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Japonês da Federal é preso em Curitiba por facilitar contrabando
Por SateliteDigital - sexta, 10 de junho de 2016, às 19:45:48
Categoria: Postagem Obrigatória

O policial federal Newton Ishii, chamado de Japonês da Federal e que ficou conhecido durante a Operação Lava Jato, foi preso na terça-feira (7), em Curitiba. Ele foi condenado pelo crime de facilitação do contrabando. O processo transitou em julgado, ou seja, não cabe recurso.

O mandado foi expedido pela Vara de Execução Penal da Justiça Federal, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. Ao saber da decisão, Ishii se apresentou espontaneamente na  Superintendência da Polícia Federal da capital paranaense, onde continuava detido nesta manhã de quarta-feira (8).

As investigações mostraram que os agentes facilitavam a entrada de contrabando no país, pela fronteira com o Paraguai, em Foz do Iguaçu.

"O Superior Tribunal de Justiça (STJ) denegou um recurso que nós tínhamos recorrido na semana passada sobre a condenação em Foz. Ao saber da expedição do mandado de prisão, meu cliente foi avisado e imediatamente se apresentou em Curitiba", disse o advogado.

Oswaldo afirmou ainda que Newton já cumpriu quatro meses da pena e que isso será descontado da condenação total. “Como ele foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, teria o direito de progredir para o regime aberto depois de cumprir um sexto da pena, cerca de oito meses. E, como em 2003 ficou preso preventivamente por pouco mais de quatro meses, restariam ainda quatro meses e alguns dias em regime semiaberto para serem cumpridos”, detalhou o advogado.

Por meio de nota, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) manifestou apoio ao agente federal Newton Ishii. "A detenção do agente Newton Ishi surpreendeu a todos, pois o primeiro processo contra ele fora anulado integralmente para posteriormente ser refeito. Há ainda recursos pedindo anulação de todo o feito. Outros agentes federais envolvidos na Operação Sucuri já tiveram seus processos anulados e outros foram absolvidos por falta de provas", diz um trecho da nota.

A Fenapef ainda informou que departamento jurídico do Sindicato dos Policiais Federais do Paraná acompanha o caso para tomar todas as medidas necessárias para que Newton Ishii seja solto na próxima semana.

Citado na Lava Jato
O nome de Newton Ishii foi citado em meio à Operação Lava Jato na gravação que levou à prisão o senador cassado Delcídio Amaral, em Brasília.

No áudio, o senador fazia tratativas com o chefe de gabinete dele, Diogo Ferreira, o advogado Edson Ribeiro e o filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, Bernardo, buscando um plano de fuga para Cerveró, que estava preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

O agente é citado durante a conversa quando o grupo discute quem estaria vazando informações para revistas. Delcídio se refere a um policial como "japonês bonzinho", que seria o responsável pela carceragem.

A Polícia Federal disse, na ocasião, que iria apurar se o nome citado na conversa era o do agente.

Fama
Com a deflagração da Operação Lava Jato, o agente passou a ser conhecido em todo o Brasil. A cada fase da operação nestes mais de dois anos, Newton Ishii aparecia ao lado empreiteiros, operadores financeiros, políticos e funcionários públicos que eram presos.

A fama se expandiu pelo Brasil se tornando, inclusive, tema da marchinha de carnaval. Veja um trecho.

"Ai meu Deus, me dei mal
Bateu a minha porta
O japonês da Federal

Dormia o sono dos justos
Raia o dia, eram quase 6h
Escutei um barulhão,
Avistei o camburão

A minha porta o japonês, então, falou
Vem pra cá, você ganhou uma viagem ao Paraná"


A marcha foi escrita pelo advogado e compositor Thiago Vasconcelos de Souza.

FONTE: http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2016/06/japones-da-federal-e-preso-em-curitiba.html

COMENTÁRIO:

Newton Ishii, conhecido como Japonês da Federal, trabalhava no setor responsável pela escolta de detidos na Polícia Federal de Curitiba. Por causa disso, apareceu várias vezes em fotos e vídeos na imprensa conduzindo políticos e empresários presos pela operação Lava Jato. Ele foi acusado de integrar um grupo de policiais federais e rodoviários que facilitavam a entrada de contrabando paraguaio no Brasil (Operação Sucuri, ocorrida em 2001). A partir de então passou a responder a processos de ordem criminal, administrativo e por improbidade administrativa. Quanto a sua pena, O processo correu em segredo no STJ, mas a defesa de Ishii disse ao portal G1 que ele foi condenado a quatro anos, dois meses e 21 dias de prisão em regime semiaberto.


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A triste perda de Muhammad Ali
Por SateliteDigital - domingo, 05 de junho de 2016, às 13:14:30
Categoria: Postagem Obrigatória

O lendário Muhammad Ali, ex-boxeador e ex-campeão dos pesados, morreu nesta sexta-feira (3), aos 74 anos, em Phoenix, Arizona, Estados Unidos, informou um porta-voz da família. Considerado um dos maiores lutadores de todos os tempos, ele havia sido internado na quinta (2), com problemas respiratórios

 

"Após 32 anos de luta contra o Mal de Parkinson, Muhammad Ali morreu aos 74 anos", disse seu porta-voz, Bob Gunnell.  "A família Ali gostaria de agradecer a todos por seus pensamentos, orações e pede privacidade neste momento", diz um comunicado.

 

Gunnell afirmou que o funeral será realizado na cidade natal do boxeador, Louisville, Kentucky, em data ainda não definida.

 

A lenda do boxe - cujo Mal de Parkinson alguns atribuíam aos golpes recebidos durante a carreira - tinha sido internada no fim de 2014 e no começo de 2015, por pneumonia e infecção urinária, e suas aparições públicas eram cada vez mais raras.

 

Quando estava em atividade, Ali se proclamou "o maior, mais ousado e mais bonito" lutador do mundo. No auge da carreira como pugilista, dizia que "podia flutuar como uma borboleta, mas picar como uma abelha".

 

Ali foi o primeiro boxeador a ganhar o mundial dos pesados três vezes. No ringue, foram 57 vitórias, sendo 37 delas por nocaute, e 5 derrotas.

 

Como amador, conquistou a medalha de ouro olímpica aos 18 anos, nas Olimpíadas de Tóquio, mas vítima de racismo em um restaurante nos EUA, jogou a medalha no Rio Ohio...

 

Ali nasceu em Louisville, Kentucky, em 17 de janeiro de 1942, como Cassius Marcellus Clay Jr. Mais tarde, ele mudou seu nome para Muhammad Ali, após se converter ao Islã.

 

Nos anos 60, falou contra o racismo e contra a Guerra do Vietnã. Em 1967, se recusou a servir o exército americano na Guerra do Vietnã e criticou o envio de militares para o conflito. Acabou perdendo o título mundial e ficou afastado do boxe por três anos.

 

Com apenas 22 anos e ainda como Cassius Clay, conquistou seu primeiro título dos pesados ao vencer Sonny Liston no dia 25 de fevereiro de 1964, em Miami, Flórida. Clay usou sua velocidade e jogo de pernas - que marcaram sua carreira - para derrotar o lento Liston, que abandonou a luta no sexto round.

 

Em 25 de maio de 1965, já como Muhammed Ali, voltou a enfrentar Liston em Lewiston, no Maine, para derrubar o desafiante logo no primeiro round.

 

 

Ali enfrentou Joe Frazier no Madison Square Garden. No dia 8 de março de 1971, com 50 países transmitindo o combate em Nova York, Ali começou dominando os três primeiros rounds, mas Frazier assumiu o controle a partir do quarto assalto - com uma série de ganchos - e encurralou o adversário no final. Frazier manteve o título por decisão unânime dos juízes, impondo a Ali sua primeira derrota profissional.

 

Ali só voltou a ser campeão mundial em outubro de 1974, depois de vencer o grande rival George Foreman, em Kinshasa, no Zaire, hoje chamado República do Congo, em uma luta que muitos consideram a maior de todos os tempos.

 http://g1.globo.com/mun...-ali.html


Comentário:

Ali não era só um boxeador, ele desafiou a cultura americana, sobre os negros, de sua época. Muhammad Ali defendeu a luta por justiça aos negros nos EUA, e ao se recusar lutar no Vietnã, mostrou a todos que o país não era perfeito, e que a guerra era desnecessária. Em uma entrevista, ele mostrou, também, que na cultura ocidental existe uma diferença social racial que rebaixa os negros, visto que a religião cristã apresentava essa mesma cultura, o que fez se converter ao Islã.

                                                                                                                                                                                                                                                                                          Pedro Lourenço


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Pesquisas indicam disputa apertada entre Clinton e Trump nos EUA
Por SateliteDigital - quarta, 25 de maio de 2016, às 20:24:31
Categoria: Postagem Obrigatória

Pesquisas recentes revelam que, quando Hillary Clinton garantir a candidatura presidencial democrata nos Estados Unidos, não será tão fácil, como alguns analistas previam, derrotar o virtual candidato republicano, Donald Trump, nas eleições de novembro.
Duas das últimas pesquisas realizadas em nível nacional, uma da NBC e "Wall Street Journal" e outra da CBS e "New York Times", indicam uma leve vantagem de seis pontos percentuais (no melhor dos casos) de Clinton frente ao polêmico magnata nova-iorquino.

No entanto, em outras duas pesquisas, da emissora Fox por um lado e da ABC e "Washington Post" por outro, Trump supera a ex-secretária de Estado por três e dois pontos, respectivamente.

Assim, segundo a média diária elaborada pelo site RealClearPolitics sobre as pesquisas de intenções de voto, hoje Trump e Clinton estão virtualmente empatados para as eleições de 8 de novembro, já que o republicano conta com 43,4% de apoio e a democrata, com 43,2%.

Esse empate se repete em Estados-chave como Flórida, Ohio e Pensilvânia, de acordo com uma pesquisa recente da Universidade Quinnipiac, e também na Virgínia, outro território crucial onde Trump e Clinton têm a mesma porcentagem de apoio (38%), segundo uma pesquisa da Universidade Roanoke divulgada nesta segunda-feira (23).

Por outro lado, a impopularidade que afeta tanto Trump como Clinton é histórica, não vista entre candidatos anteriores à Casa Branca, segundo a pesquisa da ABC e "Washington Post" publicada no fim de semana e que reafirma o apontado em medições prévias.

Quase seis de cada dez eleitores asseguram ter uma impressão negativa de Trump e Clinton, que empatam com 57% de desaprovação nessa pesquisa.

Nesse sentido, o rival de Clinton pela candidatura presidencial democrata, o senador Bernie Sanders, disse em uma entrevista à ABC, no fim de semana, que votar entre a ex-secretária de Estado e Trump em novembro seria como escolher "o menor de dois males".

Embora Sanders não tenha se retirado da disputa, Hillary tem praticamente garantida a indicação democrata, e como no caso de Trump, só é uma questão de tempo que ambos obtenham o número necessário de delegados para serem proclamados candidatos à Casa Branca nas convenções que os dois partidos realizarão em julho.
Um dos maiores problemas para Clinton é que muitos dos eleitores de Sanders não gostam dela como candidata, o que pode desembocar em uma eleição muito apertada contra Trump em novembro.
A ex-secretária de Estado também não é popular entre os homens brancos, enquanto a principal fraqueza do virtual candidato republicano são as mulheres e as minorias.
Além disso, Trump tem diante de si a difícil tarefa de unir em torno de sua candidatura um partido que lhe deu as costas durante boa parte do processo de primárias e de obter um apoio sem fissuras de líderes conservadores como o presidente da Câmara dos Representantes, Paul Ryan.
Em uma entrevista ao jornal "Politico" publicada hoje, Ryan lembra que seus desacordos com Trump não são unicamente sobre o "tom" de sua campanha, mas também sobre sua "essência", em referência a propostas do magnata como a de proibir a entrada nos EUA de todos os muçulmanos para combater o terrorismo.
Outro exemplo das dificuldades que Trump está tendo para aglutinar apoios é o que ocorreu no fim de semana na convenção realizada pelos republicanos no Estado de Washington, onde a maioria dos delegados em jogo ficou com o senador Ted Cruz, que abandonou a disputa pela indicação no início de maio.
Enquanto isso, tanto Clinton como Trump estudam há semanas quem são suas melhores opções para a candidatura à vice-presidência.
Hoje Trump se reuniu em Nova York com o senador Bob Corker, no meio das especulações de que o legislador pelo Tennessee está sendo avaliado para ser "número dois" do magnata.
Por sua parte, Clinton deixou entrever durante uma entrevista transmitida no domingo que, em sua busca por um companheiro de chapa para novembro, não está se limitando a políticos ou pessoas eleitas para ocupar algum cargo público.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2016/05/23/ultimas-pesquisas-indicam-disputa-apertada-entre-hillary-e-trump-nos-eua.htm

Comentário:  

Apesar de ter sua candidatura à presidência dos Estados Unidos frequentemente ridicularizada pela mídia devido a declarações preconceituosas, o republicano Donald Trump tem ultrapassado a democrata Hillary Clinton em alguns estados americanos. Portanto, contrariando as expectativas mundiais, a eleição que ocorrerá ainda esse ano não será facilmente ganha por nenhum dos dois candidatos. Tais estatísticas geram preocupações em todo o mundo, já que a possível vitória de Trump resultaria em conflitos com diversos países, sendo considerada uma ameaça em nível global.

Por: Débora Deotti


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