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Ciclo do terrorismo
Por Geornal - sexta, 12 de agosto de 2016, às 19:25:10
Categoria: Postagem Obrigatória
Saiba por que a França é um alvo cada vez mais frequente do terrorA França tem uma história conturbada herdada do colonialismo dos séculos XIX e XX. Imigrantes das ex-colônias na África são mais de 5 milhões.18/07/2016 09h55 - Atualizado em 18/07/2016 09h55

A França diz que está mais comprometida do que nunca na luta contra o terrorismo depois do atentado em Nice, que matou 84 pessoas.

O ministro da Defesa disse que a Força Aérea francesa fez vários bombardeios contra posições do grupo extremista Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

O governo francês também anunciou que três mil policiais reservistas foram chamados para reforçar a segurança durante o verão. Mas a paciência da população parece estar se esgotando. No minuto de silêncio em homenagem às vítimas, em Nice, na manhã desta segundas-feira (18). o primeiro-ministro Manuel Valls foi vaiado.

A França é um alvo cada vez mais frequente do terror. E o inimigo pode estar dentro do próprio país.Em janeiro de 2015, o ataque ao jornal satírico Charlie Hedbo.Em novembro do mesmo ano, os atentados coordenados em Paris.E agora, em Nice, a carnificina usando um caminhão como arma.Por que, entre os países ocidentais, a França virou o alvo número um dos terroristas?

O país tem uma história conturbada herdada do colonialismo dos séculos XIX e XX. A França acabou acolhendo imigrantes de suas ex-colônias no norte da África, que hoje totalizam mais de 5 milhões de pessoas, mais de 7% da população. Muitos não se integraram à sociedade francesa, vivem em guetos onde o desemprego entre os jovens é muito alto. São presas fáceis para a criminalidade e para a radicalização islâmica. Os serviços de inteligência admitem que não têm recursos para vigiar de perto tantos terroristas em potencial.

Em resposta aos atentados, a França acabou se tornando o principal aliado dos Estados Unidos na guerra contra o terror. É uma aliança que vem de longe. A estátua mostrada na reportagem é o Marquês de Lafayette, um nobre francês que se tornou herói da independência dos Estados Unidos. Ele lutou ao lado dos rebeldes americanos contra a monarquia britânica. Depois, de volta à França, teve papel de destaque na revolução que criou a república francesa. É por causa dele que o presidente Barack Obama sempre lembra que a França foi o primeiro aliado dos Estados Unidos.

O governo americano mantém um sistema de vigilância das comunicações eletrônicas em todo o mundo que poderia detectar, a tempo, novos complôs terroristas. O problema é que o extremismo islâmico tem mais homens na França do que em qualquer outro país ocidental.

Fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2016/07/saiba-por-que-franca-e-um-alvo-cada-vez-mais-frequente-do-terror.html

França tornou se alvo de vários ataques terroristas os motivos são diversos, dentre esses a política antiterrorista adotada pelo país que é baseada no bombardeamento da região do Siraque (Síria e Iraque) onde está instalado o grupo extremista Estado Islâmico. Ademais, a França é um dos países com maior população árabe na Europa, estes se sentem excluídos da sociedade e sofrem diariamente com a xenofobia. Além disso, a política francesa laicista proíbe o uso de símbolos religiosos na rua inclusive o véu muçulmano o que desagrada a comunidade árabe. Por tanto,  a forma que  França tenta combater o terrorismo acaba tento efeito inverso e tornando a alvo dos extremistas, do outro lado a cada atentado a extrema direita cresce no país e fortalece essas mesmas medidas contra o terrorismo e muitas vezes generalizam e aumentam a xenofobia contra todos muçulmanos.
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Departamento de Tesouro dos EUA diz que EI não tem dinheiro para pagar combatentes
Por Geornal - sexta, 10 de junho de 2016, às 21:16:51
Categoria: Postagem Obrigatória

WASHINGTON - Os esforços para afetar as finanças do grupo Estado Islâmico (EI) incapacitaram os extremistas de pagar seus combatentes e estimularam a corrupção dentro do grupo, revelou uma autoridade americana na quinta-feira.

Daniel Glaser, secretário-assistente do Departamento de Tesouro para o financiamento do terrorismo, disse, perante o Congresso, que a combinação de ataques com bombas aos caixas do EI e às cargas de petróleo, bloqueando-o fora do sistema bancário e cortando o fluxo de caixa do governo iraquiano para áreas controladas pelos jihadistas, deixou o grupo com dificuldades financeiras.

"Como resultado desses esforços, o ISIL (acrônimo árabe de Estado Islâmico) está se esforçando para pagar os combatentes e nós estamos vendo um número deles deixando o campo de batalha, enquanto seus pagamentos e benefícios estiverem cortados ou atrasados", afirmou.

"Quando vimos indícios de que o ISIL não conseguiria pagar os salários de seus próprios combatentes e estava tentando compensar a receita em outro lugar, sabíamos que estávamos batendo onde dói. O ISIL, assim como qualquer outra organização terrorista, precisa de dinheiro para sobreviver", afirmou.

Em depoimento por escrito à Câmara dos Deputados, em audiência do Comitê sobre as ameaças de segurança, Glaser disse que o governo dos Estados Unidos estava concentrado em atacar os recursos financeiros do EI e de outros grupos terroristas que tiveram impacto significativo.

A rede Al-Qaeda, que tem contado tradicionalmente com dinheiro destinado do Golfo, sentiu os resultados dos esforços do bloqueio de fundos, com a ajuda de autoridades financeiras de países da região, afirmou.

O grupo também acredita que os países do Golfo precisam fazer mais, usando as leis nacionais de congelamento de fundos e ativos de indivíduos e grupos suspeitos.

Gleaser alegou significativo sucesso em cortar recursos financeiros do grupo libanês Hezbollah em esforços que se estenderam da Ásia à América Latina. "Nossas ações estão criando um ambiente operacional hostil para o Hezbollah, elevando os seus custos para fazer negócios, restringindo a sua capacidade de transferir fundos e diminuindo sua base de receitas", disse. /EFE

Fonte : http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,departamento-de-tesouro-para-financiamento-do-terrorismo-diz-que-ei-nao-tem-dinheiro-para-pagar-com,1879260

Comentário: Finalmente foi tomada uma medida efetiva contra o terror do Oriente Médio. A repressão étnica sofrida nos países em que o Estado Islâmico atua , culminou em uma grande corrente migratória para nações europeias , essas que dificultavam a entrada dos refugiados no continente.  A partir da problemática migratória, países ao redor do mundo passaram a discutir como combater o E.I.   A  melhor maneira encontrada foi o corte de recursos financeiros do grupo terrorista , medida semelhante tomada pelo governo paulista para combater o PCC ( Primeiro Comando da Capital ) nos anos dois mil , a medida que surtiu efeito nas cidades de São Paulo . Portanto , a saída encontrada para combater o Estado Islâmico parece efetiva,  mas cabe ao tempo dizer se o resultado será o esperado. 


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Um avanço para os direitos humanos em Nova York
Por Geornal - domingo, 05 de junho de 2016, às 19:31:32
Categoria: Postagem Obrigatória
A Comissão de Direitos Humanos de Nova York (EUA) decidiu oficializar a multiplicidade das identidades de gênero, e passou a reconhecer 31 diferentes tipos de gêneros.A medida é ampla e irrestrita: no lugar de somente duas ou três identidades oficiais, a Comissão apontou nada menos que trinta e uma nomenclaturas de gênero para serem usadas em âmbitos profissionais e oficiais.
E quem se recusar a chamar uma trans mulher de "ela", por exemplo, pode ser punido.
A regra é simples: “Recusa intencional ou repetida em usar um nome, pronome ou título preferencial ao indivíduo. Por exemplo, insistir em chamar um transgênero mulher de ‘ele’ ou ‘senhor’, mesmo que ela tenha deixado claro o pronome e título que prefere”.
Confira abaixo os 31 tipos de gênero elencados por Nova York:
Bi-Gendered (Bi-gênero)Cross-DresserDrag-KingDrag-QueenFemme QueenFemale-to-Male (Fêmea-para-macho)FTMGender Bender (Gênero fronteiriço)GenderqueerMale-To-Female (Macho-para-fêmea)MTFNon-OpHijraPangender (Pangênero)Transexual/TranssexualTrans Person (Pessoa trans)Woman (Mulher)Man (Homem)ButchTwo-Spirit (espirito duplo)TransAgender (sem gênero)Third Sex (Terceiro sexo)Gender Fluid (Gênero fluido)Non-Binary Transgender (transgênero não binário)Androgyne (andrógena)Gender-GiftedGender BenderFemmePerson of Transgender Experience (Pessoa em experiência transgênera)Androgynous (Andrógeno)
 https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/nova-york-passa-reconhecer-31-generos-diferentes/
Enquanto no Brasil e raro o debate sobre diferenças de gêneros, foi aprovado 31 diferentes tipos de generos em Nova York, que além de ser um avanço imenso se tratando de direitos humanos e uma igualdade maior para aqueles que não se consideram nem homem nem mulher.
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Um atraso de 71 anos para visita à Hiroshima
Por Geornal - quarta, 25 de maio de 2016, às 18:42:39
Categoria: Postagem Obrigatória

Barack Obama desembarcou nesta quarta-feira no Japão para participar em uma reunião de cúpula do G7 em Ise-Shima, antes de realizar a primeira visita de um presidente dos Estados Unidos a Hiroshima, cidade que foi alvo de um ataque americano com bomba atômica em 1945.

Antes da reunião de cúpula, que começa na quinta-feira, o presidente americano terá um encontro bilateral nesta quarta-feira com o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe.

Obama chegou ao país no avião presidencial Air Force One procedente de Hanói, Vietnã, após uma visita de três dias.

Depois do G7, Obama fará uma visita histórica a Hiroshima, mas ele já antecipou que não pedirá desculpas.

O primeiro-ministro japonês afirmou que solicitará diretamente a Obama um endurecimento das medidas disciplinares contra os milhares de soldados americanos presentes em Okinawa, depois que um deles foi detido como suspeito de um assassinato.

Fonte : http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2016/05/obama-chega-ao-japao-para-reuniao-do-g7-e-visita-a-hiroshima-5809644.html


Comentário : A bomba atômica que destruiu Hiroshima e Nagasaki durante a Segunda Guerra Mundial, deixando um legado de muitos mortos e doenças radioativas presentes até hoje, afastou as relações entre os Estados Unidos e o Japão. Depois de muitos anos (71) do ataque, o país americano não visitou as cidades destruídas, até que o atual presidente, Obama, quebrou essa 'tradição'. Este, então, foi ao Japão para uma reunião da cúpula do G7 e aproveitou para a visita, porém alegando que não pediria desculpas pelo passado.


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