoria: Postagem Obrigatória

http://viajeaqui.abril.com.br/materias/apenas-30-4-das-cidades-brasileiras-fazem-licenciamento-ambiental-para-obras-que-impactam-a-natureza

Comentário: Essa reportagem traz dados alarmantes. A baixa porcentagem de cidades que fazem o licenciamento ambiental demonstra o descaso e falta de responsabilidade dos políticos e autoridades. Se todas as cidades fizessem esse licenciamento, muitas tragédias poderiam ser evitadas e obras com enorme impacto ambiental seriam impedidas. No caso de Mariana, com o rompimento da barragem da mineradora samarco, houve licenciatura, mas de maneira precária, já que a empresa não forneceu dados completos como o projeto executivo que detalha a obra. Mesmo assim, foi aprovado e seguiu sem estudos essenciais que atestassem a segurança de estrutura
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Da hiperinflação à estagflação: a economia desde 1991
Por Brunna (C-8) - terça, 07 de junho de 2016, às 20:47:43
Categoria: Postagem Livre

https://www.nexojornal.com.br/grafico/2016/05/02/Da-hiperinfla%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-estagfla%C3%A7%C3%A3o-a-economia-desde-1991
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Economistas causaram polêmica com artigo que critica neoliberalismo.
Por Brunna (C-8) - segunda, 06 de junho de 2016, às 18:30:11
Categoria: Postagem Livre
Por que o neoliberalismo não é mais unanimidade no FMI 

Artigo publicado em revista do fundo diz que políticas defendidas pela instituição podem prejudicar crescimento em alguns casosAddThis Sharing Buttons

FOTO: REUTERS

 REUNIÃO ANUAL DO FMI EM 1997 EM HONG KONG 

Um artigo publicado na edição de junho da revista “Finance & Developement”, do Fundo Monetário Internacional, causou surpresa em economistas de todo o mundo. Nele, três integrantes do FMI fazem críticas ao neoliberalismo, receituário dominante na instituição por décadas.

O artigo não é um posicionamento oficial do fundo, mas demonstra que a política que caracterizou a instituição já não é uma unanimidade. Na visão de Jonathan D. Ostry, Prakash Loungani e Davide Furceri, autores do estudo, uma política econômica pautada pela austeridade fiscal, diminuição do tamanho do Estado e incentivo ao livre mercado nem sempre funciona bem para todos os países.

“Em vez de entregar crescimento, algumas políticas neoliberais aumentaram a desigualdade, ao mesmo tempo em que prejudicaram uma expansão duradoura”

Neoliberalismo: Vendido em excesso?

Jonathan D. Ostry, Prakash Loungani e Davide Furceri

Os pesquisadores analisaram especificamente dois aspectos do receituário neoliberal: remoção de restrições ao movimento de capitais e austeridade fiscal. As dificuldades para entrada ou saída de capital estrangeiro geralmente são colocadas por governos com taxação desse dinheiro. Já a austeridade, uma das principais cobranças do FMI aos governos, é o controle das contas para reduzir rombos e recobrar a disciplina fiscal.

O raciocínio dos autores é que, em alguns casos, as políticas defendidas pelo FMI não funcionaram porque aumentaram a desigualdade em alguns países, o que, no médio prazo, prejudicou o crescimento.

“O aumento de desigualdade, por sua vez, compromete o nível e a sustentabilidade do crescimento. Ainda que o crescimento seja o único ou principal motivo da agenda neoliberal, aqueles que advogam essa agenda ainda precisam prestar atenção aos efeitos distribucionais”

Neoliberalismo: Vendido em excesso?

Jonathan D. Ostry, Prakash Loungani e Davide Furceri

História de socorro e cobrança#

Criado após a Segunda Guerra Mundial, o Fundo Monetário Internacional se notabilizou nas décadas de 1970, 1980 e 1990 por socorrer países endividados. O cofre sempre foi abastecido pelos países desenvolvidos, e por alguns países em desenvolvimento.

No cenário mundial, dinheiro de verdade é o dólar. Quanto mais subdesenvolvido for o país, menos sua moeda vale. A credibilidade de países emergentes depende, em grande parte, de suas reservas internacionais. Durante anos o FMI atuou como uma espécie de banco para esses países periféricos que não tinham dinheiro (dólar).

Chamado, o FMI enviava uma equipe para fazer um diagnóstico e traçar um plano de socorro que ia além do empréstimo que os países tanto queriam. A contrapartida era a garantia de que aquele governo não voltaria a precisar de socorro. O plano invariavelmente passava por ajuste fiscal - que algumas vezes incluía venda de patrimônio - e liberalização da economia.

O Brasil já recorreu algumas vezes aos empréstimos do FMI. A última foi durante o período de consolidação do Plano Real, quando faltaram dólares na tentativa de manter a o câmbio valorizado. Tentando manter o preço do dólar perto do valor do real, durante o governo FHC, o país vendeu reservas e precisou de socorro. Durante o governo Lula, com a melhora da economia, o Brasil pagou sua dívida e passou a ser um dos financiadores do FMI.

Em um livro chamado “Vexame”, o jornalista americano Paul Blustein narra os bastidores da crise mundial do final da década de 1990. Na visão do autor, o FMI teve dificuldades para ajudar os países a superarem a crise porque, ideologicamente muito rígido, aplicava sempre o mesmo remédio ao pacientes.

“Quando um país beneficiário de um programa do FMI não consegue reconquistar a estabilidade, as autoridades do Fundo atribuem habitualmente a culpa ao governo do país em questão por não ter cumprido as metas designadas ou não ter se esforçado suficientemente. As autoridades do FMI balançam a cabeça, resignadamente, diante das dificuldades dos políticos do referido país em levar avante certas medidas impopulares, como manter elevadas as taxas de juros ou cortar subsídios.”

Paul Blustein

Trecho do livro Vexame - Os bastidores do FMI na crise que abalou o sistema financeiro mundial

A crise da Rússia e da Ásia no final da década de 1990 marcou negativamente o FMI. Na década seguinte, o Fundo perdeu relevância e não teve papel central na grande crise internacional de 2008.

FMI diz que não renega neoliberalismo#

Diante da repercussão, o FMI se apressou em dizer que não renega o modelo que sempre defendeu e recomendou a vários países ao longo dos anos e que o artigo foi mal interpretado.

Em entrevista ao site da instituição, Maurice Obstfeld, economista-chefe do FMI, disse que a instituição não está abandonando o neoliberalismo. Houve sim, segundo ele, uma reavaliação interna após a crise financeira mundial de 2008, mas que ela resultou em “evolução, não revolução”.

“Esse processo não transformou fundamentalmente a base de nossa abordagem, que é baseada na abertura e na competitividade dos mercados, em robustas estruturas de políticas macroeconômicas, na estabilidade financeira e em instituições fortes”

Maurice Obstfeld

economista-chefe do FMI


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