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Atirador mata ao menos 50 pessoas em boate gay nos EUA
Por Gtres - domingo, 12 de junho de 2016, às 18:52:07
Categoria: Postagem Obrigatória

Atirador mata ao menos 50 em boate gay nos EUA
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Um homem armado abriu fogo em uma casa noturna de Orlando, Flórida, na madrugada deste domingo (12), deixando ao menos 50 mortos e 53 feridos, informou a polícia local.
O atirador, munido de pelo menos um fuzil de assalto e de uma pistola, teria feito reféns na boate Pulse, em Orlando, e morreu após troca de tiros com a equipe da Swat. O suspeito é Omar Mateen, de 29 anos, filho de pais afegãos. Ele teria passado por treinamento, segundo informações da CBS News.
A cidade americana declarou estado de emergência.
De acordo com o jornal "The New York Times", o tiroteio está sendo classificado como "incidente terrorista". O atirador não era da área de Orlando e estaria "organizado e bem preparado".
"Se consideramos esse ato como terrorista? Certamente, estamos investigando, da perspectiva de todos os envolvidos, como um ato de terrorismo", disse Danny Banks, agente especial e chefe do Departamento de Forças Policiais da Flórida. "Se é um caso de terrorismo doméstico ou internacional, é algo que iremos averiguar'.
Phelan M. Ebenhack/Associated Press

. O agente do FBI que cuida da investigação, Ronald Hopper, afirmou que há "sugestões de que esse indivíduo teria uma inclinação a uma  nos últimos meses, costuma usar atentados de grande porte cometidos por seus afiliados ou mesmo por atiradores solitários que declarem alinhamento com sua ideologia como ferramenta de propaganda.
A tática é comum mesmo quando não há vínculo comprovado.
Após o ataque, veículos de emergência foram acionados, incluindo o esquadrão antibombas e uma equipe de materiais perigosos. "Muitos feridos, não se aproximem do bairro", aconselhou a polícia em seu Twitter.
Em sua conta no Facebook, a Pulse postouàs 3h (horário de Brasília): "Saiam da Pulse e corram". A publicação tem mais de 648 comentários, e alguns usuários da rede social relatam terem estado lá durante o tiroteio.
Dezenas de veículos da polícia, incluindo uma equipe da Swat, de operações especiais, foram enviados à área próxima da Pulse. Pelo menos dois caminhões da polícia foram vistos recolhendo as vítimas do tiroteio para o hospital Orlando Regional Medical Center.
Uma testemunha, Jon Alamo, disse que estava no fundo da casa noturna quando um homem armado invadiu o local. "Ouvi 20, 40, 50 tiros", disse. "A música parou".

TESTEMUNHAS
Rob Rick, que também estava no local, afirmou que o tiroteio aconteceu próximo ao horário de fechamento, às 2 da manhã. "Estavam todos tomando a 'saideira'". Ele estimou que mais de 100 pessoas estavam dentro da casa noturna quando os tiros começaram. Ele se escondeu atrás da cabine do DJ. Um segurança derrubou uma divisória entre a área dos clientes e dos funcionários, permitindo que as pessoas fugissem pela parte de trás do imóvel.
Mina Justice estava na parte externa da casa noturna tentando falar com o filho Eddie, de 30 anos, que lhe enviou uma mensagem de texto quando o tiroteio começou e pediu a ela que chamasse a polícia. Ele disse que correu para um banheiro com outros clientes para se esconder. Depois, enviou mais duas mensagens: "Ele está vindo para cá" e "Ele nos encontrou e está aqui com a gente". "Essa foi a última conversa", disse Justice.
Por volta das 6h (horário de Brasília), a polícia informou que o forte estrondo dentro da boate foi "uma explosão controlada efetuada pelos agentes". Às 6h55, a polícia informou que o atirador que estava dentro da boate foi morto.
O incidente acontece dois dias após a cantora e ex-participante do programa "The Voice" Christina Grimmie ter sido morta após se apresentar em Orlando por um homem de 27 anos, que se matou em seguida.
A Pulse é uma das mais importantes casas noturnas voltadas para o público gay na região. O ataque acontece no mês do orgulho gay nos Estados Unidos, instituído em 2009 pelo presidente Barack Obama. A declaração relembra a rebelião de Stonewall, em junho de 1969, que marcou o início do movimento LGBT.


Folha de S.Paulo 2016



Comentário: Um homem armado entrou em uma boate Gay em Orlando, disparou e teve aproximadamente 50 mortes e vários feridos. Não foi um ato terrorista, foi um ato de ódio, de falta de compaixão e de respeito. Hoje em dia o individualismo é tão grande que as pessoas esquecem do sentimento alheio, realizando suas vontades sem pensar no próximo. Realizar disparos em uma balada simplesmente porque "o indivíduo tem inclinações por uma ideologia em particular" é um absurdo e uma atitude repugnante. É lamentável a situação em que o mundo está, um lugar com pessoas cada vez mais intolerantes e sem respeito a vida.
Por: Raquel Queiroz n°23 3D
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Estupro coletivo
Por Raquel (D-23) - segunda, 30 de maio de 2016, às 22:25:58
Categoria: Postagem Livre
A adolescente de 16 anos que teve imagens publicadas nas redes sociais depois de ser vítima de estupro coletivo disse nesta quinta-feira (26), em depoimento a policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), da Polícia Civil do Rio, que foi atacada por 33 homens armados de fuzis e pistolas. Ela contou que, no último sábado (21) fora visitar o namorado no morro do Barão, na Praça Seca, zona oeste carioca, e só lembra de ter acordado, no dia seguinte, "dopada e nua", em uma casa desconhecida, cercada pelos agressores.

De acordo com os investigadores, três homens envolvidos no crime já foram identificados e terão a prisão preventiva pedida pela polícia em breve. Dois deles publicaram as imagens na internet. O terceiro aparece no vídeo divulgado nas redes sociais. Os nomes dos acusados não foram divulgados.

No depoimento à Polícia Civil, reproduzido no site da revista Veja, a vítima contou que, depois de acordar, vestiu roupas masculinas e pegou um táxi para casa, no bairro da Taquara, também na zona oeste. A jovem é mãe de um menino de 3 anos.

Ainda de acordo com o depoimento, ela soube, na terça-feira passada, que um vídeo com imagens suas depois do estupro havia sido divulgado nas redes sociais e em sites de relacionamento. Nesse mesmo dia, segundo as informações prestadas à polícia, ela voltou à favela e cobrou do chefe da quadrilha dos traficantes de drogas, não identificado, que devolvesse seu celular, possivelmente furtado no dia do estupro coletivo.

Segundo a jovem, o traficante disse não ter encontrado o celular, mas prometeu ressarcir-lhe o prejuízo. Disse também que se informaria sobre o estupro. A jovem identificou o namorado apenas como Petão, de 19 anos, que conheceu no colégio onde ambos estudam. A vítima disse que se relaciona com Petão há três anos. Ela afirmou que costumava usar ecstasy, lança-perfume e cheirinho da loló, mas que há um mês não se drogava.

No depoimento, a adolescente disse que está "profundamente abalada" e que, desde que foi estuprada, tem sentido muitas dores internas. Na manhã de quinta-feira, ela foi submetida a exames no setor de ginecologia de uma maternidade da rede municipal de saúde. "Quando acordei tinham 33 caras em cima de mim. Só quero ir para casa", disse ela ao sair do hospital, em declaração reproduzida no site do jornal O Globo.

Antes do exame médico, ela prestou depoimento e foi periciada no Instituto Médico-Legal (IML). O pai, que a acompanhou na perícia, disse que, ao chegar em casa no domingo, encontrou a filha "gemendo de dor".

Em entrevista à rádio CBN, a avó afirmou ter ficado chocada com o vídeo, em que um dos homens faz menção a mais de 30 estupradores e afirma: "Essa aqui, mais de 30, engravidou". "O vídeo é chocante, eu assisti, ela está completamente desligada", disse a avó.

Segundo ela, a neta tem o hábito de passar alguns dias sem dar notícias, mas que a família nunca soube que tenha sofrido abusos sexuais. A avó levantou a suspeita de que o estupro coletivo tenha sido "vingança" do namorado, que teria suspeitado de uma traição da garota. Os nomes da jovem e de seus parentes são mantidos em sigilo pela polícia.

Investigação

A publicação e o compartilhamento do vídeo da vítima depois do estupro causaram indignação entre internautas, que pediram que ninguém mais divulgasse o vídeo. As imagens mostram o órgão genital da jovem e a narração do responsável pela publicação: "Olha como tá (sic). Sangrando. Olha onde o trem passou. Onde o trem bala passou a marreta".

Um dos responsáveis pela publicação no Twitter, identificado como Michel, escreveu: "Amassaram a mina, intendeu (sic) ou não intendeu (sic) kkkkk". Foi publicada também uma fotografia de um dos homens diante do corpo da jovem deitado em uma cama.

O caso também é investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), que recebeu uma denúncia anônima do estupro coletivo e da divulgação das imagens nas redes sociais. Segundo o MP-RJ, cerca de 800 comunicações do caso foram feitas à Ouvidoria. A promotoria pediu que agora sejam encaminhadas apenas denúncias que tenham informações novas sobre o caso.

Barbárie

A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ) classificou o caso como "barbárie". "Os atos repulsivos demonstram, lamentavelmente, a cultura machista que ainda existe, em pleno século 21", diz a entidade em nota. "Um estupro coletivo, com requintes de crueldade, no qual vários indivíduos perpetuaram a humilhação expondo, nas redes sociais, a dor da vítima", afirma a entidade.

A OAB-RJ atenta ainda para o fato de que, para cada caso público de estupro, tantos outros permanecem ocultos, sem repercussão. "Precisamos lutar contra a violência em cada lar, em cada comunidade, em cada bairro. A revolta e a mobilização são claros indícios de que a indignação social se faz fortemente presente", diz a nota.

Diante do ocorrido, a OAB-RJ afirma que frases machistas, piadas sexistas e propagandas que tornam a mulher um objeto sexual devem ser combatidas, "sob o risco de se tornarem potenciais incentivadoras de comportamentos perversos". A entidade está oferecendo assistência jurídica à família e afirma esperar que a lei prevaleça na punição aos responsáveis. (As informações são do jornalO Estado de S.Paulo)

http://noticias.uol.com.br/ult...-estuprada-no-rio.htm



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